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Presa a um rei cruel
img img Presa a um rei cruel img Capítulo 6 Servindo a fera
6 Capítulo
Capítulo 7 Escrava Amie img
Capítulo 8 Senhora Lívia img
Capítulo 9 O Grande Salão img
Capítulo 10 Grande Lorde Vladya img
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Capítulo 14 Príncipe Emeriel img
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Capítulo 17 O calor de Emeriel img
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Capítulo 20 20. img
Capítulo 21 Merilyn img
Capítulo 22 Merilyn img
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Capítulo 27 Lorde Vladya, o Grande img
Capítulo 28 img
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Capítulo 31 img
Capítulo 32 Um momento de alívio img
Capítulo 33 Aekeira descobre as marcas de Emeriel img
Capítulo 34 Emeriel img
Capítulo 35 Grande lorde Vladya img
Capítulo 36 img
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Capítulo 39 img
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Capítulo 41 img
Capítulo 42 Grande Lorde Vladya img
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Capítulo 45 Emeriel img
Capítulo 46 img
Capítulo 47 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 48 img
Capítulo 49 O domínio da fera img
Capítulo 50 Mestra Sinai img
Capítulo 51 img
Capítulo 52 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 53 A besta que Daemonikai se tornou img
Capítulo 54 img
Capítulo 55 img
Capítulo 56 A intervenção do lorde img
Capítulo 57 img
Capítulo 58 img
Capítulo 59 img
Capítulo 60 Sessenta img
Capítulo 61 img
Capítulo 62 Aekeira img
Capítulo 63 img
Capítulo 64 O plano de Sinai para o garoto img
Capítulo 65 Grande Lorde Vladya img
Capítulo 66 img
Capítulo 67 img
Capítulo 68 img
Capítulo 69 img
Capítulo 70 img
Capítulo 71 img
Capítulo 72 Um refúgio inesperado img
Capítulo 73 img
Capítulo 74 Aekeira img
Capítulo 75 img
Capítulo 76 O ódio e a atração img
Capítulo 77 img
Capítulo 78 Misto img
Capítulo 79 Uma perspectiva mista img
Capítulo 80 A prisioneira de Ravenshadow img
Capítulo 81 img
Capítulo 82 Grande lorde Vladya img
Capítulo 83 Capítulos 83 e 84 img
Capítulo 84 img
Capítulo 85 Aekeira img
Capítulo 86 Aekeira img
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Capítulo 91 img
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Capítulo 95 O chamado de Emeriel img
Capítulo 96 Último capítulo da primeira parte img
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Capítulo 6 Servindo a fera

Príncipe Emeriel

A noite havia descido sobre eles.

O rosto de Aekeira empalideceu ao ouvir tudo de Emeriel. Ela não havia dito uma única palavra há horas. Em vez disso, lágrimas escorriam de seus olhos.

Emeriel mal reconhecia Aekeira após o "tratamento" que Livia lhe dera.

Aekeira estava incrivelmente linda, bem arrumada e toda vestida com aquela peça minúscula de nada.

Ele desprezava o propósito por trás de sua transformação e temia a chegada iminente dos guardas Urekai, que em breve a levariam embora.

"Vamos fugir", Emeriel sugeriu com urgência. "Este lugar é vasto, e-"

Aekeira balançou a cabeça. "Não posso arriscar sua vida, Em. O Grande Lorde Vladya avisou sobre as graves consequências de tentar escapar. Além disso, se formos pegos, eles certamente descobrirão seu segredo quando o despirem para chicoteá-lo. Simplesmente não é uma opção."

Emeriel se aproximou da irmã e a sacudiu com firmeza. "Se controle, Aekeira! Você será forçada a servir um UREKAI em sua FORMA DE FERA! Um que perdeu a sanidade e permaneceu feral por mais de quinhentos anos! Você não pode se submeter a tal destino! Você vai morrer se fizer isso!", ele gritou.

"Não temos outra escolha!" Aekeira gritou de volta, "Não vou colocá-lo em perigo, Emeriel. Você não entende? Você é minha irmãzinha. Nossos pais arriscaram tudo para protegê-lo, e eu farei tudo o que puder para fazer o mesmo. Não porque você é um fardo, mas porque sou sua irmã mais velha, e eu te amo muito!"

Emeriel mordeu o lábio, lutando para conter as lágrimas. "E quem vai protegê-la, Aekeira? Quem vai garantir sua segurança?"

Os braços desesperados de Aekeira agarraram Emeriel, enquanto ela olhava nos olhos dele. "Eles nunca devem descobrir que você é uma garota, Emeriel. Nunca! Nem os humanos nem os Urekais podem saber."

A porta se abriu de par em par, anunciando o retorno de Livia, acompanhada pela jovem Amie e outro grupo de soldados Urekai.

"É hora. Vamos prosseguir", declarou Livia, com os olhos arregalados. "Não é aconselhável tocá-la agora. Você não quer deixar seu cheiro nela. Solte-a imediatamente."

"O que você quer dizer? O que vai acontecer se eu tocar minha irmã?" Emeriel perguntou, afastando-se rapidamente.

"A fera não deve detectar nenhum outro cheiro nela. Se ela sentir um cheiro que odeia, pode ficar ainda mais brutal – pode até despedaçá-la. É por isso que você não deve tocá-la, Emeriel."

Livia acenou com a cabeça para os homens levarem Aekeira para fora do quarto, e Emeriel os seguiu.

A jornada foi longa e silenciosa, com muitos desvios e curvas.

Eles passaram por escravos humanos e criadas Urekai dentro da vasta fortaleza, mas ao se aproximarem do destino, os rostos rarearam, e o ambiente ficou estranhamente silencioso.

Medo e arrepios tomaram Emeriel ao entrarem em um corredor assombrador.

Uma sensação estranha caiu sobre Emeriel, e o silêncio se tornou quase ensurdecedor. Parecia que caminhavam por um cemitério.

"É até aqui que vamos", sussurrou Livia na entrada do corredor. Você pode prosseguir a partir daqui, Aekeira."

Emeriel ignorou as palavras da chefe das criadas sobre não tocar a irmã e agarrou o braço de Aekeira com força.

"Não faça isso", implorou, balançando a cabeça vigorosamente.

Aekeira não se virou para olhá-lo, apenas puxou a mão com delicadeza e continuou adiante...

De volta aos aposentos, Emeriel começou a andar de um lado para o outro.

Ele coçava o braço, sentindo-se inquieto e irritado.

Tudo o que queria era que sua irmã permanecesse viva até o dia seguinte.

Ferida ou com dor, não importava, contanto que estivesse viva. Podia ser egoísta da parte dele, mas ele não conseguia se importar.

Mas enquanto andava, Emeriel se sentiu muito, muito estranho.

Quente. Tão quente.

Como se estivesse queimando por dentro.

***************** PRINCESA AEKEIRA

Os aposentos proibidos estavam envoltos em escuridão absoluta. Incapaz de ver qualquer coisa, o medo de Aekeira disparou.

Mas ela sentia que não estava sozinha. Algo a observava.

Arrepios se espalharam por seu corpo.

Com mãos trêmulas, Aekeira começou a se despir. Os Urekais possuíam visão noturna excepcional, então Aekeira tinha certeza de que essa fera a via claramente.

Apresente-se à fera. Você pode sobreviver se se apresentar bem.

Nua, ela caiu de joelhos, o corpo tremendo. Baixou o tronco até o ombro encostar no chão frio, abrindo as coxas para expor completamente suas partes íntimas.

Não apresente o ânus. A mulher mais velha havia instruído enquanto derramava quantidades generosas de líquido lubrificante na área íntima de Aekeira.

Não há consciência na fera. Apenas sexo, alimentação de sangue e morte.

Aekeira soltou um longo suspiro, tentando acalmar o corpo trêmulo.

Ele não vai se alimentar de sangue de você, o hospedeiro de sangue dele veio ontem.

Cuidadosamente, Aekeira evitou tocar as nádegas. Em vez disso, agarrou logo além delas, alcançando as dobras vaginais e as abrindo o máximo que sua posição permitia.

Um rosnado ecoou do quarto escuro.

Aekeira gritou, assustada. Soava muito mais próximo do que ela esperava...!

Tremendo como uma folha, ela fitou a escuridão à frente, aguardando o inevitável.

A posição era desconfortável, mas Livia havia instruído que ela a mantivesse pelo maior tempo possível.

Uma mão grande repousou em seu quadril pequeno. A sombra era enorme... uma figura imponente pairando atrás dela.

Aekeira prendeu a respiração, apavorada além do limite.

A fera cheirou-a. Então, parou.

Cheirou novamente.

O rosnado se intensificou... como se tivesse captado outro cheiro?

Antes que Aekeira pudesse pensar nisso, a fera pressionou o focinho frio em seu braço e inalou profundamente.

Era o mesmo lugar onde Emeriel a segurara antes de se separarem.

Um rosnado alto ecoou atrás de Aekeira.

Então, ele a montou, penetrando-a com força.

Ela gritou de agonia enquanto a grande fera a devastava sem piedade. Sem mente.

A dor era excruciante, diferente de qualquer coisa que já suportara.

Seus gritos reverberaram pelo silêncio, sacudindo as paredes.

A fera continuou cheirando seu braço, gemendo e rosnando. Queria mais daquele cheiro. Irritada, não conseguia obter mais...!

O ritmo era desumano, rápido e forte, como se quisesse penetrar a alma de Aekeira.

"Por favor!!!", ela gritou, sobrecarregada.

Seu corpo pequeno se sentia completamente consumido por ele. E ele realmente era uma fera.

Ela sentia as escamas duras contra a pele. Membros como troncos de árvore. Garras afiadas como adagas.

Temia que cortassem sua carne, dada a força com que a fera a segurava.

Ó deuses divinos, eu vou morrer!

********* Príncipe Emeriel Algo estava errado.

O que quer que estivesse acontecendo com Emeriel havia piorado na última hora. Mesmo antes dos gritos angustiados de Aekeira cortarem a noite.

Ele queria apenas correr para os aposentos proibidos e resgatar a irmã, mas o corpo doía tanto. Ele estava excitado também.

Em algum momento, Emeriel se despira. A sensação das roupas contra a pele ardente se tornara muito desconfortável.

Agora, ele jazia encolhido na cama, sofrendo outra onda de dor e excitação. Elas vinham em ondas.

"Não, não, por favor", ele choramingou ao sentir a dor.

A agonia contorcia seu corpo, fazendo-o enrijecer enquanto corria por ele... concentrando-se especialmente em suas partes íntimas.

As áreas femininas de Emeriel estavam engolfadas em chamas que se recusavam a apagar. A coceira era insuportável.

Coçar com os dedos, como Emeriel tentara repetidamente, só resultava em mais dor.

Quero me tocar ali embaixo.

Nunca fora um impulso que tivera antes, mas agora era tudo em que pensava. Exceto pelo pano branco que atava firmemente seus seios, ele estava completamente nu.

Mas até seus seios causavam desconforto. Com mãos trêmulas, Emeriel desatou a faixa peitoral. Cedendo ao instinto, acariciou os próprios seios, beliscando os mamilos.

Emeriel gritou com o doce prazer que o invadiu.

Não sei o que está acontecendo comigo.

Os gritos de Aekeira ecoaram ao longe, e ele gemeu. Nunca a ouvira gritar tão alto, tão agoniantemente.

Deuses, ele precisava salvar a pobre irmã antes que aquela fera a matasse.

Mas por mais que tentasse, Emeriel não conseguia mover o corpo dolorido.

"Alguém... me ajude", chorou, a mão beliscando desesperadamente os mamilos inchados.

Ó céus, o que há de errado comigo!?

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