Certa noite, lá pelos duas horas da madrugada, com insônia, fui ate a cozinha, percebi a luz do apartamento dos rapazes acesa e para meu maior prazer, Júlio estava na cozinha do jeitinho que veio ao mundo.
Fiquei pasma ao observar seu corpo nu, sua bundinha parecia ter sido esculpida a canivete, ele tinha o corpo bronzeado e tinha marquinhas da sunga, seu pênis ainda mole era a coisa mais linda, seu saquinho formava junto com o seu membro a visão de parte do paraíso.
Mantive a luz apagada para continuar o observando. Não sei o que deu em mim, de repente acendi a luz. Júlio tomou um baita susto e, ao olhar para mim, pareceu se sentir aliviado por não ser meu marido quem estava na cozinha.
Ele colocou as duas mão tampando seu pênis e isso o deixava lindo e a mim cheia de tesão. Fiquei envergonhada, ele me pediu desculpas e saiu.
No dia seguinte, Júlio bateu no meu apartamento para pedir desculpas e me prometer que aquilo não ia mais acontecer, e eu falei meio sem pensar:
- Que pena! Foi uma bela visão. – disse,
Nós rimos, aí falei que eu achava que o que era bonito era para se mostrar, ele me disse:
- Se for assim, você é quem deveria andar nua também pela casa.
Fiquei vermelha, minha vagina já estava toda molhada e minha perna estremecia, Júlio percebeu, se aproximou de mim e me roubou um beijo.
Suas mãos passaram sobre meus peitinhos, desceram e de repente tocaram minha vagina encharcada que ele massageava como só ele sabia fazer, enquanto eu beijava sua boca linda.
Gozei ali mesmo, ele me falou que queria fazer amor comigo. Lembrei que sou casada, mas depois de tudo que já tinha acontecido....Na realidade eu estava louca de tesão por ele, minha bucetinha já estava nas mãos dele, literalmente.
Eu o levei para a minha cama, ficamos os dois nus nos acariciando, Júlio de perto era mais lindo ainda.
Mas não podia haver penetração pois estávamos sem camisinha. Isso não diminuía o nosso tesão, Júlio era um expert em prazer.
Eu fiz com ele algo que nunca tive coragem, chupei o seu pênis até que ele gozou na minha boca, com a boca cheia de esperma eu o beijei e dividimos aquele líquido maravilhoso, depois continuei a chupá-lo. Tomamos banho juntos e no despedimos.
Meu marido sempre se queixava que eu era por demais recatada em relação a sexo, de fato eu era uma dama na cama. Por isso resolvi contar a ele o que tinha acontecido, sabia que sua reação seria positiva.
Ele ficou super interessado e me incentivou a, usando camisinha, transar com Júlio que ele achava que seria bom para nossa vida sexual que eu tivesse um amante.
E de fato nessa noite transamos que nem loucos.
No dia seguinte liguei para o Julio, fomos na mesma hora ao motel transamos logo de manhã, naquele dia dormimos no motel, transamos 8 vezes.
Julio com muito carinho e eu, cheia de tesão, me convenceu a fazer anal, foi maravilhoso, foi minha primeira traição e meu primeiro anal.
Depois disso eu e Julio nos tornamos namorados, amantes e tudo mais.
Meu casamento se tornou bem melhor sexualmente, me tornei bem mais liberal, sou uma mulher mais bonita,
- Ontem a noite. - Bom, tudo bem. Vamos examinar você agora. Acho que agora pode ser aqui mesmo não?
- Por mim tudo bem.
- Pode tirar a camisa? Como ele já tinha me visto praticamente sem camisa, não liguei muito com esse pedido. Tirei a camisa ficando só de calça e sutiã enquanto ele anotava algumas coisas. Quando ele se virou:
- O sutiã também Vanessa, por favor. Fico muito excitada com o pedido, pois ninguém além de Léo já tinha visto meus seios nus. Eu então desabotoo meu sutiã por trás e o deixo escorregar, ficando só de calça jeans.
- Doutor, o Sr. pode fechar a porta que dá acesso a sala da secretária, pois alguém pode me ver assim.
- Desculpe Vanessa, eu não vi que estava aberta. E é claro que não queremos que ninguém a veja assim. Marcelo então se aproxima e começa a apalpar meu seios, eu fico toda arrepiada.
- Está com frio Vanessa, ou está nervosa?
- Imagina. Fico um pouco nervosa, pois estou assim na sua frente.
- Pode ficar tranquila. não vou contar para ninguém como é seu corpinho.
- Jura? (risos)
- Palavra.(risos) mas tem que fazer tudo que eu pedir.
Tem que ser bem boazinha. Nesse momento senti que havia algo, e eu ia deixar rolar, pois nada mais era que meu médico, eu não tinha nada a temer, tudo que acontecesse era sua responsabilidade.
Ele então vem por trás de mim e começa a passar a mão pela minha coluna profissionalmente, e com certeza olhando meu bumbum, que é a parte que mais gosto do meu corpo pois é bem redondinha e meio grande (na medida certa, nada de exagerado). Marcelo então desce a mão pela minha coluna chegando até minha calça.
- Vanessa, vamos voltar a sala do lado e vou te deitar na cama, virada de bruços para ver direito sua coluna.
- Tá bom. Vamos até a sala do lado, carrego minhas roupas na mão, já a vontade com os seios de fora.
- Por favor Vanessa, você pode tirar a calça?
- É necessário?
- É sim, não se preocupe. Não vou te fotografar nua viu?
- Ah, se tivesse uma maquina eu ia deixar. (risos) - Olha... Olha que eu tenho hein?
- Duvido! - O que você faz se eu tiver uma máquina aqui no meu consultório?
- Você tira a foto que você quiser! - Vanessa, não me desafie... Eu então começo a desabotoar minha calça e
começo a baixá-la. Depois a tiro totalmente ficando apenas de calcinha, o Marcelo como sempre saía um pouco para eu me despir. Mas desta vez quando ele voltou, eu não acreditei.
- Não falei que eu tinha uma maquina?
- Ai minha nossa... eu não acredito.
- É que cheguei ontem de viagem e estou com minha mala aí ainda. - Ai ai ai...
- E minha foto? - Aahhh não vale...
- Está aqui, olha!!! - Mas era brincadeirinha não é, Dr. Marcelo?
- Ah, palavra é palavra Vanessa!
- Não, falando sério agora, você quer tirar a foto mesmo?
- Não, podemos negociar... brincadeira... é que você é tão linda que gostaria de ter uma recordação, mas sei que é impossível e que você não deixaria. - Você sabe que achei super legal de sua parte você se abrir comigo e falar o que está sentindo, sendo que poderia dar problema para você.
- Então me dê esta recompensa, Vanessa. Prometo que nunca vou mostrar para absolutamente ninguém. Confesso que fiquei morrendo de vontade de deixar ele tirar algumas fotos minha nua, logicamente sem aparecer o rosto, mas claro que não deixei pois poderia me comprometer. Então fiz outra proposta:
- Então, já que ganhou o desafio que fiz, estou aberta a responder qualquer pergunta que você quiser me fazer!
- Qualquer uma, Vanessa? - Qualquer uma, e prometo responder sem esconder nada.
- Eu sei porque você propôs isto, é porque ficou excitada com aquelas perguntas que fiz no começo. Eu estava totalmente excitada e ainda virada de bruços, se ele me pedisse para ficar de frente, acho que daria para ver o molhadinho de minha excitação na calcinha.
- Bom Vanessa, já que posso perguntar o que quiser: você está excitada?
- Agora?
- É, agora... - Estou.
- Você gosta de estar sendo observada desse jeito? De estar exposta assim para outro homem?
- Isso me excita, mas eu soube agora que me excitava tanto assim.
- Você já foi pega transando com seu namorado? - Não, nunca...
- Deixaria alguém ver alguma transa sua? Você sabendo e ele não?
- Ai.. Eu não sei... Só se eu confiasse na pessoa, assim como estou confiando em você.
- Você confia mesmo em mim?
- Acho que sim... Ele então começa a passar a mão pela minhas costas e fazer perguntas excitantes. Começa a descer as mãos, passando pelo meu bumbum, massageando-o com certa força.
- Pode virar Vanessa. Eu então me viro e Marcelo começa a beijar meus seios e chupa-los com voracidade, eu não sabia como estava deixando, nunca tinha pensado em fazer isso com meu namorado, mas era mais forte do que eu.
Marcelo começou a descer sua mão e encostou em minha calcinha molhada, sua mão escorregou por ela. Ele então levemente enfiou um dedo pela lateral da calcinha chegando a tocar meus pelinhos bem curtinhos.
Ele então enfiou toda a mão embaixo de minha calcinha e começou a me masturbar, cada vez mais e mais e mais rápido, tocando meu clitóris em movimentos circulares. Fiquei totalmente louca e resolvi então me entregar de vez...
- Marcelo, o que esta.. ai, ai, ai.. mos fazendo??
- Deixa rolar Vanessa... nunca aconteceu isso comigo também... dessa maneira.
- Mas nós temos tempo???
- Temos sim... e seu namorado??
- Ai... me excita mais ainda ele estar lá fora. Eu então deixei Marcelo livre, ele começou a tirar minha calcinha me deixando peladinha, tentei começar a tirar sua roupa e ele não deixou... Foi chupando meu peitos e descendo devagarzinho, chegando até minha vulva... Colocou a língua lá no fundo e começou a chupar, fazia até barulho de tanto que ele chupava, e então ele falou:
- Vamos transar agora!
- Vem... vem... (eu falei)
- Você topa qualquer coisa?
- Topo... como quiser...
- Você consegue transar sem gemer muito alto?
- Consigo... Acho que consigo... Por que?
- Espera um pouco... Marcelo sai da sala e me deixa lá, de perna entreaberta, peladinha em cima de sua cama de exames... Eu então ouço ele abrindo a porta e chamando alguém... Demorou um pouco mas reconheci a voz: era Léo, meu namorado! Minha nossa, e agora?
Eles entram na sala, mas a porta para a saleta de exames estava fechada, ele manda Léo se sentar e esperar um pouco mais, pois eu estava no meio de alguns exames, e Léo lá fica quieto, foi quando Marcelo entrou de volta na saleta e eu fui logo falando:
- De jeito nenhum Marcelo. Assim eu não vou. Ele então me dá um beijo e começa a tirar sua roupa, ficando
rapidamente só de cuecas, e estava muito excitado pois seu pinto quase não cabia dentro de sua cueca. Ele já vem para cima de mim com uma mão em meu seio e outra em minha vulva, ainda mais molhada e excitada, eu estava hipnotizada e não me controlava, foi quando Marcelo me sussurro no ouvido:
- Agora você é minha... Vai ter que fazer tudo que eu quiser, senão com um chamado seu namorado nos pega... Ele tinha, definitivamente, sentido meus desejos... adoro ser chantageada... uma sensação de estar sendo forçada... estava ficando ainda mais louca, quando ele me puxou da mesa e me deixou em pé... Foi me beijando até a porta, chegando a quase se encostar nela, e de onde estávamos o Léo nos veria, ainda mais que a porta não tinha chave alguma...
- Fica de joelhos Vanessa.
- O que?
- Fica de joelhos e chupa, senão eu vou abrir a porta... Me abaixei rapidamente e comecei a puxar sua cueca, vendo seu pinto todo lambuzado e duro. Não tive dúvida, logo o coloquei na boca e comecei a sugá-lo sem parar, para frente e para trás cada vez mais rápido. E ele se contorcia de tesão.
Chupei sob coação (adorando aquela situação) durante alguns minutinhos, quando ele me colocou de volta na mesa e subiu em mim. Começou a raspar a cabeça do seu pinto na portinha da minha vulva. Ele brincou por alguns segundos e então começou a entrar devagarzinho. Primeiro só a cabecinha e depois
levemente o resto. Eu morria de vontade de gritar de tesão e ficava ainda mais quando lembrava de Léo a poucos metros, ele então quase me fazendo gozar, falou:
- Agora fica de quatro, pois vai ser a parte mais excitante, e muito silêncio, não adianta que não vai me impedir. Eu então me virei, arrebitei meu bumbum e fiquei esperando e surpreendentemente ele abriu a porta, não totalmente, mas apenas um pouquinho, coisa de um palmo e disse sem aparecer na porta.
- Deixa eu abrir um pouquinho que aqui está calor... (falando alto, para o Léo ouvir) Ele voltou e sob meus protestos sem resultado quase muda, senti seu corpo por trás do meu, enfiando em minha vagina, por trás e segurando meus seios com suas duas mãos, enquanto seu corpo estava jogado sobre minhas costas.
Eu estava quase gozando, e ele batia as bolas de seu saco no meu bumbum. Eu olhava fixamente para aquele vão da porta. Foi quando deu um leve ventinho e a porta abriu mais um pouquinho e fez aquele barulhinho de porta quando fecha... fiquei louca e comecei a gozar sem parar, eu empurrava meu corpo sobre seu pau e ele ainda não tinha gozado, mas percebeu que eu gozei e disse:
- Se eu fechar a porta você me fala coisas que me façam gozar, coisas bem safadas? Fiz um sinal de positivo com a cabeça e ele foi fechar. Voltou em cima de mim agora no estilo "papai e mamãe", e ele falou:
- Fale bastante coisa, senão eu começo a gemer alto, hein? - Tá bom... Vem então... (e ele enfiando, eu não estava acostumada, mas era mais uma coisa que tinha vontade, de falar besteiras enquanto transava e com Léo nunca tinha feito isso) Vem, mete em mim, mete. Coloca esse pau bem grosso na minha vagina molhada... (eu grudava na orelha dele e sussurrava, deixando-o louco) ai, ai, ai, mete, enfia esse pinto grande nessa bucetinha apertada seu sem vergonha...
- Fala mais sua puta - dizia ele
- Me come, me come, vai bem fundo, me faz gemer de tesão...
- Ai, tô quase gozando...
- Então goza, solta sua porra na minha vagina, meu médico peladinho... sou toda sua, totalmente aberta para você me comer... estou dando para você...
- Ai, ai, ai, estou gozando Vanessa... Aaaaaai que tesão... Depois desse intenso prazer, nos recompusemos bem rápido, nos enxugamos, nos vestimos e depois saímos sem deixar nada em dúvida, só a ligeira demora. Depois desse ocorreram mais encontros no seu consultório, mas isso é assunto para outro conto.