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Capítulo 5 Estamos Perdidos

KAY YAMAZAKI

" Eu tento não seguir esse caminho, acredite eu não comigo a escuridão está me puxando para mas perto."

Talvez eu tenha subestimado a pequena Cassie, para uma garota que sempre teve tudo e tanta segurança, achei que ainda seria a criança medrosa que eu adorava atormentar, mas o que vejo é uma completamente diferente, por mais que fosse nítido o medo que sentia de mim não abaixava a cabeça como uma covarde.

A pequena Valentine ainda não era sincera com o que sentia, ela escondia o seu verdadeiro lado em várias camadas de perfeição, e eu estava empenhado em derrubar todas essas camadas mesmo que a garota gritasse problema.

Eu sei que ela vai tentar esconder seu lado fraco a qualquer custo, mas eu estava disposto a cavar ainda mais fundo para entrar na sua mente.

Ainda sinto o gosto daqueles lábios macios que só eu tive o prazer de experimentar, o gosto do seu sangue faz meu pau pulsar por mais, não via a hora de me enfiar dentro daquela carne macia fazer com que ela experimentasse a liberdade, o lado mais depravado da vida, o lado que os pais idiotas dela tiraram e ainda tentam tirar.

Soco a parede ao lado da lanchonete do campus, a dor faz com que meus demônios se aquietem.

Você tem que matá-lo.

Kaio passava a mão no rosto dela como um idiota apaixonado, ela sorria com o gesto de afeto e isso me irrita até os ossos, tiro o celular do bolso e envio uma mensagem para ela eu sabia que a danada havia jogado o chip fora, assim como a rosa que fiz especialmente para ela, será que não entende que eu lhe fiz um favor, o velho do pai dela monitorava tudo que a garota fazia, me livrar do celular dela foi a única forma de acabar com isso.

Seus olhos se movem para tela do celular e ela olha ao redor assustada. Isso mesmo pequena Cassie me tema.

Me sentindo um pouco melhor, volto para minha aula, me jogo na cadeira e abro um sorriso quando vejo sua mensagem.

Como conseguiu meu número? Apague!

Me divirto com sua ousadia, seu desprezo me fazia a querer mais, mesmo fugindo de mim como um bichinho assustado quando éramos mais novos sempre me intrigou, ninguém conseguia chamar minha atenção por muito tempo, mas ela conseguia.

Não importa! Você disse a ele o que fez noite passada? Mostre a ele seu lado selvagem pequena Cassie.

A resposta vem alguns minutos depois.

Nunca mais coloque suas mãos nojentas em mim! Que espécie de maluco psicótico você é?

Cassie não vê que todo esse desprezo me alimenta, sua raiva, seu nojo, era tudo que eu precisava em uma foda agressiva.

Não dirá isso quando eu a fizer gritar meu nome, será minha! E não ouse deixar que ele a toque.

Guardo o celular no bolso e me concentro na aula de anatomia, aliás eu precisava saber como funcionava o corpo das minhas vítimas, meu tio Kenji havia me passado mais um trabalho, diferente do covarde do meu pai ele era o que sujava as mãos e isso era o que nos tornava parecidos.

As indústrias farmacêuticas da família Yamazaki, era as maiores do mundo, isso era um disfarce para o grande comércio ilegal de drogas, meu pai era o herdeiro ao trono, mas renunciou sua posição pela minha mãe, restando ao meu tio esse dever.

Meu pai cuidava de uma parte dos nossos negócios aqui nos Estados Unidos, o velho não se envolvia com nada, e sobrava para mim a tarefa de limpar algumas sujeiras no caminho, para isso eu tinha minha própria turma.

-- Kay! Uma voz fina e enjoada diz perto do meu ouvido, Stacy. Uma garota da universidade que eu já fodi duas vezes.

-- Espero que a namorada do seu irmão seja mais bonita que eu, caso contrário meu orgulho ficara ferido. Passa suas unhas vermelhas na minha tatuagem, Stacy era uma vadia rica filha do governador, seus cabelos loiros, rosto delicado e olhos verdes davam a ela um ar quase angelical, sempre com decote profundo e batom vermelho, já havia sido fodida pela metade da Universidade, é claro que seu pai achava que ela era uma santa.

-- Tire a porra das suas mãos de mim! Se esforce mais da próxima vez, faça o bastardo querer comer essa sua boceta ou não temos acordo.

Seu sorriso curva-se em uma expressão de raiva.

-- Você é um filho da puta narcisista Kay. Ela se afasta irritada, eu havia feito um acordo com a vadia para que deixasse meu irmão entretido noite passada, seu vício em drogas a tornava um alvo fácil.

Quando a aula termina esbarro com meu querido irmãozinho no corredor, ele me lança um olhar raivoso, com certeza, descobriu que fui o responsável por jogar a vadia da Stacy em cima dele noite passada.

-- Maninho, soube que se divertiu noite passada. Ele balança a cabeça e sorrir apertando a ponta do nariz, um gesto que faz sempre que está com raiva.

-- Eu não sei que merda de planos doentes você está tramando agora Kay, mas fique longe da Cassie. Levanto a sobrancelha ao perceber que estou conseguindo atingi-lo mais rápido do que imaginava.

-- Acha mesmo que eu deixaria uma boceta entrar na minha mente, não sou como você, não sou como papai. Brinco com sua mente fraca.

-- Eu estou avisando a você Kay, se encostar nela eu acabo com você. Isso mesmo maninho me mostre seu lado doentio.

Dou as costas para ele e sigo em direção ao estacionamento, por mais que fosse divertido brincar com a mente fraca dele, eu tinha um trabalho a fazer, eu precisava liberar essa merda de mim ou iria quebrar os dentes de alguém. Antes de entrar no carro vejo o objeto da minha obsessão, quente como um inferno, essa garota era infernal! Gostosa e imaculada, ela se destacava por onde passava, estava rindo com sua prima vadia e a amiga depressiva, isso mesmo Cassie aproveite seus momentos felizes, logo você irá chorar. Eu já tinha planos com suas duas amiguinhas, não iria demorar para ela vir até mim implorando para ser fodida.

Como um bom caçador, avalio minhas presas, dois garotos um pouco mais velhos que eu, maltrapilhos e viciados. Meu tio me informou que essas merdinhas estavam roubando drogas e vendendo por um preço mais barato na Universidade. Seus rostos cadavéricos e dentes amarelos me dão nojo, eu estaria fazendo um favor a sociedade limpando o mundo desses dois lixos, porém nosso trabalho é apenas da a eles uma lição. A casa em que estavam era um verdadeiro chiqueiro, sujeira e vômitos em todos os lugares, sobre o sofá velho uma mulher com aparência de defunto estava desmaiada com uma agulha na veia. Os dois não percebem minha presença, drogados de mais para fazerem qualquer coisa, como uma sombra eu acerto meu cotovelo no menor fazendo com que seu dente seja cuspido para fora, antes que o outro bastardo se aproxime acerto um chute em seu rosto asqueroso, ele chia e se contorce no chão de dor. Pego os dois e jogo sobre uma cadeira, o menor ainda estava desacordado.

-- Eu não faria isso se fosse você! Digo, quando o magrelo tira uma faca enferrujada da cintura esquelética. – Quem é você? Diz com uma voz tremula.

-- Vamos ao que interessa! Além de vender drogas em uma zona proibida, ainda tentou me atacar, eu poderia acabar com essa sua vida miserável, mas não farei isso, estamos aqui para dar uma lição em vocês, então viveram por um pouco mais de tempo. Seus olhos vermelhos notam Elijah ao lado da porta, assim como eu vestia preto da cabeça aos pés. Ele aponta a faca para mim, sua mão trêmula e pupilas dilatadas mostravam o quanto estava chapado. Pego uma das facas que guardava na minha maleta, antes que o saco de lixo reaja, faço um corte abaixo do joelho fazendo com que caia no chão urrando de dor. Não dou tempo para reagir piso em seu braço, Elijah pega a faca das minhas mãos e corta um de seus dedos, seu grito desperta o menor que estava desmaiado, seus olhos me encaram esbugalhados enquanto o sangue começa jorrar.

- Vocês têm duas escolhas. O menor olha para os lados como se procurando uma saída, mesmo que tentasse correr até a porta não conseguiria passar por mim e Elijah.

- Podem deixar esse lugar para sempre e entregar o que foi roubando, ou vamos cortar todos os seus dedos até que aprendam a não mexer no que é dos outros. O sangue do magrelo molha o chão, enquanto se contorce abaixo da ninha bota - Ou. - Não completo a frase e o menor já implora.

- Nos vamos embora, cara! Não sabíamos que era de vocês, vamos devolver tudo, não precisa fazer isso. Ele pede chorando igual um maldito covarde, o magrelo abaixo da minha bota concorda. Elijah olha para mim, e já sabemos o que fazer, ninguém que rouba algo nosso sai ileso, esses lixos iram ter a lição que merecem, Collin entra na casa com um taco de beisebol, ele olha entre mim e Elijah e rola os olhos, usava uma máscara de esqui como a nossa.

- Como sempre não esperaram por mim? Ele me entrega um dos tacos, e passa o outro a Elijah.

- Eu esqueci de avisar, não podemos liberta vocês sem alguns ossos quebrados, sabe como é! Apenas para deixar o recado.

- Eu já disse cara, vamos devolver tudo. O menor Balbucia segurando a velha faca, encaro a cena enojado, esses vermes sempre faziam as mesmas promessas, e na semana seguinte voltavam encher a cidade, e a roubar nossos fornecedores, além de fazer isso bem na nossa frente.

- São as regras. Elijah diz frio, percebendo que não tinha como argumentar, olham entre si e tentam correr, sempre o mesmo.

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