Rayra não era mais a mesma. Aos trinta e cinco anos, ela estava no auge, trabalhando em uma multinacional importante e renomada, o que exigia uma postura impecável. Ela era elegante, usava sempre salto alto, roupas sociais, e o cabelo estava comprido e cacheado.
O sorriso, contudo, permanecia o mesmo, irradiando a felicidade que ela havia conquis