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Meu Doutor - Envolvida no Amor Proibido
img img Meu Doutor - Envolvida no Amor Proibido img Capítulo 7 Estou curioso. Retornamos à Mônica, então.
7 Capítulo
Capítulo 8 Até a Inteligência Artificial da minha casa está me zoando. img
Capítulo 9 Jullian tem atormentado os meus pensamentos img
Capítulo 10 Ou ela será minha, ou irei enlouquecer img
Capítulo 11 Não é certo me envolver com meu chefe img
Capítulo 12 Limpa a baba, que ela está vindo para cá. img
Capítulo 13 Doutor maravilha img
Capítulo 14 Uma viagem à dois ! img
Capítulo 15 Então enxuga essa baba e volta para sua função. img
Capítulo 16 Menino mau img
Capítulo 17 Boa noite meu noivinho! img
Capítulo 18 Tudo virou de cabeça para baixo img
Capítulo 19 Esqueci do principal: proteger meu coração img
Capítulo 20 Torço para que, no fim, eu possa ser feliz. img
Capítulo 21 Eu não estava preparado para lidar com tudo. img
Capítulo 22 E, por mais insano que pareça, não quero fugir disso img
Capítulo 23 Como fui me apaixonar assim por ela img
Capítulo 24 Mesmo exausta, eu só sentia gratidão. img
Capítulo 25 Quando tudo estiver resolvido, espero que não seja tarde demais img
Capítulo 26 Hoje é o grande dia que irei finalmente colocar fim img
Capítulo 27 É agora, vamos acabar com toda essa farsa img
Capítulo 28 Então, me deixo envolver, pelo menos por hoje. img
Capítulo 29 Assim se inicia a nossa pequena noite. img
Capítulo 30 Só não esperava que o destino a levasse para longe de mim. img
Capítulo 31 A rotina mudou, e agora eu tenho que tentar fazer tudo dar certo img
Capítulo 32 Não estava preparada para o que viria img
Capítulo 33 Com um sorriso de vitória no rosto, apago a luz do abajur e vou dormir img
Capítulo 34 Sai daqui, Jullian. Não quero falar com você img
Capítulo 35 Pois a dor era bem maior img
Capítulo 36 Só não estava preparada para o que viria a seguir. img
Capítulo 37 E sei que ela não me perdoará tão fácil img
Capítulo 38 Nossa noite img
Capítulo 39 Essa noite promete ser inesquecível, principalmente para mim. img
Capítulo 40 A decisão que pode mudar toda a minha vida img
Capítulo 41 Necessito do seu perdão img
Capítulo 42 Eu havia prometido nunca mais chorar img
Capítulo 43 O sofrimento, eu sabia, estava apenas começando. img
Capítulo 44 Vá embora, quando eu estiver disposta a te ouvir, eu aviso img
Capítulo 45 Só espero que ele não se assuste com o que irei dizer img
Capítulo 46 Só achei apenas justo que soubesse img
Capítulo 47 Mas eu não desistirei. img
Capítulo 48 Do nosso jeito, no nosso tempo img
Capítulo 49 Muitas vezes, o amor chega como uma tempestade img
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Capítulo 7 Estou curioso. Retornamos à Mônica, então.

Jullian Muller

Hoje, minha mãe foi até o hospital para ver como tudo estava. Sim, ela ainda vem aqui para saber como administro. Chamei-a para um café na cantina. Quando entramos, vejo Mônica sentada no fundo, observando todos que entram e saem. Resolvi me sentar próximo a ela, não sei o motivo, apenas fui e me sentei.

Penélope, a nossa garçonete, veio e anotou nossos pedidos, meu e da dona Sofia que, como sempre, pediu um café e um croissant, que, aliás, é maravilhoso. Temos todos os tipos de comidas aqui, desde uma salada até refeições completas e doces. Gosto de variar o cardápio, pois não sabemos o que mais alguém gostaria de comer, principalmente uma mulher enfrentando sua famosa TPM. Então, para deixar todos felizes, resolvi adicionar os doces também.

Quando iniciei meu trabalho aqui, era tudo muito metódico, e aquilo, às vezes, deixava o colaborador cansado. Por mais que meus pais fossem ótimos chefes, os funcionários precisavam também de um pouco de diversão. Dessa forma, eu coloquei uma área exclusivamente para descanso, com puffs enormes, uma máquina de café com cappuccino, sucos à vontade, computadores, fones de ouvido e as refeições variadas na nossa cantina.

Meu pai simplesmente disse: "Como não pensei nisso antes"! Claro, que ouvi várias sugestões do pessoal e, como eram ótimos funcionários, eles mereciam. Estava conversando sobre isso com minha mãe nesse momento.

- Filho, você se superou para refazer essa parte do hospital. De fato, o pessoal precisava disso.

- Sim, mamãe. Eles trabalham muito bem, são dedicados e claro que mereciam um prêmio por isso. Então, resolvi adequar essa parte aqui, especialmente para eles.

- Eu e seu pai temos muito orgulho de você, principalmente pelo que fez com o nosso trabalho, que está cada dia melhor.

- Obrigado, mamãe! Eu nunca deixaria que o trabalho que vocês lutaram tanto para conquistar se reduzisse a pó. É o meu dever fazer maior e melhor cada dia. Mamãe, as meninas estão vindo para cá, vou deixá-las conversando e já vou, marquei com o Alex de ir jantar na casa dele. - Minha secretária tem uma boa amizade com a minha mãe, e a vejo, juntamente com a Mônica, vindo em nossa direção, e sinto que já está na minha hora também.

- Claro, meu bem, pode ir. Vou conversar um pouquinho com a Clara e já estou indo embora.

- Na sexta eu retorno para casa. Preciso de um tempo do assunto: Stefany - dou um beijo na testa da minha mãe, que concorda fazendo um sinal com a cabeça, e então saio, deixando-as sozinhas na mesa.

Paro diante das portas do elevador e o aciono com um simples comando de voz. Ele se abre suavemente, revelando aquela caixa metálica e fria que já me é tão familiar. Desço até o subsolo, rumo ao estacionamento. Entro no carro e sigo pelas ruas frias de Londres. É primavera e as noites demoram a cair, mas há algo mágico nessa estação que sempre me cativou. Mesmo com o avançar da hora, as ruas continuam cheias de vida, iluminadas por passos apressados e faróis incansáveis.

Meu veículo desliza pelas ruas devagar, onde posso observar tudo e todos, entrando e saindo de restaurantes, bares e pubs. A vida aqui é bem agitada, principalmente em algumas épocas do ano, pois o país recebe muitos turistas. Estou tão focado em meus pensamentos que nem percebo quando chego no bairro onde Alex mora. Kensington é conhecido por ter os melhores edifícios daqui, é também onde tenho o meu apartamento.

Como tenho acesso direto ao prédio, entro e estaciono na vaga que fica destinada para mim. Tranco o carro e sigo para o elevador, digitando a senha para a cobertura. Entro no apartamento e não encontro Alex, então sigo para o bar que fica no canto da sala e me sirvo de um uísque. Estou virando o copo quando o escuto atrás de mim, me assustando.

- Entra em minha casa e ainda bebe da minha bebida! Se eu já não estivesse te esperando, seria recebido com um tiro no meio da testa. - Meu amigo sai do corredor com a arma em punho.

- Você anda muito perigoso - falo, me sentando confortavelmente em seu sofá.

- E você, muito folgado. Pode ir tirando esses pés nojentos da minha mesinha. A moça veio limpar hoje.

- Cada vez mais velho e mais chato. E a Abigail, não vem mais?

- Ela me ligou dizendo que surgiu um trabalho de última hora e que não daria para vir. E ela comprou uma passagem hoje, porém, para a Itália. Mas a equipe dela não tem nenhum evento agendado para lá.

- E o que está achando?

- Não sei... Na realidade, eu não quero imaginar.

- Não me diga que acha que está sendo traído?!

- Sem nenhuma prova, não posso afirmar. Mas ela não seria capaz, eu acho! Estamos juntos há tempo, somos um ótimo casal, nem teria motivos para isso.

- Realmente! Mas, por via das dúvidas, eu iria atrás.

- Não coloque coisas em minha cabeça, Jullian. O assunto aqui hoje é você e a médica, não o meu relacionamento.

- Parei, não digo mais nada - falo, levantando as mãos, indicando redenção e com um sorriso no rosto.

- Enquanto eu termino o jantar, me conta da tal médica nova. Estou realmente curioso para saber.

- Eu a conheci há alguns dias, quando saí para correr. Que você sabe, não é uma rotina minha. Cheguei do trabalho, não consegui dormir, então fui fazer algum exercício.

- Sua avó ainda com a história do casamento?

- Sim, e vai ser difícil tirar isso da cabeça dela. Mas, como você me conhece, eu não desisto.

- Ainda com o investigador atrás dela?

- Sim, ele me envia fotos e relatórios semanalmente. Tenho até algumas fotos dela com caras na faculdade, em alguns barzinhos e pubs.

- Bastante foto. - Meu amigo me encara com os olhos arregalados. A mesma cara que fiz quando Robert, meu investigador, me enviou.

- Fiz essa mesma cara quando vi. Ele me enviou um relatório dos passos dela, de início. Duas semanas depois, recebo um e-mail recheado de fotos. Mas... estávamos falando sobre a Mônica, que é um assunto bem mais interessante.

- Estou curioso. Retornamos à Mônica, então.

Respiro fundo e começo.

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