Enquanto minha mão passava pelos meus seios e descia pela minha barriga até chegar lá... Eu desliguei o chuveiro e apenas de robe branco fui para o quarto, pois queria olhar enquanto me tocava.
Peguei uma cadeira e sentei-me em frente ao espelho, fechei os olhos e voltei a tocar o meu clitóris até atingir o pico do prazer...
Ao terminar me sentindo um pouco mais leve, assusto-me ao ouvir um barulho do lado de fora. Levanto-me e vejo que não tinha trancado a porta, mas para minha sorte não havia ninguém.
Suspiro e acabo tomando outro banho. Rio de Janeiro é quente demais!
Durante o decorrer do dia não havia mais visto o meu tio. Sandra me disse que o viu sair pela porta como se estivesse fugindo de algo. Sandra é exagerada! Almoçamos juntas e dormimos um pouco antes de nos arrumar para irmos para a boate. Liguei para ele, mas não me atendeu. Tio Guilherme me mandou uma mensagem dizendo que não poderia ir comigo.
Fiquei triste por não ter sua presença, mas fiz o máximo para disfarçar. Fiz a minha melhor maquiagem e depois de uma selfie saímos de casa.
Não demoramos a entrar no Barra Music, o lugar já estava cheio e o DJ tocava a todo vapor. Encontramos alguns amigos do ensino médio, incluindo Pedro, o irmão de Sandra que está bem diferente do que me lembro. Seus cabelos negros estão muito bem cortados e o corpo que era magro e esguio, agora está bem desenhado com músculos definidos, e um sorriso muito bonito, tenho que confessar.
- Isabela como você está maravilhosa – Falou de forma galante e beijou-me no canto esquerdo da boca – Curvei a sobrancelha de forma audaciosa.
- E você está diferente – Falei avaliando-o novamente.
- Isso é bom, seria uma ofensa se os anos passassem e eu continuasse o mesmo. Vou pegar uma bebida para vocês. – Falou se afastando.
- Você se sentiu atraída por ele, confesse! – Sandra praticamente gritou. Eu apenas sorrir sem confessar nada.
A noite estava muito divertida e eu estava bebendo mais do que de costume. Já tinha me acabado de dançar com Pedro, pois Sandra se afastou como se quisesse nos dar espaço. Eu decidir que aproveitaria o momento e esqueceria "dele" ao menos esta noite.
Guilherme Casagrande
Ao abrir a porta de Isabela eu a vi sentada em uma cadeira se tocando em frente ao espelho. O seu robe branco estava entreaberto e revelava um dos seus seios completamente intumescido pela excitação que obviamente ela sentia. Suas pernas estavam abertas e ela tocava-se fervorosamente entre as pernas. Quando a vi gozar, os pensamentos tomaram conta da minha mente e quis sentir o seu gosto.
Fiquei completamente constrangido comigo mesmo, pois eu havia ficado excitado. Eu estava excitado pela minha sobrinha!
Passei a mão pelo cabelo sentindo muita raiva!
Sentia-me totalmente transtornado. Por isso, saí de casa para poder colocar a cabeça no lugar.
Não devia ter ficado olhando quando percebi o que ela estava fazendo, pois de certa forma, invadir a sua privacidade.
Que merda! Não consigo esquecer a cena.
Quando Isabela me ligou eu decidir não atender, pois ainda me sentia desconfortável, por isso, lhe mandei uma mensagem dizendo que não iria para a boate. Quando cheguei ao apartamento o mesmo estava vazio. Eu tinha ido para a casa de alguns amigos e passamos a tarde conversando amenidades e a minha experiência fora do Brasil.
Tinha acabado de sair do banho quando a campainha do apartamento tocou, imaginando que fosse a comida que pedir, eu abri a porta secando o cabelo.
Fui pego de surpresa quando Pamela pulou no meu colo!
- Olá, meu amor! – Falou e me beijou apaixonadamente e qualquer pensamento relacionado a Isabela foi esquecido.
Isabela Abrantes
Eram quatro horas da manhã e eu já tinha dançado tanto com Pedro, assim como, tinha beijado muito. Nós conversamos e nos divertimos muito lembrando do passado. Ele disse que gostava de mim desde o ensino médio, mas ele era apenas o irmão invisível de Sandra. Inclusive, Sandra estava grudada nos braços do melhor amigo de Pedro, a mesma me confidenciou que tinha ficado com ele no banheiro.
- Quero você agora Guilherme! – Falo e o beijo. Eu o beijo de forma mais intensa, como não tinha beijado a noite inteira e ao invés de ver o homem que está a minha frente começo a pensar no meu tio, juro que é involuntário! É como se minha mente não quisesse esquecê-lo.
- Por que você está me chamando de Guilherme e está falando algo sobre seu tio que não compreendo – Pedro que tinha bebido menos que eu, murmurou. Eu me afasto e quando tento explicar começo a rir desesperadamente.
- Acho melhor levar você para casa. – Falou pegando pela minha cintura. Ele me ajudou a entrar no carro. Coloquei minha cabeça sobre o vidro do seu carro e suspirei. Fiquei satisfeita por Pedro ter me deixado em casa sem questionar mais nada.
Tirei os sapatos e os peguei para poder entrar descalça sem fazer barulho, pois já estava amanhecendo. Antes de ir para o meu quarto, fui até o quarto do meu tio, eu abri a porta do quarto lentamente e ao entrar no mesmo parei sem acreditar no que meus olhos viam.
Eu queria que fosse uma ilusão ou um pesadelo causado pela bebida, mas as lagrimas silenciosas que desciam pelo meu rosto comprovavam que o que estava vivendo naquele momento era mais real do que eu imaginava.