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Rejeitada pelo Alfa, Reivindicada pelo Lycan
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Capítulo 5

Ponto de Vista de Elyse

A dor surda no meu quadril machucado era um lembrete persistente da brutalidade de Jace ontem, mas enquanto eu entrava no Grande Salão na tarde seguinte, minha alma nunca se sentiu tão leve. O peso sufocante do laço de companheirismo havia desaparecido. Eu era um fantasma assombrando uma casa à qual não pertencia mais, esperando o momento perfeito para desaparecer.

Encontrei Ciera parada no centro da sala cavernosa, de braços cruzados enquanto encarava a parede principal.

Pendurada ali estava a Tapeçaria Abençoada pela Lua do Primeiro Alfa. Tecida séculos atrás com o cabelo de platina da primeira Luna, ela retratava um enorme lobo gigante prateado banhado pela luz da lua. Era o coração sagrado da Alcateia Silvermoon, irradiando uma energia tênue e antiga.

Ciera estendeu a mão, cutucando a borda do tecido inestimável com uma unha bem-feita. Ela franziu o nariz. "Cheira a poeira e morte."

"Cheira a história, Ciera", eu disse, minha voz ecoando friamente contra as paredes de pedra. "A glória. Algumas coisas têm um valor que não pode ser medido por dinheiro."

Ela se virou, revirando os olhos. "Por favor. Jace é o Alfa. Ele pode ter o que quiser. É apenas um trapo velho e escuro que estraga a estética da sala. Vou fazer com que ele a tire e coloque um retrato enorme de Leo e meu. De qualquer forma, ele poderia comprar dez tapeçarias novas."

Sua pura ignorância era espantosa, mas era exatamente a fraqueza de que eu precisava.

Naquele momento, Leo entrou correndo no salão, seus tênis rangendo contra o chão polido. Em sua mão, ele segurava uma caixa aberta de suco de uva roxo escuro, balançando-a descontroladamente.

A armadilha estava montada. Eu só precisava entregar a isca a ela.

"Você deveria controlá-lo, Ciera", eu disse, mantendo meu tom perfeitamente neutro, embora o tenha temperado com um desafio sutil à sua autoridade. "Os Anciãos deixaram claro que a integridade da relíquia está ligada ao poder do Alfa. Se for danificada, será visto como um presságio terrível para o futuro da nossa Alcateia."

O rosto de Ciera corou com uma raiva imediata e previsível. Ela odiava que lhe dissessem o que fazer, especialmente por mim.

"Não use os Anciãos para me assustar, Elyse!" ela retrucou, colocando-se protetoramente na frente de seu filho. "Esta será minha casa em breve, e eu faço as regras! Leo, querido, vá brincar. Ignore-a."

Encorajado pela rebeldia de sua mãe, Leo me lançou um sorriso malicioso e infantil. Ele correu diretamente em direção à parede, levantou o braço e apertou a caixa de suco com toda a sua força.

Um arco espesso de líquido roxo escuro espirrou no centro da tapeçaria.

O suco doce e pegajoso encharcou os antigos fios de platina, borrando as runas abençoadas e manchando o lobo prateado como uma ferida profunda e sangrenta. Ciera e Leo caíram na gargalhada, completamente alheios à magnitude do que acabaram de fazer.

Uma onda fria de triunfo me percorreu.

Antes que o riso pudesse desaparecer, as pesadas portas de carvalho do Grande Salão se abriram. O Ancião Marcus entrou.

Ele tinha vindo para questionar Jace sobre seu comportamento errático recente, mas no momento em que seus olhos pousaram na tapeçaria profanada, ele congelou. A temperatura na sala caiu dez graus instantaneamente. A aura sufocante e opressiva de seu antigo Lobo Interior inundou o salão, sufocando o riso na garganta de Ciera.

"Qual é o significado disso?" trovejou o Ancião Marcus, seu rosto adquirindo um perigoso tom de roxo.

"Foi um acidente", gaguejou Ciera, encolhendo-se. "Apenas uma travessura de criança. Nós vamos limpar..."

"Limpar?" Marcus rugiu, dando um passo à frente. "Isto não é uma mancha, sua mulher tola! Isto é sacrilégio! É um insulto direto à própria Deusa da Lua!"

Ciera tremeu, puxando Leo para trás dela.

Marcus voltou seu olhar furioso para a cadeira vazia do Alfa. "Pelas leis mais antigas desta Alcateia, o pecado de profanar uma relíquia sagrada recai sobre o Alfa que o permitiu. Em nome do Conselho dos Anciãos, eu, por meio desta, congelo imediatamente o acesso de Jace ao Fundo Discricionário do Alfa. Nem um único centavo será gasto até que um ritual de purificação completo seja pago e concluído para apaziguar a Deusa."

Ciera soltou um grito horrorizado. O Fundo Discricionário era a fonte de todas as suas extravagantes maratonas de compras e estilo de vida luxuoso. Em questão de segundos, sua riqueza infinita havia sido cortada.

"Guardas!" Marcus latiu. Dois guerreiros da Alcateia entraram correndo. "Vigiem-na. Ela não sai deste salão até que o Alfa retorne para responder por esta desgraça."

Enquanto Ciera desabava em um sofá, soluçando histericamente por suas finanças arruinadas e humilhação pública, eu dei um passo silencioso para trás, para as sombras.

"Oh, céus", sussurrei suavemente, minha voz gotejando com falsa simpatia. "Isso vai ser muito ruim para o Jace."

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