Bem alto, ele tinha 1,87m de altura, um peitoral que marcava a camisa as vezes que ele não estava de paletó, ele tinha o cabelo um pouco comprido liso e bem claro, assim como seus pelos do corpo e a barba por fazer que o deixava mais sexy ainda, e 39 anos hoje.
Eu entrava na adolescência encantada por um homem bem mais velho comparado com meus 13 anos. As minhas amigas da escola começavam a namorar os meninos da escola e eu sempre lá com Augusto na cabeça.
Lembro que foi pensando nele que eu me masturbei pela primeira vez. Apesar de eu sempre estar por perto, ele nunca me olhava da forma que eu queria, afinal ele era
casado e tinha uma filha pouco mais nova que eu e era minha amiga.
O tempo foi passando e eu fui crescendo, meu corpo foi se desenvolvendo e criando curvas. Com 15 anos meus seios já estavam enormes mesmo eu sendo tão magrinha. No meu aniversário Augusto disse algo pro meu pai na minha frente que me deixou boba por vários dias:
- Amigão, agora você vai ter que cuidar bem da Júlia, olha a linda mulher que ela se tornou.
Com o passar do tempo eu estava cada vez mais apaixonada, confesso que das poucas vezes que namorei foi apenas pra suprir meus desejos sexuais pelo Augusto.
Há uns meses atrás tudo aconteceu. Depois de tanto arquitetar planos pra conseguir o que eu queria eu consegui. Certo dia no final da tarde eu acabara de sair do banho quando meu pai me ligou:
-Júlia, já saiu da escola ?
-Agora há pouco, o que foi pai ?
-Olha, o Augusto tá indo aí agora pra gente ver umas contas. Eu vou fechar o escritório daqui a pouco, quando ele chegar diz que eu não demoro chegar.
Quando eu desliguei a chamada me passou tanta coisa na cabeça, mas logo me veio o melhor plano do mundo pra conseguir a coisa mais esperada da minha vida.
Enquanto eu estava ali nua no meu quarto por ter saído do banho, eis que toca a campainha. Aquele barulho já me arrepiou inteira.
Eu fiquei parada ali enquanto a campainha tocava sem resposta, seguindo meu plano. Meu celular toca, é o Augusto e eu atendo:
-Júlia, eu estou no portão... Por que não vem atender? Você não está em casa ?
-Estou sim. Mas Augusto, eu estou no banho, o portão está aberto, pode entrar o pai não vai demorar.
Poucos minutos eu deitei no chão e gritei.
Ouvi ele correndo subindo as escadas desesperado e falando alto:
-Júlia você tá bem?!
-Mais ou menos! Eu escorreguei e não consigo levantar...
Augusto entrou no meu quarto desesperado e eu estava nua caída de lado no chão, assim que ele me viu ficou paralisado me olhando sem qualquer reação.
-Augusto dá para me levantar por favor? Faz alguma coisa!
Ele se aproximou devagar, se abaixou e pegou no meu braço me levantando. Assim que eu estava em pé me encostei nele o encarando e mordendo os lábios, fui
infinitos segundos olhei sua chaninha molhada e brinquei com seu grelinho.
Quando enfim dei um beijo de língua na sua chana, Sofia gemeu e revirou seu corpo de forma enlouquecida.
Segurei firme suas nadegas e a agarrei bem perto para que não fugisse. E lambi, chupei, bolinei e me acabei naquela chana quente e aveludada.
Quando enfim Sofia gritou que ia gozar, eu abri bem sua chana e fiquei brincando com seu grelinho inchado e vendo aquele delicioso caldo sair de dentro dela.
Sofia me olhava agora com olhos famintos e num gesto rápido deitou-se sobre mim e estávamos já em um quente 69.
Luiza e Catarina saíram de onde estavam e enquanto eu chupava Sofia sobre mim, Catarina fazia um gostoso vai e vem com a língua no cuzinho de Sofia que gemia e se esfregava mais ainda a chana em minha boca.
Luiza deu a volta e com uma almofada levantou meu corpo e fazia em mim como Catarina em Sofia e foi o efervescente vai e vem de língua em um cuzinho virgem como o meu.
Aconteceu algo incrível: nós quatro gozamos juntas, entramos em transe juntas e dividimos umas com as outras o mel que saia de nós.
Depois, no mesmo chão da sala de tv, beijamos, revezando bocas e línguas dedos em chanas e línguas em seios...perfeito...até que...
TocToc!!!
Nossos maridos cansaram de jogar e beber...era hora de ir...voltar a realidade e tentar esquecer...
Depois disso nos encontramos mais algumas vezes, mas depois de tudo o que vivemos queríamos conhecer novas línguas, novos corpos..