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O Segredo da Nova Babá do CEO
img img O Segredo da Nova Babá do CEO img Capítulo 7 A festa de gala
7 Capítulo
Capítulo 10 A dívida de sangue img
Capítulo 11 A nova jaula img
Capítulo 12 Ecos do trauma img
Capítulo 13 O dojo img
Capítulo 14 Invasão de privacidade img
Capítulo 15 O predador no vapor img
Capítulo 16 A víbora img
Capítulo 17 Dormindo com o inimigo img
Capítulo 18 Terapia de choque img
Capítulo 19 A voz da inocência img
Capítulo 20 Mãos livres img
Capítulo 21 Espionagem corporativa img
Capítulo 22 O jantar de negócios img
Capítulo 23 A armadilha da víbora img
Capítulo 24 O preço da verdade img
Capítulo 25 Invasão reversa img
Capítulo 26 Sincronia de sangue img
Capítulo 27 O preço do ar img
Capítulo 28 Instinto primitivo img
Capítulo 29 A amadora armada img
Capítulo 30 O interrogatório img
Capítulo 31 O cadáver no pátio img
Capítulo 32 A suíte presidencial img
Capítulo 33 Monstros debaixo da cama img
Capítulo 34 A burocracia da mentira img
Capítulo 35 Inimigos íntimos🌶️ img
Capítulo 36 O vestido da discórdia img
Capítulo 37 O tapete vermelho img
Capítulo 38 O jogador nº 3 img
Capítulo 39 A dança da distração img
Capítulo 40 O lance de cinquenta milhões img
Capítulo 41 O cofre humano img
Capítulo 42 Diamantes e impressão img
Capítulo 43 O trajeto infernal img
Capítulo 44 Preliminares de guerra img
Capítulo 45 A nova digital img
Capítulo 46 Café da manhã com algemas invisíveis img
Capítulo 47 O cavalo de tróia img
Capítulo 48 A revista do coelho img
Capítulo 49 A engenharia da fuga img
Capítulo 50 A última ceia img
Capítulo 51 O fantasma do hotel img
Capítulo 52 Queima de arquivo img
Capítulo 53 O predador acorda img
Capítulo 54 Fogo cruzado img
Capítulo 55 A escolha img
Capítulo 56 O retorno img
Capítulo 57 A manhã seguinte img
Capítulo 58 A sala de guerra img
Capítulo 59 A cicatriz invisível img
Capítulo 60 O perigo da calmaria img
Capítulo 61 O jogo de espelhos img
Capítulo 62 O martelo e o bisturi img
Capítulo 63 O ensaio geral img
Capítulo 64 Show em Wall Street img
Capítulo 65 O falso triunfo img
Capítulo 66 A bomba atômica digital img
Capítulo 67 O gatilho morto img
Capítulo 68 O convite do rato img
Capítulo 69 A isca e o anzol img
Capítulo 70 A Rainha fica img
Capítulo 71 O preço da cabeça da Rainha img
Capítulo 72 A queda da fortaleza de vidro img
Capítulo 73 Um passeio em família img
Capítulo 74 O santuário de ferro img
Capítulo 75 O coração traidor img
Capítulo 76 Nas sombras img
Capítulo 77 Emboscada img
Capítulo 78 Sangue no mármore img
Capítulo 79 O coelho na toca img
Capítulo 80 A chuva de pedra img
Capítulo 81 O arquiteto da dor img
Capítulo 82 O sacrifício img
Capítulo 83 O anjo da morte img
Capítulo 84 A cavalaria img
Capítulo 85 O peso da vida img
Capítulo 86 O funeral no papel img
Capítulo 87 A síndrome da paz img
Capítulo 88 O santuário em construção img
Capítulo 89 A chave do meu coração img
Capítulo 90 A união img
Capítulo 91 Mãos leves em Positano img
Capítulo 92 O rei de copas em uma jaula de papel img
Capítulo 93 Rotina de alto risco img
Capítulo 94 Código azul img
Capítulo 95 Lembranças ruins img
Capítulo 96 A arte do caos img
Capítulo 97 O grito da vida img
Capítulo 98 O primeiro aniversário img
Capítulo 99 Relíquias img
Capítulo 100 O roubo perfeito img
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Capítulo 7 A festa de gala

O vestido pesava sobre a cama como uma sentença de morte. Era seda azul-meia-noite, com uma fenda que gritava perigo e um decote que desafiava a gravidade. Não era roupa de babá. Era roupa de esposa troféu. Ou de isca.

Jinx encarou o tecido, o coração batendo um ritmo irregular contra as costelas ainda doloridas da sua hiperpirexia da noite anterior.

- O Sr. Vale insistiu - a voz anasalada da Sra. Potts veio da porta. A governanta segurava uma caixa de joias com o desdém de quem segura lixo radioativo. - Ele disse que a "Sarah" precisa estar apresentável para acompanhar a Srta. Luna. A imprensa estará lá embaixo. Sem roupas de mendiga hoje.

Jinx engoliu em seco. Maldito Aeron. Ele a estava cercando.

- Claro - Jinx forçou a voz doce de Sarah, embora seus punhos estivessem cerrados. - Não quero envergonhar o Sr. Vale.

Assim que a porta bateu, a doçura sumiu. Jinx correu para o espelho. O plano era simples: descer, misturar-se à multidão de tubarões corporativos, localizar o chip - que Aeron, em sua arrogância suprema, exibiria no centro do salão como um troféu - e sumir antes da sobremesa.

Luna estava segura com a Sra. Potts na área infantil VIP. Era a brecha perfeita.

Jinx despiu o jeans surrado que estava usando. O corpo pálido ainda tinha marcas fracas da febre, mas os músculos reagiram instintivamente quando ela vestiu a seda. O tecido deslizou como uma segunda pele em seu corpo. Feito sob medida. Como ele sabia minhas medidas exatas? O pensamento enviou um calafrio espinhal.

Ela olhou para os óculos de grau falsos na penteadeira. Se ela os colocasse, estragaria o disfarce de "acompanhante de gala". Se não colocasse, ficaria exposta.

- Dane-se - sussurrou.

Ela prendeu o cabelo num coque frouxo, deixando fios soltos desenharem seu pescoço, e aplicou um batom vermelho sangue que encontrou no fundo da sua bolsa de emergência (a única coisa que Aeron não tinha confiscado totalmente).

Quando Jinx se olhou no espelho, Sarah não estava lá. A mulher que a encarava de volta era uma ladra internacional prestes a realizar o maior roubo de Nova York.

Ela desceu as escadas.

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O salão principal da cobertura estava irreconhecível. Lustres de cristal gigantes, garçons com bandejas de prata e a elite financeira fingindo fazer caridade. Os olhos de Jinx mapearam o ambiente: Segurança na saída norte, dois armados perto da cozinha, câmeras rotativas a cada trinta segundos.

E então, no centro, dentro de uma redoma de vidro blindado cercada por laser invisível: o Chip. Pequeno, prateado, pulsando com dados que valiam bilhões.

- Senhorita Jenkins?

A voz grave vibrou diretamente na base da coluna de Jinx.

Ela travou. Girou nos calcanhares, devagar.

Aeron Vale estava a um metro de distância. E ele estava devastador. O smoking preto de corte italiano parecia incapaz de conter a largura dos ombros dele. A barba por fazer tinha sumido, revelando a linha brutal do maxilar. Mas eram os olhos que a prenderam.

Eles não estavam frios dessa vez. Eles estavam em chamas.

Aeron parou de respirar por um segundo. A taça de champanhe em sua mão inclinou perigosamente. Ele varreu o corpo dela, dos saltos agulha até a curva exposta do pescoço, parando nos lábios vermelhos. A "babá desastrada" tinha evaporado.

- Sr. Vale - Jinx baixou os cílios, tentando recuperar a personagem. - Espero não estar... exagerada. A Sra. Potts disse...

Aeron deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal dela com uma autoridade que a deixou sem ar. Aquele cheiro dele - que começou a ser familiar - invadiu os sentidos dela, anulando seu raciocínio lógico.

- Exagerada? - A voz dele era rouca, baixa. - Você está um perigo, Sarah.

O uso do nome falso soou como uma acusação.

Uma valsa começou a tocar. A orquestra preenchia o ambiente, abafando as conversas alheias.

- Onde está Luna? - Jinx perguntou, recuando um passo. Ela precisava sair de perto dele. A atração era uma falha de segurança. Ela precisava focar no chip.

- Segura. Dormindo no quarto anexo - Aeron não desviou o olhar. Ele estendeu a mão. A palma era larga, calejada, cheia de cicatrizes de quem lutou guerras que ninguém viu. - Dance comigo.

Não foi um pedido.

- Eu não acho apropriado, senhor. Sou sua funcionária.

- Hoje à noite, você é minha convidada. E eu não aceito não como resposta. Você sabe disso.

Antes que ela pudesse protestar, Aeron capturou a mão dela. Seu toque foi elétrico. Jinx sentiu a corrente subir pelo braço e explodir no peito. Merda.

Ela era treinada para resistir a tortura, mas o toque daquele homem desarmava suas defesas como se fossem feitas de papel.

Ele a puxou para o centro do salão. A outra mão dele pousou possessivamente na base das costas dela, queimando através da seda fina do vestido. Ele a puxou para perto. Perto demais. O corpo duro dele colidiu com o dela, e Jinx teve que reprimir um suspiro trêmulo.

Eles começaram a se mover. Aeron conduzia com uma precisão militar, mas com uma fluidez predatória.

- Você se move bem para quem vive tropeçando nos próprios pés - murmurou ele, o rosto próximo ao ouvido dela.

Jinx endureceu. Erro tático. Sarah deveria ter pisado no pé dele.

- Tive boas aulas na escola pública - ela mentiu rápido, o coração batendo na garganta. - Valsa era obrigatório.

- Mentira - Aeron sussurrou. A palavra pairou entre eles. Ele a girou, o movimento fazendo o vestido de seda rodopiar e roçar nas pernas dele. - Eu investiguei sua escola, Sarah. Eles não tinham programa de dança.

O sangue de Jinx gelou. O chip estava a dez metros, brilhando, como se estivesse zombando dela. Mas a verdadeira armadilha estava nos braços do homem que a segurava.

- Talvez eu tenha aprendido assistindo filmes - ela tentou, desviando o olhar para a lapela do smoking dele. - Por que tantas perguntas, Sr. Vale?

Aeron parou o movimento abruptamente no meio do salão. As outras pessoas continuaram dançando ao redor deles como borrões de cores, mas ali, naquele metro quadrado, o tempo parou.

Ele soltou a mão dela e segurou seu queixo, forçando-a a encará-lo. Os dedos dele eram firmes, mas o toque no rosto dela foi quase... reverente. Seus olhos vasculhavam os dela, procurando a verdade por trás das íris claras.

Ele aproximou o rosto. Jinx sentiu a respiração quente dele contra seus lábios. A tensão sexual era tão densa que poderia ser cortada com uma faca. Ela deveria empurrá-lo. Ela deveria correr para roubar o chip.

Mas ela não se moveu. O desejo dela traiu sua missão. Ela queria que ele a beijasse. Deus, como ela queria.

Aeron roçou o nariz no dela, uma carícia íntima que fez os joelhos de Jinx tremerem.

- Porque nada em você faz sentido - ele sussurrou, a voz carregada de uma suspeita sombria e um desejo incontrolável. - Seus calos, seus reflexos, o jeito como minha filha confia em você... e o jeito como você me olha agora.

Ele deslizou a mão das costas dela para a nuca, prendendo-a ali.

- Quem é você, Sarah? - os olhos dele perfuraram a alma dela. - Sinto que estou dançando com uma estranha que pode me destruir.

[FIM DO CAPÍTULO]

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Nota da autora: Ele sabia as medidas exatas dela. 👗 Isso é sexy ou assustadoramente possessivo? O Aeron marcou território no meio do salão como se ela fosse propriedade dele. A "babá" morreu, nasceu a acompanhante de luxo.

Teoria da Conspiração: O Aeron planejou levar ela para o baile para usá-la de isca para os rivais?

Comentem "POSSESSIVO" 💍 se vocês amaram essa atitude dominadora!

O roubo acontece no próximo capítulo! Será que ela consegue pegar o chip com ele respirando no pescoço dela? Corram para ler!

Ravenna V.

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