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Presa a um rei cruel
img img Presa a um rei cruel img Capítulo 4 Entregue aos Urekai
4 Capítulo
Capítulo 7 Escrava Amie img
Capítulo 8 Senhora Lívia img
Capítulo 9 O Grande Salão img
Capítulo 10 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 11 img
Capítulo 12 img
Capítulo 13 img
Capítulo 14 Príncipe Emeriel img
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Capítulo 17 O calor de Emeriel img
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Capítulo 19 img
Capítulo 20 20. img
Capítulo 21 Merilyn img
Capítulo 22 Merilyn img
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Capítulo 26 img
Capítulo 27 Lorde Vladya, o Grande img
Capítulo 28 img
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Capítulo 30 img
Capítulo 31 img
Capítulo 32 Um momento de alívio img
Capítulo 33 Aekeira descobre as marcas de Emeriel img
Capítulo 34 Emeriel img
Capítulo 35 Grande lorde Vladya img
Capítulo 36 img
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Capítulo 38 img
Capítulo 39 img
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Capítulo 42 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 43 img
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Capítulo 45 Emeriel img
Capítulo 46 img
Capítulo 47 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 48 img
Capítulo 49 O domínio da fera img
Capítulo 50 Mestra Sinai img
Capítulo 51 img
Capítulo 52 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 53 A besta que Daemonikai se tornou img
Capítulo 54 img
Capítulo 55 img
Capítulo 56 A intervenção do lorde img
Capítulo 57 img
Capítulo 58 img
Capítulo 59 img
Capítulo 60 Sessenta img
Capítulo 61 img
Capítulo 62 Aekeira img
Capítulo 63 img
Capítulo 64 O plano de Sinai para o garoto img
Capítulo 65 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 66 img
Capítulo 67 img
Capítulo 68 img
Capítulo 69 img
Capítulo 70 img
Capítulo 71 img
Capítulo 72 Um refúgio inesperado img
Capítulo 73 img
Capítulo 74 Aekeira img
Capítulo 75 img
Capítulo 76 O ódio e a atração img
Capítulo 77 img
Capítulo 78 Misto img
Capítulo 79 Uma perspectiva mista img
Capítulo 80 A prisioneira de Ravenshadow img
Capítulo 81 img
Capítulo 82 Grande lorde Vladya img
Capítulo 83 Capítulos 83 e 84 img
Capítulo 84 img
Capítulo 85 Aekeira img
Capítulo 86 Aekeira img
Capítulo 87 img
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Capítulo 89 img
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Capítulo 91 img
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Capítulo 93 img
Capítulo 94 img
Capítulo 95 O chamado de Emeriel img
Capítulo 96 Último capítulo da primeira parte img
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Capítulo 4 Entregue aos Urekai

Príncipe Emeriel.

Depois que saíram do tribunal, Aekeira chorou por mais de uma hora.

No início, ela estava com raiva, gritando com Emeriel por sua decisão tola. Então, ela desabou, chorando como se seu coração estivesse se despedaçando. Por fim, eles ficaram sozinhos em um pequeno quarto no barco.

Emeriel permaneceu em silêncio durante o colapso da irmã, enquanto o peso da sua decisão finalmente se fazia presente.

Pelos deuses, agora ele era um escravo. Inferior a um plebeu, e até mesmo a um servo. E não era um escravo qualquer, mas um escravo dos Urekai. Ou de muitos deles, Emeriel ainda não sabia.

Ele teria que servir a esses seres cruéis e impiedosos que desprezavam os humanos.

"Você é um rapaz bonito, não faltarão mestres para você servir."

Um arrepio percorreu a espinha de Emeriel ao pensar que eles iriam violar seu corpo.

O que ele sempre sonhou finalmente se tornaria realidade. Só que agora, não seria apenas uma fera, mas várias, quantas seu mestre quisesse.

Eles o abririam, o submetendo a esse ato terrível e perverso.

Emeriel engoliu a bile que subia pela sua garganta, e sua respiração ficou presa quando o pânico se instalou.

"Respire, Em. Vamos lá", disse Aekeira, se aproximando e acariciando as costas dele. "Inspire... e expire... vamos, Em."

A voz de Aekeira era gentil e reconfortante, não dando a Emeriel outra escolha a não ser seguir seu som.

Aekeira continuou acariciando as costas dele. "Bom garoto. Esse é meu garoto."

De repente, dois Urekai entraram e os forçaram a tomar uma pílula.

"Eles não teriam pago todo aquele dinheiro só para matá-los antes mesmo de se tornarem escravos, não é?", pensou Emeriel enquanto a engolia.

Minutos depois, os dois caíram inconscientes no chão.

Muito tempo depois, Emeriel acordou com o solavanco da carruagem. Sua cabeça estava tonta e seus sentidos desorientados, o fazendo piscar várias vezes para ajustar sua visão.

Eles haviam sido forçados a tomar uma pílula.

Se levantando, ele foi até a janela de madeira da carruagem e a abriu, soltando um suspiro.

Eles estavam na terra dos Urekai, e Emeriel podia ver dezenas deles por toda parte.

Mas o que o deixou de queixo caído foram os humanos.

Havia muitos à vista, e o número de mulheres era quase igual ao de homens.

Todos sabiam que os Urekai haviam capturado e mantido vários humanos em cativeiro após a guerra, mas a quantidade que ele via superava suas expectativas.

E todos eles eram escravos.

Alguns trabalhavam nos campos, com seus corpos cansados curvados sob o peso do trabalho. Outros carregavam cargas pesadas, e seus músculos se contraíam a cada passo, sob os olhos atentos dos Urekai.

Alguns Urekai seguravam chicotes, enquanto outros seguravam espadas. Essa visão revirou o estômago de Emeriel, o deixando enojado.

"Será que essa será nossa vida a partir de agora?"

O gemido de Aekeira ao acordar ecoou atrás dele, o fazendo se virar rapidamente para a irmã, com a preocupação estampada no seu rosto.

"Você está bem, Kiera?", ele perguntou em um tom baixo.

Aekeira assentiu com a cabeça, esfregando os olhos. "Onde estamos?", ela perguntou, enquanto seus olhos percorriam o ambiente ao redor.

"No reino deles, Urai", sussurrou Emeriel, para que o condutor da carruagem não ouvisse.

Juntos, eles observaram a enorme fortaleza à frente, enquanto a carruagem se dirigia a ela.

"Este lugar parece bastante luxuoso", disse Aekeira.

Emeriel assentiu com a cabeça. Como membros da realeza, eles conheciam bem o luxo, mas isso estava em um nível totalmente diferente.

O que levantava a questão...

Quem eram exatamente os homens que os compraram? E se eles não fossem os mestres dele e da irmã, então quem era...?

*******

Após passarem por vários cômodos e corredores, eles foram levados para uma sala vazia.

"Este será o seu quarto por enquanto", anunciou um soldado.

O quarto era surpreendentemente espaçoso e decorado com bom gosto.

Pouco depois de os soldados saírem, eles ouviram passos se aproximando, ficando cada vez mais próximos.

De repente, a porta se abriu. Uma mulher humana mais velha entrou, acompanhada por uma mulher humana mais jovem e três homens Urekai.

O olhar da mulher mais velha pousou em Emeriel, a fazendo arregalar os olhos. "Você é um homem muito bonito. Já vi muitos homens bonitos na minha vida, mas nem eu consigo pensar em um que seja metade tão bonito quanto você."

Se sentindo desconfortável, Emeriel deu um passo para trás, se refugiando atrás de Aekeira, que abriu os braços para protegê-lo dos olhares curiosos.

"Bom, é uma pena que você não seja quem viemos buscar", disse a mulher com desdém, se virando. "Preparem ela, rapazes. Amie, prepare o banho."

Os três homens se aproximaram de Aekeira e começaram a despi-la. Enquanto um tirava suas roupas, outro cuidava do seu cabelo, desfazendo os nós.

"O que estão fazendo?", perguntou Emeriel, preocupado.

"A preparando para o que está por vir", respondeu a mulher mais velha, sem nem se dar ao trabalho de olhar para ele. "Você pode ficar ou ir embora, não me importo. Mas se me incomodar, vou te denunciar aos soldados e te jogar na masmorra."

Várias perguntas surgiram na mente de Emeriel, mas um aceno de cabeça de Aekeira o fez se calar.

Ele observou impotente enquanto eles a despia, e a garota mais nova, Amie, preparava uma grande banheira cheia de água.

Por fim, Emeriel decidiu sair e explorar, vagando pelos corredores sem rumo. Ele seguiu um deles até uma passagem isolada que parecia escondida dos olhares.

Vozes ecoavam à distância, então ele se aproximou delas.

"O que faremos com o rapaz? Ele não fazia parte do plano", disse uma voz.

"Não me importo, Lorde Ottai. Talvez pensemos em algo depois. Por enquanto, vamos nos concentrar na garota. O mau tempo atrasou nossa viagem, eu esperava que voltássemos ontem", respondeu Lorde Vladya.

Com sua voz arrepiante e autoritária, Lorde Vladya acrescentou: "O tempo está se esgotando, ela precisa estar nas câmaras proibidas esta noite."

"Câmaras proibidas?"

Emeriel não gostou nada disso.

"Se acalme, Vladya. Aquela garota não conseguirá lidar com a fera", acrescentou Lorde Ottai.

"Não me importo. Eles fizeram suas escolhas, e agora terão que arcar com as consequências", disse Vladya com firmeza.

Um suspiro pesado se seguiu. "Seria cruel enviar aquela garota para servir a fera sem ter a menor ideia do que esperar. Sei que você não gosta de humanos, e, francamente, eu também não, mas podemos fazer melhor do que isso", argumentou Lorde Ottai.

"Faça o que quiser, Ottai. Conte tudo a eles ou não conte nada, não me importo. Se ela viver ou morrer, também não me importo. Vou colocar o belo príncipe em seguida e, se ele também morrer, pegarei a próxima carruagem para o próximo reino humano para escolher outra princesa para ele. Esse é o único aspecto que me preocupa."

Um silêncio caiu após a conversa, e a mente de Emeriel disparou com medo e descrença.

"Servir a fera? Morrer?"

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