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A Noiva Comprada do Ceo
img img A Noiva Comprada do Ceo img Capítulo 4 Primeira Noite, Último Orgulho
4 Capítulo
Capítulo 6 Fingir Nunca Foi Tão Real img
Capítulo 7 A Dama que Ele Casou img
Capítulo 8 A Outra Cama img
Capítulo 9 Irmão da Tentação img
Capítulo 10 A Donzela e o Diesel img
Capítulo 11 Vestida pra Provocar img
Capítulo 12 Tudo Que Ele Toca img
Capítulo 13 A Ex Que Não Morre img
Capítulo 14 Brigando por Mulher img
Capítulo 15 Sexo de Guerra img
Capítulo 16 Coração de Pedra, Boca de Fogo img
Capítulo 17 A Visita do Ex img
Capítulo 18 Doce de Boca Suja img
Capítulo 19 O Jantar dos Bastardos img
Capítulo 20 Contrato em Chamas img
Capítulo 21 Palavras Que Gritam img
Capítulo 22 Briga de Irmãos img
Capítulo 23 Não Me Toque Assim img
Capítulo 24 Rainha no Trono img
Capítulo 25 Jantares e Venenos img
Capítulo 26 A Arquiteta do Caos img
Capítulo 27 Comida na Mesa, Ciúme no Olhar img
Capítulo 28 Tempestade de Luxo img
Capítulo 29 Gritando Teu Nome img
Capítulo 30 A Trégua Antes da Tormenta img
Capítulo 31 Coração em Alerta img
Capítulo 32 A Gaiola Dourada img
Capítulo 33 Gozo e Culpa img
Capítulo 34 Voando para o Inferno img
Capítulo 35 Por Dentro da Tempestade img
Capítulo 36 Olhos nos Olhos img
Capítulo 37 Não Te Quero Fraco img
Capítulo 38 Reencontro Sem Roupas img
Capítulo 39 A Escolha img
Capítulo 40 Agora Somos Reais img
Capítulo 41 A Exposição img
Capítulo 42 A Infiltrada img
Capítulo 43 Pausa para o Desejo img
Capítulo 44 Doce Incêndio img
Capítulo 45 Língua Afiada, Roupas no Chão img
Capítulo 46 S€xø, Sal e Pele img
Capítulo 47 Doce Vergonha img
Capítulo 48 Tudo ou Nada img
Capítulo 49 Feitos um Para o Outro img
Capítulo 50 Dias de Descanso, Noites de Fogo img
Capítulo 51 Jogos de Poder e Beijo de Veneno img
Capítulo 52 Brasa na Bahia img
Capítulo 53 Fantasma do Passado img
Capítulo 54 Luzes de Paris, Sombras de Inveja img
Capítulo 55 Nada Mais a Esconder img
Capítulo 56 Dois Corações, Três Batidas img
Capítulo 57 Aliança de Serpentes img
Capítulo 58 Escândalo na Rede img
Capítulo 59 Promessa na Areia img
Capítulo 60 Sangue e Luxo img
Capítulo 61 Calor na Cozinha img
Capítulo 62 Ferraz em Alerta img
Capítulo 63 O Lado Sujo da Verdade img
Capítulo 64 Conselho de Traidores img
Capítulo 65 Toque de Alma img
Capítulo 66 Desejo entre Espiões img
Capítulo 67 Planos Futuros img
Capítulo 68 Filho do Escândalo img
Capítulo 69 DNA da Verdade img
Capítulo 70 Angra dos Reis img
Capítulo 71 Cozida de Amor img
Capítulo 72 Volta ao Passado img
Capítulo 73 Língua Suja img
Capítulo 74 Aliados Inesperados img
Capítulo 75 Gemidos e Promessas img
Capítulo 76 Bastidores da Maldade img
Capítulo 77 Corpo em Brasa img
Capítulo 78 O Jogo Inverteu img
Capítulo 79 Dossiê da Ruína img
Capítulo 80 Testemunha do Prazer e da Dor img
Capítulo 81 Réus, Gritos e Algemas img
Capítulo 82 Gosto de Eternidade img
Capítulo 83 Prazer de Padrinho img
Capítulo 84 No Paraíso da Luxúria img
Capítulo 85 A Última Peça img
Capítulo 86 A Mão que Embala o Mundo img
Capítulo 87 Explosão de Vida img
Capítulo 88 Herança de Luxo img
Capítulo 89 O Nosso Pequeno Milagre img
Capítulo 90 Executiva do Poder img
Capítulo 91 Pai, Patrão e Perverso img
Capítulo 92 Solteira por 24 Horas img
Capítulo 93 Casar com a Mulher Certa img
Capítulo 94 Raízes e Promessas img
Capítulo 95 Gestos, Gemidos e Gravidez img
Capítulo 96 Pai em Dose Dupla img
Capítulo 97 O Primeiro Aniversário img
Capítulo 98 Meu Lar, Meu Mundo, Minha Vida Inteira. img
Capítulo 99 EPÍLOGO FLASH EPÍLOGO BÔNUS EPÍLOGO FINAL img
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Capítulo 4 Primeira Noite, Último Orgulho

Capítulo 4 – "Primeira Noite, Último Orgulho"

Narrado por Dario Ferraz

SUÍTE PRINCIPAL – MANSÃO FERRAZ – ALTO LEBLON

Ela chegou no fim da tarde, com duas malas pequenas e um olhar que parecia desafiar o mundo. Vestia um jeans justo, uma blusa preta colada no corpo e a alma em frangalhos. A empregada abriu a porta, mas fui eu quem a recebi. De braços cruzados no alto da escada, como o diabo à espera da alma recém-assinada.

- Seja bem-vinda, senhora Ferraz - disse com a voz baixa, quase zombeteira, enquanto descia as escadas.

Ela me encarou. Nem um sorriso, nem um pingo de submissão.

- Ainda não me acostumei com esse sobrenome.

- Vai ter um ano inteiro pra aprender - virei as costas e comecei a subir as escadas -. Vem, vou te mostrar seus aposentos.

Ela veio atrás, silenciosa, mas senti sua presença como uma labareda na nuca. O salto dos seus sapatos batia firme no mármore, como se cada passo fosse uma declaração de guerra, e talvez fosse. Afinal, eu comprei a mulher errada pra brincar de paz.

Abri a porta da suíte principal. A vista era absurda. O mar ali era quase pornográfico de tão bonito. Cama king size, lençóis egípcios, lustres modernos, tudo digno de um contrato milionário e um orgulho estilhaçado.

- Aqui é onde vamos dormir - disse, apontando com o queixo.

Ela franziu o cenho.

- Vamos?

- Casamento, lembra? Mesmo que seja encenação, os detalhes importam. - Dei dois passos na direção dela. - Mas pode relaxar. Hoje eu não vou te tocar.

Ela arqueou uma sobrancelha.

- Medo de mim?

- Medo? - Ri baixo. - Estou poupando você. Hoje, você ainda acha que tem controle. Amanhã, vai implorar pra eu perder ele.

Ela mordeu o canto da boca, provocativa. O olhar dela era um tiro certeiro.

- Aposto que você já tá duro agora.

Dei um passo mais perto, colando meu corpo no dela sem tocar de fato.

- Apostos acertados - sussurrei - mas meu autocontrole ainda vale mais que seu deboche.

Ela bufou, passou por mim com o quadril balançando mais do que deveria. Provocação descarada. Era uma guerra de egos, mas com tensão sexual suficiente pra incendiar a casa inteira.

JANTAR – SALA DE VIDRO

A mesa estava posta. Duas taças de vinho tinto, um filé ao ponto e a playlist suave de jazz antigo ao fundo. Ela se sentou primeiro, cruzando as pernas com lentidão estudada. Sabia que eu estava olhando.

- Está tentando me seduzir ou me envenenar com charme? - ela perguntou, erguendo a taça.

- Os dois, se funcionar.

Ela riu. Um som rouco, que entrou pelos meus ouvidos como uma carícia suja.

- E você? Vai bancar o marido exemplar?

- Já estou bancando. Dei teto, comida, cama e um contrato assinado. O que mais você quer?

Ela bebeu um gole generoso. Depois lambeu o lábio inferior com a língua, devagar, como se soubesse exatamente onde aquilo me atingia.

- Quero te ver perder o controle. Quero ver se esse seu ar de macho alfa dura quando eu estiver montada em você.

O garfo caiu da minha mão. Ela sorriu, vitoriosa. O jogo mudou naquele instante.

Levantei da cadeira. Dei a volta na mesa devagar. Meu coração batia como tambor de guerra.

Ela se levantou também.

- Vai fugir?

- Estou indo garantir que você perca primeiro.

CORREDOR DOS QUARTOS – MANSÃO FERRAZ

Não chegamos à cama, a parede do corredor foi suficiente.

Ela me puxou pela camisa, me prensou contra a parede e atacou minha boca com fome. A língua dela era atrevida, selvagem. Me mordeu o lábio inferior com força e gemeu quando minhas mãos agarraram sua cintura e puxaram o corpo dela contra o meu.

- Tira a mão - ela disse, com a boca colada na minha. - Eu comando hoje.

Soltei e deixei.

Ela desabotoou minha camisa devagar, roçando os dedos pelas bordas do meu peito. Seus olhos queimavam. Ela me empurrou contra a parede com uma força que não combinava com o tamanho. Subiu no meu colo, enlaçou a cintura nas minhas costas e me encarou como uma rainha prestes a tomar o trono.

- Você acha que me comprou, Dario? - sussurrou no meu ouvido. - Comprou foi sua ruína.

Me beijou com gosto de vingança. A calcinha estava encharcada quando minha mão subiu por baixo da calça jeans apertada. Ela gemeu, mordeu meu pescoço, arranhou meus ombros.

- Fala, princesa - provoquei. - Fala o que você quer.

- Quero você dentro de mim. Agora, sem romantismo, sem promessas.

- Só prazer?

- Só fogo.

Ela abriu minha calça com pressa. Me olhou nos olhos enquanto puxava minha cueca para baixo. Me engoliu com os olhos e com a mão. Masturbou devagar, depois mais rápido. Me deixou no limite só com o toque dela.

Eu perdi o ar.

Ela se abaixou, lambendo a cabeça do meu pau com lentidão maldosa. Depois enfiou na boca inteira, me olhando de baixo, meu corpo inteiro se retesou.

- Inferno, Isadora...

Ela se ergueu, virou de costas, apoiou as mãos na parede. Enfiou a calça até os joelhos e empinou pra mim.

- Agora, mete - ordenou.

Obedeci.

Entrei de uma vez. Ela gritou de prazer. Rebolou, gemeu, gemia meu nome como se invocasse um deus pagão.

- Isso - ela dizia. - Me fode forte. Mostra que vale o milhão.

Eu segurava sua cintura com força, socando fundo, sentindo o corpo dela colado ao meu com suor e desejo. Cada estocada era um grito, uma maldição, uma bênção suja.

Ela gozou primeiro. Tremendo, gritando, molhada demais.

Depois me olhou por cima do ombro e disse:

- Quero de novo, mas dessa vez, olhando nos teus olhos.

Virei ela de frente, tirei a calça dela por completo, levantei pelas coxas e a encaixei no colo. Beijei sua boca com raiva e tesão. Entrei de novo. Ela cravou as unhas nas minhas costas, sussurrando palavrões, promessas e desafios.

Gozei dentro dela com um gemido rouco, selvagem, com o nome dela escapando entre os dentes.

Ficamos ali. Suados, colados, ofegantes.

Ela me olhou com um sorriso nos lábios.

- Então é isso que você chama de autocontrole?

Ri, ainda com ela nos braços.

- Eu disse que não ia tocar - sussurrei no ouvido dela. - Mas você não me deixou escolha.

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