A Irmandade acima de tudo -
img img A Irmandade acima de tudo - img Capítulo 4 A Irmandade acima de tudo -
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Capítulo 6 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 7 A Irmandade acima de tudo img
Capítulo 8 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 9 A Irmandade acima de tudo img
Capítulo 10 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 11 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 12 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 13 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 14 A Irmandade acima de tudo img
Capítulo 15 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 16 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 17 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 18 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 19 A Irmandade acima de tudo - img
Capítulo 20 A Irmandade acima de tudo - img
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Capítulo 4 A Irmandade acima de tudo -

Dmitri Milanovic

Com toda a tensão, o corte que fiz em meu

supercílio voltou a sangrar. Estava no quarto

refazendo o curativo quando Vladic surgiu.

- Deu um fim a Dembinsky?

Eu precisava pensar em qualquer coisa que

não fosse Kyara para não começar a perder a razão,

e só tentar fazer isso estava sendo difícil pra cacete.

- Sim, e descobri algumas coisas que...

Se eu não estivesse em meu estado

anormal teria descoberto, foi o que faltou ele dizer.

Apenas fechei a cara, não pela insubordinação, mas

porque ele estava correto. Eu estava deixando meus

sentimentos me dominarem, isso não podia

acontecer nunca.

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- O que você descobriu, Vladic?

- Você quer se sentar?

- Não sou a porra de uma mulherzinha -

olhei zangado para ele.

Isso. Eu tinha que me concentrar na raiva,

lutadores em competição faziam isso, ficavam na

raiva para buscar energia, por isso não era

incomum lutadores passarem semanas antes da luta

provocando um a outro, inflamavam as torcidas e

faziam com que eles mantivessem o foco de quem e

por que deveriam vencer.

- O que você descobriu? - perguntei,

agora com calma. Uma gota de sangue deslizou

pelo meu rosto e Vladic me analisou antes de

responder.

- Precisa ver esse corte. O Dr. Kushin

está lá embaixo, pode dar alguns pontos.

- Não precisava chamar o médico. Eu

mesmo poderia dar os pontos mais tarde.

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Será que como Boris, Vladic me achava

um fraco também?

- Não fiz só por você. Sei que é casca

grossa - explicou ele cruzando os braços - Fiz

por Kyara. Ela pode...

Mais uma vez ele não concluiu. Não

sabíamos como iríamos encontrar Kyara e ela

poderia realmente precisar de ajuda médica.

- Obrigado, Vladic - dessa vez me

sentei na cama esfregando meu rosto - Não pensei

nisso. Acho que não tenho pensado em muitas

coisas, além de encontrá-la logo. Você viu naquele

dia como o Boris olhava para ela. Não é só para me

atingir, ele a quer. Nesse momento, ele pode...

- Dmi, a Kyara sabe se cuidar - disse

Vladic colocando a mão em meu ombro - Lembra

como foi com a gente? Ela tem garras. Só precisa

se manter segura até a gente chegar.

Ele tinha razão, Kyara tinha unhas afiadas

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quando precisava ter, mas Boris era um louco,

somente uma mente insana tentaria algo como ele

fez, enfrentar e desafiar o Pakhan.

- Ele me ligou há pouco - informei a ele

- O Boris. O desgraçado riu na minha cara.

- Contou a Ivan?

- Entreguei o telefone para que tentasse

rastrear a ligação. O número era restrito.

Louco ou não, burro o Boris não era.

- Mas o que você descobriu com

Dembinsky? - voltei ao assunto principal da sua

vinda ao meu quarto - Ele disso algo ao sair que

não me interessei.

- Tem a ver com seu pai e Kamanev.

Ergui da cama em uma postura rígida.

- Você vai me dizer que...

- Isso mesmo - Vladic me interrompeu

- Foi o Boris que manipulou a Yasha para

envenenar o seu pai. Lembra que muitas coisas

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estranhas aconteceram naquele tempo? - houve

incêndios, furtos e mortes, até achamos que a

Tambovskaya estava agindo, mas o líder deles

alegou que não tinham nada a ver com os ataques

que estávamos recebendo - Foi apenas para o

manter distraído do seu pai. E o veneno fez parecer

infarto.

- Eliminar meu pai foi o primeiro passo

para que Boris chegasse onde ele queria - concluí

por fim - Agora, ele quer a Bratva e a Kyara

também. Tudo o que ele sempre mais quis estava

comigo. Mas ele não terá nenhum dos dois. E vou

fazer com que ele pague por ter dado uma morte

tão desonrosa ao meu pai.

- Pode ter certeza que estarei ao seu lado

quando isso acontecer - jurou Vladic.

Meus olhos estavam úmidos, mas não me

permiti liberar as emoções. Estava feito, otets

Milanovic estava morto ao lado de minha mat'; que

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os dois tivessem o descanso merecido.

Cheguei ao escritório e o Dr. Kushin me

encarou com seus olhos de texugo assustado. A

briga com Vladic deixaria Kyara chateada quando

me visse, mas com os devidos cuidados logo os

hematomas desapareceriam.

- Acho que vou precisar de pontos,

doutor.

- Não será o primeiro - ele fez uma

tentativa de gracejar, mas ao notar que nenhuma

expressão surgiu em meu rosto, ficou sério e

indicou a cadeira para que eu me sentasse enquanto

ele colocava sua maleta na mesa - Sei que pode se

remendar sozinho, sempre pôde.

Era parte de ser um guerreiro, e embora

não exercesse a função de um, precisava saber

como lutar, mas também como cuidar dos

ferimentos que recebia.

- Mas o Sr. Guriev também explicou que

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estou aqui de plantão para atender a futura Sra.

Milanovic. Esperamos que nada aconteça. Ela

estava tão feliz com o casamento. Espero que ela

esteja bem, principalmente no estado dela.

- Estado dela? - ele tinha acabado de

colocar a luva e estava com a seringa na mão

quando me virei bruscamente para ele - Que

estado?

Ele mesmo tinha garantido que Kyara

estava bem quando a consultou no dia que a

encontrei desmaiada no banheiro.

O Dr. Kushin ficou pálido e deu alguns

passos para trás. Vladic, que estava atrás, impediu

que se asfaltasse mais com o corpo servindo como

barreira.

- Fale logo, homem! - urrei ao ficar em

pé - O que a Kyara tem?

- Ela disse que iria contar na lua de mel

- disse ele nervoso, tremendo a agulha na sua mão

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- Mas eu pensei que iria contar logo. As mulheres

quase nunca conseguem guardar um segredo, ainda

mais um assim. Pensei que contaria no mesmo dia.

Ele estava enrolando para conseguir minha

piedade, mas só estava me deixando mãos irritado.

- Kushin?

- Ela vai ser a esposa do Pakhan, eu

também tenho que ter a confiança dela. Eu juro que

ela disse que ia contar.

Avancei até Kushin, disposto a arrancar a

confissão nem que fosse com meu punho enfiado

na garganta dele.

- Fale de uma vez - disse Vladic.

- Ela está grávida.

Foi como se eu tivesse levado um soco no

estômago, e pareceu tão real que cambaleei alguns

passos para trás.

- O que disse? - indaguei desnorteado.

- A Srtª Smirnov está grávida. Apenas

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algumas semanas, mas sim. Isso explica o desmaio

daquele dia e outros sintomas.

Kyara estava grávida de um filho meu!

A mulher que eu amava, com quem iria me

casar nas próximas horas, carregava um bebê no

ventre enquanto era mantida prisioneira nas mãos

de um lunático que me odiava.

- Você não me contou nada! - avancei

na direção dele, mas Vladic rapidamente levou o

homem para trás, segurando agora a mim - Sua

obrigação era me contar independente do que ela

dissesse.

Eu a teria protegido melhor. Se eu

soubesse que Kyara estava grávida acho que nem

teria saído de perto dela.

- Dmitri, a gente precisa dele. E foi um

pedido dela, a futura koroleva. Provavelmente ela

queria te fazer uma surpresa. Você, matar o Kushin,

vai deixar Kyara triste - ele olhou por sobre o

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ombro o médico que praticamente chorava - E o

mesmo aconteceria com a sua mat' [1]se estivesse

viva.

Acontece que eu já não estava

raciocinando bem apenas por saber que Kyara

havia sido sequestrada, agora, saber que meu filho

no ventre dela também corria perigo no mesmo dia

que descobri o assassino do meu pai, me tirava todo

o raciocínio lógico.

Se Boris soubesse disso, que o fruto do

nosso amor estava crescendo dentro dela... Não

conseguia nem imaginar o que ele seria capaz de

fazer, apenas para me desestabilizar. Encontrá-la

agora não era questão apenas de precisa tê-la

comigo, mas de sobrevivência para Kyara e o bebê.

- Tire-o daqui - disse a Vladic ao me

curvar e agarrar firme a borda da mesa - Agora!

Assim que senti a porta fechar às minhas

costas, passei o braço sobre a mesa jogando tudo no

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chão, inclusive a maleta do médico, espalhando boa

parte dos utensílios dentro dela sobre o carpete.

Vidros se quebraram, outros materiais rolaram pelo

chão.

Não satisfeito com isso, fui encolerizado

em direção à estante de livros e a derrubei também.

Tudo o que havia no escritório que pudesse ser

derrubado ou danificado sofreu as consequências

da minha ira.

- Maldito! - urrei erguendo a grande e

pesada mesa, virando-a contra o chão - Maldito!

Maldito!

Como já não havia mais nada a ser

atacado, comecei a socar a parede com força.

Cada murro que eu dava, imaginava ser

Boris Kamanev e isso me fazia socar a parede cada

vez mais.

- Pare com isso! - Vladic me conteve e

me afastou da parede manchada de sangue -

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Quebrar a sua mão não vai te ajudar.

- Meu filho - desabei contra o chão e

Vladic se ajoelhou ao meu lado.

Algo tão bonito e que eu não soube pelos

lábios dela; não pude comemorar enquanto via seus

olhos brilharem de felicidade. O desgraçado

Kamanev também tinha roubado isso de mim.

- Cara, alguns meses atrás você nem

pensava em se casar - disse Vladic me amparando

pelos ombros - Agora, terá uma esposa e um

garoto gritando por você pelos cantos.

- Ou uma menina - consegui dizer -

Como a Kyara. Vai ser bonita pra caralho.

- Vamos fazer um acordo - disse ele se

afastando de mim e rastejando pela confusão na

sala até achar a única garrafa no bar que eu não

tinha desperdiçado em minha fúria - Prometo que

encontraremos Kyara e seu filho, porque só eu

estando morto para não ver esse menino nascer.

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Sequei o meu rosto e aceitei a mão que ele

me dava. Só Vladic para conseguir um pálido

sorriso de mim.

- Você afoga suas mágoas - me

estendeu a garrafa - Pelo menos por essas horas,

Dmitri, você está precisando. E quando descer pela

manhã, preciso que esteja forte.

Eu não queria anestesiar minha dor na

bebida. E muito menos, esperar todo esse tempo

para que Kyara fosse encontrada.

- Ivan...

- Está fazendo o possível, cara - disse

ele insistindo para que eu pegasse a garrafa de

vodka - Todos nós estamos. Mas isso pode durar

algumas horas, como pode durar dias.

No fundo, eu sabia que ele tinha razão.

Um dos motivos que mais me deixava puto com

tudo isso é que eu sabia que Boris estava agindo às

minhas costas. Sabia os motivos das reuniões e iria

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pegá-lo no que eu acreditei ser o momento certo,

mas Boris moveu uma peça que eu não sabia estar

na jogada.

Kyara!

- Você me avisou, Vladic - murmurei

pegando a garrafa - É culpa minha. É tudo culpa

minha.

- O único culpado é o Kamanev - disse

ele - Você fez o que achava certo. Eu achei certo.

Você é meu irmão - disse colocando a mão em

meu ombro - Deixe-me carregar um pouco esse

fardo para você.

Nós éramos irmãos de coração, mas se

fôssemos de sangue, não sei se eu o amaria tanto,

talvez houvesse entre a gente inveja e competição.

Eu preferia um irmão que eu escolhia para ser. Não

eram assim os amigos de verdade, quem

escolhíamos para estar do nosso lado e chamar de

irmão?

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- Está bem - disse passando pelo

amontado de lixo que havia espalhado - Confio

em você, Vladic.

Saí em direção ao meu quarto, já tomando

alguns goles pelo caminho.

Eu havia me tornado o que Boris me

alegava ser: um fraco, porque nesse momento, eu

não tinha condições alguma de lidar com a

frustração e raiva que toda essa merda me causava.

Ao chegar ao quarto, um detalhe novo me

chamou atenção, a folha dobrada em cima da

mesinha de cabeceira do lado onde Kyara

costumava dormir. Caminhei até ela, sentei no

chão, as costas apoiadas contra a cama e comecei a

ler.

Eram os votos de casamento. Votos que

prometemos não ler, mas eu não tinha como não

quebrar essa promessa. Estava faminto por um

pouco de Kyara perto de mim.

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"Eu não sou muito boa com as palavras,

acho que poucas pessoas têm esse dom, mas aqui

expresso com toda sinceridade o que há em meu

coração.

Dimitri.

Meu amor... meu cavaleiro de armadura

negra. Não o que me levou para o seu lindo

castelo, mas o que me libertou das muralhas que eu

mesma havia erguido em volta de mim. Você não

tem apenas duas cores, Dmitri, você é todo o meu

arco-íris.

É seu amor que me liberta todos os dias.

Nunca me senti tão livre, tão protegida e tão

amada. Quero ficar sempre presa em teus braços,

eu te escolhi e te escolheria mil vezes..."

O discurso continuava inflamado, mas já

não conseguia ler. A dor em meu peito era forte

demais. Coloquei a garrafa ao meu lado junto com

a carta enquanto a madrugada escura lá fora surgia.

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Até isso me fazia lembrar Kyara e de quantas vezes

ela passou admirando o céu.

Será que olhava para ele agora?

- Querubim, onde você estiver, estou

pensando em você.

Dmitri Milanovic sofria terrivelmente por

Kyara, mas estava na hora de eu deixar o meu lado

negro falar por mim.

Ele era implacável e traria os dois de volta.

Irina Novitsky

Não haverá mais casamento e o Pakhan

não quer ser incomodado.

Essa foi a única informação que tive

quando o boyevik bateu à minha porta uma hora

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antes de eu começar a me preparar para a

cerimônia. Para mim, a informação e a ordem não

foram suficientes.

Por que Kyara não me ligou avisando?

Afinal, eu era uma das damas de honra. Por que

Dmitri, e até mesmo o insuportável do Guriev, não

entraram em contato comigo se tinham meu

telefone? Por que nenhum deles respondia

nenhuma das minhas dezenas de ligações o dia

todo?

Caramba! Eu tinha me tornado mais do

que a cientista maluca que Dmitri supervisionava.

Eu era a amiga da sua futura esposa, amiga de

todos eles, menos de Guriev. Minha relação com

Vladic era estranha de se explicar. Eu o detestava,

mas ele mexia comigo como nenhum outro homem

foi capaz até hoje. Até Dmitri, a quem sempre

considerei um homem lindo, e o cientista novato e

atraente que eu tinha solicitado que trouxessem dos

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Estados Unidos, não exerciam a mesma fascinação

sobre mim.

Vladic era um grosso, ignorante e burro.

Bom, não realmente burro. Dentro do que ele fazia,

no que ele foi treinado para fazer, não havia pessoa

mais eficiente e preparada que ele. Talvez quem

chegasse mais perto fosse Ivan Trotsky, o chefe dos

Obshchak[2]. Que também tinha muitos músculos,

tatuagens e fazia mais a linha galã de cinema do

que Vladic.

Ele não tinha o rosto perfeitinho. O nariz

era quebrado devido as porradas que deve ter

levado guerreando, treinando o porquê agia como

um cretino mesmo. As orelhas típicas de um

lutador, queixo quadrado e duro. Uma muralha de

músculos, músculos por toda a parte para ser mais

exata e eu sempre admirei mais a massa encefálica

do que a muscular, sorri ao pensar nisso, podia usar

isso contra Vladic quando o encontrasse de novo.

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mantidas. Mas Dmitri me deu algo que talvez eu

não tivesse em outro lugar, a oportunidade de

mostrar que era boa, ou podia ser, no meu trabalho.

Não importava para ele se eu usava saia ou um par

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