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minha meia-irmã virgem
img img minha meia-irmã virgem img Capítulo 4 Minha Meia-Irmã É Virgem
4 Capítulo
Capítulo 7 Orgasmo na Cozinha img
Capítulo 8 Jantar Surpresa img
Capítulo 9 Aonde você vai, mana img
Capítulo 10 Dupla Transa img
Capítulo 11 Viagem à Praia img
Capítulo 12 Beijo Anal img
Capítulo 13 Sexo Anal img
Capítulo 14 Um biquíni muito revelador img
Capítulo 15 O Ex Aparece img
Capítulo 16 Discussão que termina em sexo img
Capítulo 17 Ciúmes img
Capítulo 18 Eles foram deixados sozinhos em casa img
Capítulo 19 presa com o meio-irmão img
Capítulo 20 Transando na Tempestade img
Capítulo 21 Eles discutiram img
Capítulo 22 Ela Ficou Doente img
Capítulo 23 Riana Sabe de Tudo img
Capítulo 24 Cláudio sofre um ataque cardíaco img
Capítulo 25 Ela escapou, mas ele a encontrou img
Capítulo 26 Transando na casa da minha amiga img
Capítulo 27 Recém-casados img
Capítulo 28 Descoberto img
Capítulo 29 O Fim de uma Mulher Má img
Capítulo 30 Louca, Ciumento e Excitado img
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Capítulo 4 Minha Meia-Irmã É Virgem

Eduardo aperta o braço de Marlyn e aperta sua cintura com mais força novamente, pressionando seu corpo contra o dela.

-O que você está fazendo?, -ele pergunta, nervoso.

-Que idiota! -O olhar de Marlyn se arregalou diante do tom de voz dele.

O loiro arrasta o corpo de Marlyn em direção a um quarto que, por acaso, é dela. Ao perceber que foi reformado, franze a testa. Então, olha para baixo e vê seus olhos chocados.

Eduardo a segura pela base das nádegas, levantando-a do chão. Enquanto isso, Marlyn coloca as mãos em seus ombros e seu olhar se arregalou.

-Me põe no chão! Você enlouqueceu? - Ela começa a bater naquele corpo monstruoso.

-Não! Vou te dar uma lição, já que você tem uma boca tão suja.

-O quê?

Eduardo joga o corpo de Marlyn na cama e rasteja sobre ela de forma possessiva e perigosa. Ela o observa, com os olhos arregalados, perguntando-se: "Que diabos estava acontecendo?"

Como eles chegaram a esse ponto?

Ela estava petrificada; estava fazendo algo proibido com o meio-irmão.

Eduardo se posiciona sobre ela e imediatamente se inclina em direção ao seu rosto, ficando a uma curta distância de seus lábios, fazendo-a olhá-lo com expectativa.

-Você nunca mais vai se referir a mim assim, mocinha. -Ele agarra seu queixo enquanto seus lábios tocam levemente os dela.

Os olhos de Marlyn se arregalam em choque, misturados a outra emoção que ela não conseguia identificar. Imediatamente depois, os lábios de Eduardo pousam nos dela, fazendo-a sentir um tremor por todo o corpo.

-Não, -ela murmura contra a boca de Eduardo.

-Por quê?, -ele responde, apoiando o corpo sobre o dela.

Ela sabia que não deveria permitir aquela situação, mas algo não estava certo com ela. Era como se seu corpo estivesse reagindo ao meio-irmão. Isso não estava certo; Ela devia ter perdido a razão.

A língua de Eduardo penetrou em sua boca, preenchendo-a completamente. O corpo de Marlyn começou a ceder sem sua aprovação. Aquele beijo foi intenso demais, ainda mais apaixonado do que o primeiro que ele lhe dera no corredor.

Ela sentiu Eduardo apertar seus pulsos, trazendo-os acima de sua cabeça enquanto continuava a beijá-la ardentemente. Ao mesmo tempo, seus quadris se acomodaram entre suas coxas com tanta habilidade que a fez esquecer que o que estavam fazendo era errado.

-Você não vai me chamar de idiota de novo. - Marlyn abriu os olhos para olhar para Eduardo.

-Por que você está fazendo isso?

-Porque eu sinto vontade, -ele respondeu sério, olhando em seus olhos.

-Você ouviu seu pai. Eu sou sua meia-irmã.

-Você não é minha maldita irmã.

Ele amolece os lábios de Marlyn com o polegar enquanto os olha com desejo. Então, ele olha para cima para encontrar os olhos dela.

-E já que você não tem meu sangue, eu posso te usar como eu quiser. - Naquele momento, Marlyn franze a testa diante daquelas palavras horríveis.

-O quê?

-Assim como sua mãe usa meu pai, eu te uso como eu quiser.

-Que diabos você está dizendo?

Marlyn tenta empurrar Eduardo para longe dela, mas não consegue movê-lo nem um pouco. Ele repousa o corpo sobre o dela enquanto a morena se contorce de todas as maneiras possíveis.

-Você fará o que eu disser, quer você goste ou não.

-Eu nem sonharia em fazer o que você quiser. Não pretendo me submeter aos seus caprichos.

-Meu pai se submete aos da sua mãe. Por que você não pode se submeter aos meus?

-Não é assim.

A jovem tentou se mover, mas Eduardo era tão grande e pesado que ela franziu a testa, notando como ele mantinha um sorriso cruel nos lábios. Ela nunca imaginou que o filho do marido de sua mãe seria daquele tipo.

-Vou contar tudo ao seu pai e veremos o que ele tem a dizer. - Eduardo apertou os pulsos dela com mais força, fazendo-a franzir a testa. -Ah! Você está me machucando.

-Você não vai contar nada ao meu pai nem à sua mãe, porque, se contar, serei forçado a arruinar a atuação da sua querida mãe, que é uma espécie de esposa afogada.

Essas palavras tiveram um grande impacto em Marlyn, já que o Sr. Claudio era muito importante para sua mãe. Ela já havia percebido há algum tempo que sua mãe estava apaixonada por aquele homem e que estar casada com ele lhe trouxera felicidade.

-Não! -exclamou ela, com os olhos cheios de medo. -Você não pode fazer isso.

Essas palavras temerosas confirmaram a Eduardo que ele não estava enganado; a nova esposa de seu pai era apenas uma mulher vulgar e egoísta em busca de uma boa posição social e, muito provavelmente, da fortuna que pertencia ao velho.

Eduardo cerrou os dentes ao perceber que aquela garota e sua mãe não passavam de hipócritas.

-Se você não quer que eu destrua o império da sua mãe, fará tudo o que eu mandar, entendeu?

-Fazer o quê?, -perguntou ela no momento em que sentiu os dedos dele roçarem seus lábios.

-O que eu quiser!, -murmurou ele contra os lábios dela.

Marlyn não sabia mais o que fazer. Aquele homem parecia estar falando sério. A presença da mãe e a dela não eram agradáveis para ele. Era evidente que ele não concordava com o novo casamento do pai dela.

-Você não pode. Seu pai quer que a gente se dê bem

-E vamos nos dar bem! Mas do meu jeito, Marlyn. -A menção do nome dele a petrificou, provocando arrepios que a impediam de pensar. -É melhor você cooperar, ou as coisas vão piorar para o casamento da sua mãe.

-É o casamento do seu pai também. Você estaria arruinando a felicidade dele.

-Felicidade? Você acha que é?

Ela franziu a testa. Não entendia aquele homem. Era como se ele odiasse a felicidade dos outros. Ele não gostava de ver o pai feliz? Ele estava sempre sorrindo.

-Vou expor você e sua mãe, e quando isso acontecer, meu pai vai perceber que vocês não são as pessoas que ele pensava que eram, e muito em breve vocês dois estarão fora da vida do Claudio e desta casa.

Suas palavras fizeram Marlyn explodir de raiva. Eduardo estava determinado a arruinar a felicidade da mãe, e ela não ia deixar isso acontecer.

Marlyn finalmente empurrou Eduardo com toda a sua força. A jovem se levantou rapidamente para abrir a porta do quarto.

-Quero que você saia do meu quarto. -Eduardo a olhou seriamente da cama, mas acabou se levantando e caminhando em sua direção com passos firmes.

-Ainda não terminamos com isso, sabia? - Marlyn baixou o olhar, incapaz de manter contato visual com ele. - E lembre-se do que eu te disse.

Eduardo saiu do quarto dela, e foi então que a jovem fechou a porta. Ao fazê-lo, engoliu em seco e olhou para as mãos trêmulas dela. Soltou a respiração suspensa e piscou várias vezes para tentar processar o que havia acontecido.

Em seguida, ela roça os lábios com os dedos e revive aquele momento em que Eduardo a beijou com tanta paixão. Marlyn franze a testa enquanto balança a cabeça.

-Por que ele fez isso? -Ela olha para cima e vê a porta fechada.

Enquanto isso, o CEO ainda estava parado no corredor, olhando para a ponta dos sapatos. Ele não entendia por que diabos beijou aquela garota, franziu a testa.

-O que aconteceu comigo?

Ele se lembra daquele momento em que a viu descendo as escadas. Não sabia por quê, mas naquele exato momento, queria levá-la para a cama e fazer amor com ela até a exaustão. E esses desejos não eram típicos dele.

Após o divórcio, seu desejo por mulheres tornou-se cada vez mais escasso; na verdade, ele não estava namorando ninguém. Mas Marlyn vira o rosto para olhar a porta por cima do ombro. Ela...

-Ela é apenas a filha de uma mulher em busca de fortuna. -Ela cerra os punhos; não podia se deixar seduzir por aqueles beijos. Preciso manter a compostura com aquela garota.

Ele tensiona o maxilar e se dirige para as escadas...

[...]

No dia seguinte, Marlyn deveria frequentar a nova universidade, onde Claudio facilmente conseguiu uma vaga para ela. Segundo o homem que estudou lá com seu filho, a jovem revira os olhos ao se lembrar do meio-irmão irritante.

-Ele é só um pervertido.

Ela pega a mochila, dá uma última olhada no espelho e sai do quarto. Ao descer as escadas, alguém entra na casa e, enquanto observa o meio-irmão, seu coração, sua vagina, seu corpo e cada pelo do corpo se arrepiam.

Marlyn o observa, e ele a observa. Ela o nota colocando as mãos nos bolsos enquanto a observa descer. Ela se pergunta o que diabos ele está fazendo tão cedo naquela casa. Ela sabia que ele era filho do dono, mas será que ele estava preso lá 24 horas por dia, 7 dias por semana?

Isso sim poderia ser um problema sério...

-Que pontualidade.

-Nem fale comigo.

-Filho, Marlyn, bom dia. Você está pronto para o seu primeiro dia de aula?, -diz o velho, e um pouco depois a mãe de Marlyn aparece.

-Sim, estou indo. Até mais. -Ela se despede da mãe e faz menção de ir embora.

-Ah, não! Meu filho se ofereceu para te levar para a faculdade, já que é um pouco longe e também fica no caminho para a empresa dele.

-Todos os dias?, -pergunta ela, incrédula, enquanto olha para o velho, que não estava cooperando com ela, e depois para a mãe, que assentiu como se estivesse dando sua aprovação. O que eles não sabiam era que aquele homem praticamente queria transar com ela.

Marlyn lambe os lábios com um meio sorriso...

-Você tem algum problema?, -pergunta Eduardo, sério, o que lhe causa arrepios. -Comigo é a mesma coisa, não vejo por que não levar minha irmãzinha.

-Gosto que eles estejam tentando se entender.

-Sim.

Ela só conseguiu dizer isso porque por dentro estava gritando como uma louca e, além disso, aquela sensação de formigamento na vagina era muito desconfortável e irritante.

-Então devemos ir. Tenho uma reunião importante esta manhã. Pai, Mirella. -Eduardo volta sobre seus passos e sai de casa enquanto Marlyn fica pensando no que fazer.

-Filha, você está atrasada.

-Sim, sim, me desculpe...

Uma vez dentro do carro, Marlyn olhou pela janela, sentindo que a presença de Eduardo era muito poderosa, preenchendo todo o carro.

-Então você não queria vir comigo.

-Eu não quero ter que falar com você. Quanto menos eu falar, melhor.

-Isso não parece justo. O que sua mãe pensaria?

Ela cerrou os dentes; ele estava apenas a chantageando para seu próprio benefício. Ele era um canalha sem coração.

-Não sei por que você está fazendo isso.

Marlyn percebe que Eduardo está diminuindo a velocidade, o que a faz franzir a testa. Então ele para o carro, e é aí que ela fica muito, muito nervosa e ansiosa, sem saber por quê.

-O que você está fazendo? Eu tenho aula bem cedo e você tem uma reunião...

-Eu sou a chefe. Todos podem me esperar. -Ela o olha com o canto do olho, vislumbrando aqueles olhos castanhos.

-Por que você parou?

Eduardo olha para Marlyn, observa seu rosto mais de perto, e aquele rosto inocente é tão impressionante. Seu cabelo castanho preso em um rabo de cavalo alto e aquelas poucas sardas em seu rosto se destacam bastante, combinando perfeitamente com aqueles olhos cinzentos.

-Você é filha única? -Marlyn franze a testa e finalmente concorda. -Onde está seu pai?

-Ele abandonou minha mãe quando eu nasci, -Eduardo franze a testa, então ela era a protegida de Mirella.

O que significava que sua meia-irmã era virgem.

Ele sorri; a situação tinha ficado muito mais interessante do que antes.

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