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O Retorno Tecnológico Bilionário da Esposa Fantasma
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Capítulo 7

Nº 7

O Loft tinha um ritmo agora. Acordar às 6, correr ao longo do Rio Hudson, programar até o meio-dia, comer o que quisesse, programar até a meia-noite.

Eulalie sentia seus músculos se enrijecendo, seu cérebro se aguçando. A névoa dos últimos cinco anos estava se dissipando.

Mas o silêncio ainda era complicado. Às vezes, ela virava a cabeça para dizer a Elara para parar de pular no sofá, apenas para perceber que o sofá estava vazio.

Na Penthouse, o ritmo foi quebrado.

Era terça-feira de manhã. Martha estava em casa, doente com gripe. A agência enviou uma substituta, uma jovem chamada Sarah que não conhecia a bíblia da casa.

Sarah fez torradas. Ela usou o pote da despensa. Pasta de Amendoim Crocante.

Elara sentou-se à mesa, balançando as pernas. Caden estava em uma ligação, andando de um lado para o outro no hall de entrada, seus sapatos caros de couro quase atingindo o sofá onde os papéis do divórcio de Eulalie permaneciam silenciosamente enterrados sob as almofadas. Adalynn estava dormindo até mais tarde.

Elara deu uma mordida enorme. "Que delícia."

Dois minutos depois, ela começou a tossir. Ela arranhava a garganta. Seu rosto ficou manchado de vermelho.

Sarah gritou. "Sr. Holloway!"

Caden derrubou o telefone. Ele correu para a cozinha. Elara estava ofegante, com os olhos revirando.

"Ela está engasgando!", Sarah gritou.

"Não!", Caden agarrou Elara. "É anafilaxia! A EpiPen! Onde está a EpiPen?!"

Ele abriu as gavetas da cozinha com força. Colheres, garfos, guardanapos. Nenhuma EpiPen.

Eulalie sempre a guardava em uma bolsinha vermelha específica em sua bolsa, ou presa com fita adesiva na lateral da geladeira. Mas a geladeira estava limpa.

"Ligue para o 911!", Caden berrou.

Vinte minutos depois, no Hospital Lenox Hill.

Elara estava estabilizada, com uma máscara de oxigênio sobre seu rostinho. Caden sentou-se ao lado da cama, com a cabeça entre as mãos.

A médica, uma mulher severa, fuzilou-o com o olhar. "Sr. Holloway, alergia a amendoim não é brincadeira. Está no prontuário dela. Como você não tinha um injetor à mão?"

"Eu... minha esposa geralmente cuida...", Caden parou de falar. A desculpa soou patética até para seus próprios ouvidos.

Adalynn entrou de repente, usando óculos de sol enormes e segurando um copo da Starbucks. "Ai meu Deus, ela está bem? Eu odeio hospitais, eles cheiram a água sanitária."

Ela não tocou em Elara. Ficou parada perto da porta, verificando seu reflexo no vidro.

Elara se mexeu. Sua voz estava abafada pela máscara. "Mamãe?"

O coração de Caden se apertou.

"Mamãe...", Elara choramingou. "Adalynn tem cheiro de produtos químicos. Eu quero a mamãe."

O rosto de Adalynn enrijeceu. Ela forçou um sorriso. "Oh, querida, a titia está aqui. A mamãe está... ocupada."

Caden se levantou. Ele caminhou até a janela. Pegou o celular. Rolou a tela até Eulalie.

Seu polegar pairou sobre a tela.

Ligue para ela. Diga a ela que você precisa dela. Diga a ela que Elara precisa dela.

Mas então ele olhou para Adalynn, que o observava com expectativa. Se ele ligasse para Eulalie, admitiria a derrota. Admitiria que não conseguia funcionar sem ela.

Ele guardou o celular. "Ela vai ficar bem", disse ele bruscamente. "Não precisamos incomodar ninguém."

No Loft, Eulalie estava tomando chá com a Sra. Foster, sua vizinha do 4B. A Sra. Foster tinha oitenta anos, usava agasalhos de veludo roxo e assava biscoitos de aveia.

"Você parece triste, querida", disse a Sra. Foster, dando um tapinha na mão de Eulalie.

"Sinto falta da minha filha", admitiu Eulalie, encarando o vapor que subia de sua caneca.

"Então ligue para ela."

"Não posso. Ainda não."

Naquela noite, Elara estava de volta em seu quarto. Caden estava no andar de baixo, discutindo com a nova empregada. Adalynn estava no banho.

Elara subiu na mesinha de cabeceira. Ela pegou o telefone fixo. Ela sabia o número. A mamãe a fez memorizá-lo com uma música.

"Nove-Um-Sete..."

O telefone de Eulalie tocou. ID: Residência Holloway.

Seu coração parou. Ela ficou olhando para o aparelho. Tocou quatro vezes.

Ela atendeu. Não falou nada. Apenas respirou.

"Mamãe?" Uma vozinha assustada.

Eulalie tapou a boca com a mão para conter um soluço. Lágrimas escorreram por seu rosto instantaneamente.

"Mamãe, você está aí?"

"El-", Eulalie começou.

"Elara!", a voz de Adalynn gritou do outro lado da linha. "O que você está fazendo? Larga isso!"

Houve um barulho de confusão. "Não! Estou falando com a mamãe!"

"Ela não quer falar com você! Olha, eu comprei um iPad novo para você! Vem aqui!"

Clique.

A linha ficou muda.

Eulalie sentou-se no sofá, o telefone ainda pressionado contra a orelha, ouvindo o tom de discagem. Parecia o som de uma linha reta no monitor cardíaco.

Ela abaixou o telefone lentamente. Sua mão tremia incontrolavelmente.

Adalynn estava na casa. Adalynn estava controlando o acesso. Enquanto Eulalie fosse apenas a "ex-esposa", ela era impotente.

Ela enxugou o rosto com a manga. A tristeza em seus olhos endureceu, tornando-se algo quebradiço e afiado.

"Certo", ela sussurrou. "Chega de chorar."

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