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Por amor a minha filha, me tornei uma noiva falsa
img img Por amor a minha filha, me tornei uma noiva falsa img Capítulo 2 O Jogo de Máscaras
2 Capítulo
Capítulo 6 Ninguém nunca esta img
Capítulo 7 A farsa img
Capítulo 8 Herdeiro img
Capítulo 9 Não saia sozinha img
Capítulo 10 Eu não preciso img
Capítulo 11 Sacrifício para você img
Capítulo 12 E se eu jogasse o jogo dela img
Capítulo 13 Uma conversa img
Capítulo 14 Mais informações img
Capítulo 15 O Pai da minha Isa img
Capítulo 16 Qual é o jogo img
Capítulo 17 Raiva e vergonha img
Capítulo 18 Não me use img
Capítulo 19 Estou indo img
Capítulo 20 Quem esta morrendo img
Capítulo 21 Liberte-a img
Capítulo 22 Você é minha esposa img
Capítulo 23 Pessoas importantes img
Capítulo 24 Controle ou cortesia img
Capítulo 25 Não a castigue img
Capítulo 26 Seu teto img
Capítulo 27 Apenas vá img
Capítulo 28 Está decidido img
Capítulo 29 Apoio img
Capítulo 30 Xeque mate img
Capítulo 31 Sem sono img
Capítulo 32 Quase óbvio img
Capítulo 33 A beira do abismo img
Capítulo 34 O BEIJO QUE EU NÃO PLANEJEI img
Capítulo 35 Eu estava perdida. img
Capítulo 36 Não me envergonhe img
Capítulo 37 Você não vai img
Capítulo 38 Marido protetor img
Capítulo 39 É Suficiente img
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Capítulo 2 O Jogo de Máscaras

Narrado por Mason Dasílis:

Meu escritório, o famoso Blackwood, localizado no topo de um elegante edifício de vidro, é um refúgio de luxo e sofisticação. Com paredes revestidas de painéis de madeira escura, móveis de couro e uma vista deslumbrante da cidade, o ambiente reflete perfeitamente o status e a riqueza que possuo. Sou um homem de negócios, que muitos consideram astuto e calculista, já estou acostumado a lidar com situações complicadas. No entanto, hoje me preparo para algo fora do comum.

A reunião com a família Muller estava marcada para a tarde. Quando os Muller entraram no escritório, foi como se uma nuvem de desespero e tensão pairasse sobre eles. O pai, Walter Muller, estava visivelmente nervoso, enquanto a esposa, Ivone, mantinha uma expressão de resignação. A filha, Ezra, parecia inquieta, tentando não olhar para mim. Sentado atrás de uma grande mesa de mogno, eu os observava, intrigado e um pouco surpreso pela coragem de vir juntos sem o meu dinheiro para me pagar.

- Boa tarde, Sr. e Sra. Muller, senhorita - cumprimentei, levantando-me e oferecendo um sorriso cortês, mas sem calor genuíno, claramente ignorando o seu corpo bem moldado, desejosamente marcado no tecido rosa, além dos lábios carnudos, vermelhos. - Sentem-se. Espero que tenham encontrando uma solução boa para nós, já que a dívida é exorbitante.

Os Muller tomaram seus assentos, cada um revelando sua apreensão pela postura. Eu me acomodei em minha cadeira, cruzando as pernas e estudando-os com um olhar perspicaz.

- Estou ciente da situação financeira complicada em que vocês se encontram - comecei a falar, com palavras precisas e controladas. - A dívida com meu escritório é substancial, temos discutido as opções de pagamento. - Eu sabia que eles não tinham nada a não ser trabalhar para mim, e não havia outras maneiras de pagar.

Walter Muller limpou a garganta tentando falar, mas foi Ivone quem tomou a frente.

- Senhor Dasílis, queremos resolver isso da melhor maneira possível - disse a senhora Muller, com a voz trêmula. - Estamos dispostos a negociar qualquer coisa para quitar a dívida, podemos lhe entregar a mansão Muller como pagamento.

Ela disse isso como se fosse um alívio, talvez não soubesse que a mansão está hipotecada, tlavez o senhor Muller não tenha revelado seus negócios, meus olhos permaneceram frios e calculistas.

- Eu aprecio a disposição de vocês para negociar, mas, infelizmente, a situação é mais complicada do que parece - respondi diretamente, tomando toda e qualquer contramedida que eles pudessem oferecer. - Precisamos de uma solução que seja benéfica para ambas as partes. E aquele lugar além de velho, caindo aos pedaços, esta hipotecado. - Revelei percebendo que não houve sequer um tom de surpresa em seus olhares.

Foi então que a jovem Muller pigarreou ao lado da sua madrasta, tomando a minha atenção, pegando na mão da sua mãe substituta, erguendo um pouco o toráx, com a intenção de exibir um par fartos de seios, no vestido rosa claro, franzi um pouco o cenho buscando compreender a sua intenção.

- Eu tenho uma proposta. - Sussurrou apesar da sua postura austera, me deixando um pouco intrigado, que proposta uma jovem teria a fazer como solução dos problemas financeiros da sua família, pela maneira que olhou para os seus seios, e em seguida olhou para mim, não pude deixar de observar o seu rosto, a pele clara, os olhos incrivelmente pretos, tão redondos, quanto graúdos, os cílios grandes, evidentemente marcados pelo excesso de maquiagem.

O Nariz bastante fino, arrebitado, os lábios cheios e vermelhos por excesso de batom. Ergui uma das minhas sobrancelhas, mas não fiz comentários, a suposta jovem, parecia-me um pavão, ao exibir sua calda, mas o seu charme, eram definitivamente o seu par de seios bem fartos, quase a saltar do vestido.

Em vez de continuar a olhar, indiquei uma cadeira para a jovem Muller, e ao sentar, a observei com interesse genuinamente sexual.

- Ezra, fique calada. - disse o seu pai, um pouco surpreso. -Que proposta você pode ter para o senhor Dasílis? - Disse ele demonstra tão surpresa quanto eu, a jovem Ezra segura da mão da madrasta sorri fraco.

Ezra assentiu e, em seguida, se voltou para os Muller.

-Papai, Ivone- começou Ezra, sua voz firme e controlada. - Tenho uma proposta que pode resolver a situação de forma rápida e eficaz.

Os Muller olharam para Ezra, confundidos e curiosos, enquanto eu aguardei.

- Do que você está falando? - perguntou Walter, a preocupação evidente em sua voz.

Ezra olhou para mim, novamente e então se voltou novamente para os Muller.

- O senhor Dasílis e eu podemos chegar a um acordo - disse Ezra. - Estou disposta a assumir a dívida da família Muller, sob uma condição. - Ergui ambas a sobrancelhas, sem imaginar qualquer condição possível, o que ela poderia fazer?

Os seus olhos brilharam com um brilho calculista. Ela havia planejado algo mais complexo e oportuno do que parecia.

- Qual é a condição? - perguntou sua madrasta, seu tom revelando a mistura de esperança e ceticismo.

Ezra respirou fundo antes de revelar o que parecia ser a solução para o problema.

- Soube que o senhor Dasílis não é casado, e certamente num futuro próximo ele deseja ter um herdeiro. - anunciou ela, sua voz implacável. - Desculpe senhor Dasílis, mas todos comentam...seus herdeiros são seu irmão, e sobrinho, imagino que queira algum dia ter um sucessor.

A notícia me deixa desconfortável, era algo sigiloso, como essa mulher poderia saber disto? - Sei que o senhor se envolve com mulheres, bem...paga por serviços...

- Como soube disto? - Indaguei notando que pela expressão frígida em seu rosto, também era de conhecimento de sua madrasta. A verdade é que eu não desejava uma esposa, mas ter um herdeiro já havia passado em minha mente.

-Notícias correm, boatos, senhor Dasílis. - A sua madrasta interviu pouco sorridente.

- Eu me proponho a ser sua esposa, lhe dar um herdeiro, ainda temos um sobrenome de respeito, bem...como quiser, mas num acordo, o acordo é que, como parte desse casamento, a dívida da família Muller será quitada.

A Proposta caiu como uma bomba em meu colo. Walter e Ivone olharam para Ezra com uma mistura de choque e confusão em seus rostos.

- Casamento? - Walter repetiu, sua voz cheia de incredulidade. - Como isso resolve nossa situação?- Eu havia pensado em oferecer uma boa quantia em dinheiro para possíveis mulheres que o fizesse o proposto, mas até o momento nada era certo, era apenas planos.

- Com um casamento, o senhor não precisará de uma barriga de aluguel, nem comprar uma esposa, senhor Dasílis. - Ezra disse, com uma voz macia. A boca do seu pai ficou entreaberta com tal proposta, em silêncio mantive-me, a proposta não era de tão mal ou ruim.

Ezra continuou, com uma frieza calculista.

- O senhor e eu teremos um acordo formal, e como parte disso, a dívida da família Muller será cancelada. O casamento será um meio de assegurar que a dívida seja liquidada e que nossos interesses mútuos sejam protegidos.

Mantive-me apenas, observando a reação dos Muller, não pôde deixar de sentir um certo prazer ao ver a perplexidade em seus rostos. Para mim, o casamento com Ezra era uma oportunidade de resolver um problema financeiro com algo muito desejado, mas a oferta era boa demais vindo de uma mulher jovem, e bem sexy no auge da sua juventude.

- Portanto, - disse, interrompendo o silêncio que se seguiu -, se você aceitar o acordo, a dívida deverá ser totalmente quitada, e nós poderemos começar de novo sem esse peso. Caso contrário, continuaremos a buscar outras formas de negociação.

Os Muller estavam atônitos, sem saber como reagir. Ivone olhou para o marido, e Walter, embora ainda visivelmente perturbado, parecia estar considerando a proposta. Enquanto eu, achei corajoso da sua parte, evidente que ela lucraria bem com isso, mas era um filho.

- Mason, Ezra - disse Ivone, sua voz agora um pouco mais firme - precisamos de um tempo para pensar sobre isso. Essa proposta é inesperada e complicada.

Apenas acenei com a cabeça, compreendendo a necessidade de um tempo para reflexão, uma boa investigação sobre aquela jovem.

- Claro, - digo-lhe com um tom compreensivo, mas com um sorriso que não alcançava seus olhos -, tomem o tempo que precisarem. No entanto, peço que façam uma decisão o mais breve possível, para que possamos seguir com os próximos passos.- A dívida deles estava prestes a vencer, algo deveria ser feito sobre isto.

Os Muller levantaram-se lentamente, ainda processando a proposta. Ezra observou-os sair do escritório, seu olhar firme e determinado. Eu permaneci na cadeira, processando o desenrolar dos eventos. Até que sem muita cerimonia, a jovem levantou-se em seguida. - Até mais senhor Dasílis.

Disse, ganhando a porta, por trás daquela mente havia algo, o que não demoraria tanto a descobrir. Iniciando uma investigação minuciosa sobre a mesma, uma mulher de cunho interesseiro que se envolve com homens sem compromisso, sem ao menos importa-se se são casados, o sorriso lascivo brotou em meus lábios a cada informação que obtive sobre Ezra e sua madrasta, despertou-me mais interesse, eu não precisaria ir devagar com ela.

Logo, se tornara a candidata perfeita, casar, engravida-la e ao ter meu herdeiro, qualquer quantia seria suficiente para me livrar dela sem problemas. Apagando os seus vestígios da vida do meu filho. Alguns dias se passaram.

- Parece que temos um acordo, então - digo-lhe ao nos encontrar outra vez. Ezra sorri, e diz sim sua voz baixa.

Ezra me olha com um brilho de satisfação em seus olhos, mas nada parecia mais radiante que o seu pai e sua madrasta, o casamento lhe beneficiaria de todas as maneiras, já que estão na lama.

Reunindo-me com advogados, não fora difícil elaborar um contrato, tudo estava indo bem, mas do que o esperado.

- Sim, parece que temos. Agora, vamos garantir que tudo corra como planejado.

Era o negócio perfeito para mim.

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