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Sob o Domínio de Dante
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Capítulo 4 Helena

Capitulo 03

Helena

-Helena, cumprimente-o e mostre sua gratidão - minha mãe disse, claramente irritada com minha falta de reação.

Respirei fundo, virei-me para encará-lo e forcei um sorriso, estendendo a mão.

Ele aceitou o gesto, e o toque das mãos dele - grandes, firmes - envolvendo as minhas me fez sentir pequena... e, de alguma forma, ainda mais consciente dele.

Helena! É só um aperto de mão, me repreendi mentalmente.

- Prazer em conhecê-lo...

- Pode me chamar de Dante - ele interrompeu.

A voz dele... mesmo com minha mãe ali, continuava tendo o mesmo efeito perturbador em mim.

Por um segundo, meu olhar caiu involuntariamente para baixo, lembrando do que havia acontecido minutos antes.

Rapidamente desviei, encarando seus olhos escuros.

- Prazer em conhecê-lo, Dante. Obrigada por tudo que fez por nós.

Soltei sua mão quase rápido demais.

Eu precisava sair dali.

Sem pensar duas vezes, peguei minha bolsa e me afastei.

- Helena! - ouvi minha mãe me chamar.

Ignorei.

Corri até meu quarto, fechei a porta e me encostei nela, respirando pesado.

Não era só a corrida.

Era tudo.

Minha primeira experiência... tinha sido com o homem que ajudava minha família.

Passei a mão pelos cabelos, tentando organizar os pensamentos.

Por que ele tinha feito aquilo?

Pelo olhar dele depois... ele claramente me confundiu com outra pessoa. Talvez esperasse alguém. Talvez tivesse chamado alguém.

Mas então... por que eu não parei?

Por que eu quis continuar?

Meu corpo respondeu por mim.

E ainda estava respondendo.

Desci o olhar.

Minha respiração falhou.

Eu ainda estava excitada.

Sem pensar muito, comecei a tirar a roupa molhada, deixando tudo cair no chão. Minha pele ainda parecia sensível, aquecida.

Subi na cama, peguei o celular e desbloqueei a tela.

Eu precisava aliviar aquilo.

Coloquei um vídeo que costumava assistir de vez em quando - um homem mais velho com uma garota mais nova.

Sempre tinha sido o único tipo de coisa que despertava alguma reação em mim.

Mas nunca... assim.

Minha mão subiu lentamente pelo corpo, apertando meu seio com cuidado no início, depois com mais firmeza.

Respirei fundo, deixando a sensação crescer.

Minha outra mão desceu.

Quando toquei minha intimidade, estremeci.

Estava completamente molhada.

Fechei os olhos, ouvindo os sons do vídeo ao fundo, deixando aquilo me guiar. Meus movimentos ficaram mais rápidos, mais urgentes.

Minha mente começou a substituir as imagens.

Não era mais o homem do vídeo.

Era ele.

Dante.

- Ah... - gemi baixo, apertando mais forte.

Meu corpo reagia de um jeito que eu nunca tinha experimentado antes. Minhas pernas tremiam, minha respiração falhava.

- Mais... - sussurrei, sem perceber.

Minha mão acelerou, pressionando com mais intensidade. O prazer crescia rápido, quase insuportável.

- Isso... - gemi, arqueando o corpo.

E então veio.

Forte.

Meu corpo inteiro se contraiu, estremecendo enquanto eu atingia o ápice de forma intensa, completamente fora do que eu conhecia.

Fiquei ali por alguns segundos, tentando recuperar o fôlego.

Eu nunca tinha sentido algo assim.

E aquilo... era por causa dele.

- Droga... - murmurei.

Eu estava completamente perdida.

*DANTE RIVERA*

Passei a mão pelos cabelos, irritado comigo mesmo.

Agora eu estava na casa que me pertence... mas não parecia confortável.

Alguns cômodos ainda estavam sendo organizados, mas teria que servir por enquanto.

A mãe dela, Marta, tinha insistido para que eu ficasse ali por aquela noite.

Disse que não voltaria e que eu teria privacidade.

Privacidade.

Soltei um riso curto.

Para tentar relaxar depois da viagem longa e do frio, eu tinha feito uma ligação. Pedi para que alguém fosse enviado até mim.

Mas fui um completo idiota.

Como aquela pessoa entraria na casa?

E então... ela apareceu.

Helena.

E eu...

Fechei os olhos, passando a mão no rosto.

Ela não disse quem era.

E eu não perguntei.

Mas isso não mudava o fato.

Ela se ajoelhou.

E eu deixei.

- Idiota... - murmurei entre os dentes.

A lembrança veio forte demais.

A forma como ela reagiu... inexperiente, mas intensa. Como se estivesse descobrindo tudo pela primeira vez.

E aquela sensação...

Apertei a mandíbula.

Não era certo.

Ela deveria ser intocável.

Olhei para baixo.

Droga.

Ainda estava reagindo.

Respirei fundo, tentando afastar os pensamentos, mas era inútil.

Acabei cedendo.

Minha mão envolveu minha ereção, começando devagar, tentando aliviar a tensão.

Mas minha mente...

Minha mente voltou direto para ela.

Para a forma como ela me olhou.

Para como reagiu.

- Não... - murmurei.

Isso não podia acontecer de novo.

Não deveria.

Mas, só dessa vez...

Acelerei o ritmo, deixando a sensação tomar conta.

Só dessa vez.

E depois... acabava.

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