- Você não é louco de fazer isso, Kay, me leve agora. Cassie era realmente a única pessoa que acreditava que eu não era um louco, o jeito que ela falava como seu eu não tivesse coragem de deixá-la aqui até que era bonitinho.
- Quem sabe se você implorar, pedir com jeitinho. Chupo seu ombro nu fazendo com que sua pele arrepie, continuo dando beijos em seu pescoço até parar na alça de sua blusa, sua respiração fica acelerada e seus olhos não deixam os meus.
- Kay me deixe ir, por favor. Diz com a voz mansinha e meu pau pulsa, que caralho, eu estava igual um adolescente na puberdade.
- Olha só o que temos aqui! Meu dedo brinca com a alça da blusa, a danada não estava usando sutiã, o bico dos seus seios ficam duros conforme me aproximo deles. – Não está usando sutiã Cassie, vou achar que está gostando disso.
- Vai para o inferno! Diz irritada, vou em direção ao seu ouvido e sussurro:
- Se eu for, levo você comigo. Aposto que se eu enfiar meus dedos agora em sua calcinha vai sair molhado, sabe o que, mas? Aposto que sua boceta pulsa com a vontade te der meu pau dentro dela, mas antes de fazer isso eu iria chupar cada pedacinho dela, até que você implore para que eu a foda. Seu rosto estava corado, vou em direção aos seus lábios para ver se ela iria recuar, não faz, aproveito esse momento para beijá-la, sua boca era doce e molhada, ela me recebe ansiosa, chupo sua língua e devoro seus lábios macios, nosso beijo é agressivo e cheio de posse, Cassie precisava saber que todos os seus gemidos me pertenciam, seu corpo fica mole, e seus gemidos mandam vibrações para cabeça do meu pau. A levo em direção ao sofá, ela tenta me empurrar, mas seguro suas mãos acima da cabeça, com o joelho abro suas pernas me posicionando bem no meio delas, o calor que emana de lá me faz fechar os olhos, meu pau quase saltando para fora, o contato com sua boceta macia protegido apenas pela pequena calcinha quase me faz gozar.
- Não está pensando em fazer isso nesse lugar nojento está? Sua pergunta me deixa surpreso, que mente pecaminosa você tem Cassie Valentine, não deixa de me surpreender. Mordo o bico do seu peito por cima da blusa e ela sufoca um grito
- Sai de cima de mim, eu não quero que me toque mais.
- Mentirosa! Sua boca diz uma coisa, mas seu corpo diz outra. Sinto sua raiva misturada com desejo e isso alimenta meus demônios, éramos um caos. Cassie escondia todos os sentimentos por baixo de toda essa camada de garota perfeita.
- Kay se fizer isso eu vou odiá-lo. Sentirei ainda mais nojo de você. Cospe as palavras, seus olhos transmitindo raiva.
- Não me importo, sabe disso! Quero todo seu ódio dê para mim Cassie, deixe que eu a chupe enquanto você despeja seu ódio em mim. Com uma das mãos seguro seus braços, com a outra faço um caminho com os dedos por suas pernas subindo devagar até o cós da calcinha.
- Diga que quer isso! Sussurro no seu ouvido, seu corpo se convulsiona para frente, ela estava excitada mesmo que negasse. – Nunca! Diz quase sem folego. Levo meus dedos para cima e para baixo por sua boceta. – Caralho, pequena Cassie, você está molhada, continue dizendo para si que me odeia, que não sente nada com isso. Aperto seu botão molhado por cima da calcinha e ala ofega. Liberto suas mãos e faço uma trilha de beijos do seu pescoço até sua barriga, sua respiração está acelerada, mas não faz nada para me parar. Seguro suas coxas e rasgo a pequena calcinha.
- Eu odeio você Kay Yamazaki.
- Então jogue todo esse ódio na minha boca, Cassie, quero ver esse lado selvagem, aquele que você não mostra para ninguém.
Deslizo a língua entre seus lábios molhados, subindo e descendo por seu buraquinho virgem, ela levanta o quadril para mais próximo do meu rosto, chupo seu clitóris e dou uma pequena mordida, ela grita e se contorce se esfregando na minha cara, suas coxas apertando meu rosto, estava me sufocando com sua boceta gostosa, continuo a chupar, e sugar, tudo que ela tem para me dar, deliciosa, eu estava faminto por ela queria mais, devoro sua boceta da forma, mas depravada e selvagem, chupando seus lábios rosas e enfiando minha língua em seu buraquinho virgem.
- Oh Kay, por favor! Gemia enquanto agarrava meus cabelos. Seguro sua bunda quase a levantando do sofá e a chupo com vontade, então ela goza bem na minha boca, chupo todo aquele mel doce enquanto treme no velho sofá. Me levanto e tiro a calça ficando em frente ao seu rosto, seus lindos olhos se arregalam ao ver meu pau bem na sua frente.
- Eu nunca fiz isso!
- Não importa, só faça Cassie.
Sua expressão assustada só demostra que o idiota do meu irmão nunca nem fez sexo oral com ela, suas mãos seguram delicadamente como se tivesse medo de machucar, eu estava com tanto tesão que só o contato fez com que líquido pré-gozo saísse da cabeça do meu pau, então seus doces lábios encostam e ela coloca um pouco na boca, não conseguia colocar tudo então pressionei em direção ao seu rosto, fazendo com que afunde ainda mais em sua linda boca.
- Caralho! Cassie você é uma delícia.
Segurei seus cabelos enquanto sua cabeça ia e vinha me chupando, saliva quente roçando na cabeça do meu pau não aguentei, forcei sua cabeça ainda mais fundo, ela dá uma leve engasgada, seus olhos azuis me olhando com lagrimas nos olhos era a visão do paraíso, meu pau entrava e sai de sua boca enquanto segurava seus cabelos, sinto até sua garganta, seu batom vermelho borrado com meu pau era excitante para caralho, não consigo, mas segurar gozo dentro de sua boca. Ela tosse e tenta se afastar, mas tampo seu nariz e a faço engolir tudo.
- Não pode negar agora que me pertence Cassie! Ela apenas me olha com raiva e tesão, essa garota era infernal.
- Eu odeio você! Ela se afasta de mim e começa a arrumar a roupa, estava totalmente descabelada e suada, deliciosa, desce a saia e se levanta olhando o sofá com nojo. Isso mesmo quase perdeu a virgindade nesse lugar imundo.
- Deixe que eu tenha o que é meu agora! Digo, ela me lança um olhar feroz enquanto tenta arrumar os cabelos. Ela se vira de costa e desce a saia, me pergunto se passei dos limites com ela, mas quando se vira seu rosto estava corado, e os olhos me chamas, ela gostou disso tanto quanto eu.
- Eu não sou sua, entenda isso, seu doente de merda. Então ela corre pela porta, penso em ir atrás dela, mas por hoje eu estava saciado, ter os lábios deliciosos dela em volta do meu pau mostrava que não era assim tão imune a mim, uma hora ou outra ela seria minha.