Gênero Ranking
Baixar App HOT
Darck Pleasure
img img Darck Pleasure img Capítulo 2 Obsessão
2 Capítulo
Capítulo 10 Sua Verdadeira Face img
Capítulo 11 Sentimentos img
Capítulo 12 Dividida img
Capítulo 13 Paralisia img
Capítulo 14 Jogo Perigoso Parte I img
Capítulo 15 Jogos Perigosos Parte II img
Capítulo 16 Gatilhos img
Capítulo 17 Rebelde img
img
  /  1
img

Capítulo 2 Obsessão

KAY YAMAZAKI

"Estou tão perto da escuridão, eu sei que isso pode ser ruim, mais para mim é tão certo"

14 ANOS

Com muita facilidade abro a janela do meu quarto e me esgueiro para fora de casa, eu ia acabar com aquele merdinha do Kaio. Meu querido irmãozinho não tinha filtros naquela boca, quando me viu com um cigarro de maconha foi logo da com a língua nos dentes, meu pai me deu um daqueles belos sermões de papai preocupado, coisa que ele não era, ele me deixou de castigo dentro do quarto como se isso fosse me impedir de algo, no fundo, ele sabia que não serviria para nada mais precisava fingir ser um bom pai.

Meu quarto era no segundo andar, não era difícil sair de casa pela janela, fazia isso com mais frequência do que eles pensavam, assim que aterrisso no chão meus olhos procuram minha vítima, eu sabia que o casal Valentine estava aqui e com eles também devia esta a pequena Cassie, a garotinha chata que meu irmão defendia com unhas e dentes.

Alguns funcionários me vêm mais logo desviam o olhar, espertos. Pena que meu irmãozinho ainda não tinha entendido isso, dou a volta no jardim como um tigre procurando sua presa, nem sinal dos pestinhas, ando em direção à casa da árvore e não os encontro, então entro no bosque, ao lado da cabana que meu pai usava às vezes eu os vejo, e ouço suas risadas irritantes, achei vocês.

A primeira a me ver é a pequena Valentine, seus olhos azuis se arregalam, ela sabia que minha presença nunca era boa coisa, os dois estavam segurando alguma coisa nas mãos ela tenta esconder quando me aproximo.

-- O que vocês estão fazendo? O merdinha do meu irmão fica na frente da namoradinha como se isso fosse impedir algo.

-- Você não devia está aqui. Abro um largo sorriso, sua voz tremula denunciava seu medo, mesmo sendo dois anos mais velho que ele eu ainda era mais alto e mais forte.

-- Você fez algo muito errado maninho, aquele era nosso segredo, você me traiu, agora tem que pagar por isso.

-- O que vocês estão escondendo? O pulguento que eles tentam esconder logo começa a latir, era um cachorro de rua, entrou provavelmente com algum funcionário, pelo jeito o filhote estava morrendo, seu pelo faltava em alguns lugares e seus ossos eram visíveis, sua cabeça pendia de um jeito entranho, um lixo morto de fome, esses dois idiotas não podiam fazer nada provavelmente só iriam prolongar o sofrimento do coitado.

-- Ora, ora! Me dê isso, darei uma morte mais rápida a ele, não vê que ele está sofrendo. Os dois balançam a cabeça incrédulos.

-- Cassie corre para mamãe. Kaio diz me olhando com raiva. Balanço a cabeça desafiando a pirralha a fazer isso.

-- É melhor me ouvir, se correr eu vou pegar você, e não vai gostar do que eu vou fazer. Meu irmãozinho se joga em cima de mim, por essa eu não esperava, jogo seu corpo no chão com facilidade e me viro para fujona. Para uma garota tão pequena até que ela corre bastante, mas eu era mais rápido em questão de segundos consigo alcançá-la, jogo meus braços ao redor do seu corpo, meu irmão grita em fúria atrás de mim.

-- Eu disse que não era pra correr. Seguro seus braços ainda em volta do pulguento e aperto, ela me olha horrorizada, seus gritos se tornam cada vez mais desesperados, com apenas uma mão aperto o pescoço do cachorro até ouvir o estalo. Pronto, acabei com seu sofrimento, largo a garota e ela solta o bicho em pânico.

-- Que pena! Você o matou. Abro um largo sorriso enquanto ela chora, Kaio me encara com ódio, e eu saboreio isso, era apenas o começo, ele nunca seria feliz.

1 MÊS ANTES DO PLANO

Soco com toda força o saco de box que está na minha frente, suor escorria do meu rosto, mas eu não parava, todo esse ódio que crescia no meu peito só aumentava, estava me correndo, era como um câncer me devorando. O demônio na minha mente gritava para que eu o matasse.

Quando vi o nome do pequeno bastardo na lista de calouros hoje pela manhã entendi que precisava fazer alguma coisa, eu tenho que tirar tudo dele até que não reste mais nada, só assim ele entenderá como me sinto. Nem que seja a sua maldita felicidade.

- Seu cuzão do caralho! Se continuar descontando sua fúria psicopata nesse saco, não restará nada para nós. Meu amigo e colega de alojamento diz.

Collin e Elijah eram os únicos idiotas que falavam comigo dessa forma, na verdade, eles eram os únicos que falava comigo nesse lugar. Os outros eram, mas espertos do que eles e se mantinham longe, desde que me mudei para o alojamento da faculdade minha fama se espalhou pelo campus, não só pelo sobrenome do meu querido pai, mais porque eles me temiam e eu gostava disso.

- Porque não vem aqui para eu usar sua cara. Ele sorrir e se afasta.

- E deixar você estragar esse lindo rostinho. Não mesmo! Hoje tem festinha no alojamento das garotas e eu pretendo comer bastante boceta. Collin era um puto de primeira, não que eu não gostasse de uma boa foda, eu só não procurava garotas, elas já vinham até mim sem qualquer esforço da minha parte.

-- Diga logo o que você quer! Esbravejo lançando um olhar mortal para ele, Collin não viria aqui apenas para papear, ele sabia que eu não era muito de diálogos sem sentido.

-- Alex me pediu para avisar você que não é para se aproximar da Clark. Paro de bater no saco e me viro para ele.

-- Agora você virou a porra de uma garota de recados! Porque ele não veio falar pessoalmente.

-- Você sabe! Ele continua irritado. Alex morava no mesmo alojamento que a gente, ele e eu havíamos brigado semana passada, tudo isso porque a vadia da irmã estava doida para ser comida, o que fiz.

-- Eu dei a ela o que estava me implorando! Collin sorri. – Elas acham que você é um cara bonzinho como os da novela Coreana.

-- Vai se foder Collin! Eu não sou coreano seu cuzão. Ele sabia disso, mas continuava me irritando com essas baboseiras.

Desisto de continuar treinando, eu precisava colocar essa raiva para fora e só havia um jeito de fazer isso.

Da última vez que estive na casa dos meus genitores dei a eles algo para lembrar de mim por semanas, eu continuava recebendo ligações e mensagens do meu pai embora ignorasse a todas, como forma de dizer que estava arrependido ele continuava me mandando muito dinheiro, porque isso sempre foi como ele resolvia as coisas.

Quando entro pela porta, outros rostos além dos da minha família me encaram de volta, parece que a noite ia ser bem mais divertida do que eu havia imaginado.

-- Kay! Meu pai diz meio sem jeito, dessa vez ele não tenta se aproximar de mim, já fazia um ano que eu não pisava nesse lugar. Minha mãe me olha de cima a baixo com seu olhar de reprovação, sentando ao lado dela estava o garoto de ouro, parece que ele havia crescido desde a última vez que estive aqui, estava mais forte, o casal de velhos me encara como se eu fosse o demônio em pessoa. Eu não os culpava, eu tornei os dias da filhinha deles bem divertidos quando éramos crianças. Falando nela, eu estava ansioso para ver como a princesinha estava.

-- Fico feliz que veio! Ele diz se aproximando, estava perto demais. Percebendo o que estava fazendo, ele torna a se afastar.

-- Eu não perderia isso por nada. Digo sarcástico, meu pai finge não notar meu tom, mais o garoto de ouro rola os olhos.

-- Não é emocionante seus dois filhos se tornarão médicos, vou ficar feliz em cuidar de você na faculdade maninho. Dona Isabela que estava em silêncio, se meche desconfortável na cadeira.

-- Vamos jantar então. Diz sem olhar em minha direção. Antes que eu abra a boca para falar o que vim treinando durante todo caminho, uma voz suave responde atrás de mim. O perfume adocicado invade meu nariz, meu lado animal fica pronto para a caça. Olho para meu querido irmão e seu olhar idiota me dá tudo que preciso, porque nunca pensei nisso, só existia uma coisa além da faculdade que meu irmão sofreria se perdesse. A pequena Valentine! Aquela coisinha sem graça até que tinha se tornado algo bem apetitoso. Porra! Ela tinha se tornado algo infernal, sem chances que ela seria dele, Cassie Valentine seria minha.

Durante o jantar eu fiz questão de olhar cada detalhe do meu mais novo brinquedinho, ela ainda tinha medo de mim. Era nítido como sempre desviava o olhar ou tentava não falar comigo, os velhos não paravam de me fuzilarem com os olhos, foda-se eles! Queria mesmo que soubessem que eu a queria, e eu a teria.

-- Cassie porque não toca para nós! Minha genitora diz. Relaxo meu corpo na cadeira, e percebo como seus olhos passeiam pelos meus braços, seu rosto fica vermelho quando devolvo o olhar, então ela não era tão imune a mim a final. Meu irmão fecha os punhos, isso mesmo seu merda me odeie, sinta o que eu sinto.

Quando ela se levanta meus olhos passeiam por cada pedacinho do seu corpo, cintura fina, seios perfeitos e uma bunda redonda, meu pau se anima na calça ao me imaginar no meio de suas pernas, eu iria me divertir muito. Com meu plano em mente e feliz com que causei ao meu irmão me levanto para sair.

-- Vou adorar ouvi-la tocar para mim! Digo olhando em seus olhos. – Em outra oportunidade, é claro! De preferência quando estivermos sozinhos e sem essas roupas. Meu pai engasga e o velho Valentine se levanta pronto para acabar comigo, mais dessa vez o soco vem do meu querido irmão.

Anterior
            
Próximo
            
Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022