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Capítulo 5 5

KALEL

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.

No dia seguinte, acordei com batidas na porta, abri os olhos atordoado, e me lembrei dos motivos que me fizeram dormir no escritório.

Caminhei até a porta e vi o olhar de estranhamento da minha filha.

Valentina: O que houve papai? Por quê dormiu no escritório?

A minha vontade era de contar a verdade, e avisá-la que eu não queria mais a amiga dela dormindo em nossa casa, mas a Sofia apareceu bem na hora, e olhou pra mim e eu fiquei paralisado, não consegui pronunciar nenhuma palavra.

Valentina: Papai? Onde você está com a cabeça ?

- Desculpa minha filha, eu ainda estou sonolento, eu acabei pegando no sono, foi apenas isso.

A Sofia se aproximou da porta e ficou do lado da Valentina, me encarando com uma inocência falsa.

Sofia: Sua cara não está nada boa tio Kalel, parece que não dormiu muito bem.

Valentina: Ele disse que apenas pegou no sono, mas realmente não deve ter dormido bem nessa poltrona.

- Eu vou tomar um banho e já volto pra tomar café da manhã, com licença.

Eu fechei a porta do meu escritório e fui pro meu quarto, evitando ao máximo olhar pra Sofia, eu havia colocado na minha cabeça que eu jamais poderia permitir que outra situação daquelas voltasse a acontecer.

Eu tirei a roupa, liguei o chuveiro, regulei a temperatura da água, e me molhei, mas tomei um enorme susto quando notei um par de olhos me observando através do reflexo do vidro.

- Que diabos você está fazendo aqui Sofia? retire-se por favor.

Eu procurei o meu roupão, mas de alguma forma ela já havia se livrado dele.

Ela desceu o olhar até o meu pênis, e a minha primeira reação foi usar as minhas mãos na tentativa de me cobrir.

Sofia: O seu pau é tão grande Tio Kalel, é muito maior do que eu imaginei.

- Você está passando de todos os limites Sofia, e se você continuar agindo assim, vou passar a proibir a sua vinda nessa casa.

Ela se aproximou de mim, e ficou difícil de engolir a saliva de tão tenso que eu estava.

- Se afaste menina, a Valentina pode entrar aqui a qualquer momento, você perdeu o juízo?

Sofia: Eu quero saber como você é na cama Tio Kalel, por favor, me mostre.

O corpo dela estava tão próximo ao meu, que era inevitável não olhá-la.

A boca dela tão carnuda e atrativa, com lábios aparentemente tão hidratados e macios, era um prato perfeitos preparado pelo próprio diabo.

Ela voltou a pegar na minha mão, que antes estava me cobrindo, e colocou por de baixo da saia dela, e fez os meus dedos encostarem na calcinha dela como na noite anterior.

Nesse momento o meu pênis reagiu, o que pra mim foi um verdadeiro constrangimento.

Mais uma vez eu puxei a minha mão, me desviei dela e caminhei rapidamente até o meu closet, peguei um outro roupão e me cobri.

Ela saiu do banheiro e ficou me encarando com um sorriso maquiavélico, quando ouvimos a voz da Valentina chamando por ela.

Foi inevitável não me desesperar, afinal a minha filha jamais iria entender o motivo da Sofia estar no meu quarto, e poderia pensar que eu havia a induzido a fazer algo comigo, coisa que jamais passou pela minha cabeça.

- Saia daqui agora!

Falei com uma raiva reprimida, mas na verdade a minha vontade era de puxá-la pelo braço e expulsá-la do meu quarto, da minha casa e das nossas vidas.

Sofia: Nós terminaremos isso depois, Tio Kalel.

Ela falou, enquanto se retirava do meu quarto e o ar de alívio voltou a circular em meus pulmões.

Eu olhei pro meu pênis, que estava pulsando por debaixo do roupão, e lutei contra mim mesmo pra não me masturbar, se eu me masturbasse, estaria mostrando a mim mesmo o quanto eu era pervertido, por atribuir o meu prazer a uma garota que tinha quase a mesma idade que a minha filha.

Eu sentei na cama, respirei fundo e tentei me conter.

Valentina: Papai? Você não vai nos acompanhar no café da manhã?

Minha filha perguntou ao bater na porta.

- Me desculpe Valentina, mas eu já estou atrasado pra ir pro hospital, podem tomar café sem mim.

Eu ainda tinha um tempo, daria muito bem pra tomar café da manhã antes de ir trabalhar, mas depois de tudo o que havia acontecido, era impossível sentar a mesa na presença da Sofia, eu não conseguiria agir tranquilamente, e correria um enorme risco da minha filha perceber tudo.

Eu me arrumei, fui ao meu escritório e peguei a minha bolsa, e passei pela cozinha pra me despedir da minha filha, eu tentei ignorar a Sofia, mas ela fez questão de falar comigo.

Sofia: Bom trabalho, Tio Kalel.

Eu agradeci sem olhá-la nos olhos, dei as costas e saí.

Eu passei todo o caminho até o hospital pensando em uma forma de me livrar dela, mas a Valentina já estava muito apegada a ela, e com a frequência dos treinos, a Valentina passou a ter mais tempo com a Sofia do que com as outras amigas.

- Talvez com o fim do ano letivo e com a responsabilidade com a faculdade, esses encontros entre elas duas sejam menos frequentes.

Falei pra mim mesmo, tentando me convencer que isso seria uma solução, que a Valentina estaria tão ocupada que mau teria tempo pra sair, ou pra treinar, que a falta de tempo iria afastar as duas.

Eu me senti com a consciência pesada, afinal depois que a minha amada esposa morreu, a Valentina só passou a ter alegria novamente depois que começou a treinar futsal, faziam anos que eu não a via tão disposta e feliz, a alegria dela passou a me contagiar, me deixou mais ativo em meu trabalho, e melhorou inclusive o clima sombrio que havia em nossa casa.

Apesar de saber disso, afastá-la da Sofia era a coisa certa a fazer, pois ela representava um enorme risco pra nossa família, risco esse que eu não estava nenhum pouco afim de correr.

A nossa felicidade não poderia depender da Sofia.

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