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O Retorno Tecnológico Bilionário da Esposa Fantasma
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Capítulo 8

Nº 8

Um estrondo de trovão sacudiu o horizonte de Boston. A chuva açoitava as enormes janelas industriais do Loft.

Eulalie sentou-se de supetão na cama, ofegante.

Trovão.

Elara tinha pavor de trovão. Desde os dois anos, ela gritava até vomitar, a menos que Eulalie a segurasse e cantasse "Golden Slumbers".

Eulalie pegou o celular. Ela andava de um lado para o outro no quarto, com o concreto frio sob seus pés descalços.

Ela discou para o telefone fixo. Tocou três vezes antes que uma voz sonolenta atendesse.

- Residência Holloway - a voz resmungou.

- Quem está falando? - perguntou Eulalie, com o coração acelerado.

- Sou Sarah, a babá temporária. Quem está ligando a esta hora?

- Sarah? A Elara está bem? A tempestade...

- Sra. Holloway? - Sarah bocejou. - Ah, o Sr. Holloway está lá com ela. Ele está... gritando um pouco. Tentando fazê-la parar de chorar.

O sangue de Eulalie gelou. Caden não tinha paciência. Ele gritava quando estava estressado.

- Passe para ela. Por favor.

- Não posso, senhora. Ele pegou os celulares de todo mundo. Ele disse... disse que a senhora está incomodando a família desde que pediu demissão e fez uma cena.

Incomodando.

- Apenas veja como ela está - Eulalie implorou. - Diga a ela... diga a ela que o trovão são só as nuvens dando um "toca aqui".

- Eu... eu não posso. Boa noite.

Clique.

Eulalie ficou de pé no escuro, o relâmpago iluminando sua silhueta. Ela se sentiu como um animal preso em uma jaula. Jogou o celular no colchão. Ele quicou sem causar danos.

Na Penthouse, Elara soluçava no travesseiro. Caden estava parado na porta, com uma aparência desgrenhada e furiosa.

- É só barulho, Elara! Cresça! - ele gritou por cima de um trovão. - Sua mãe não está aqui para te mimar! Pare com isso!

Elara engasgou com um soluço, enterrando a cabeça mais fundo.

Na manhã seguinte. A chuva havia parado.

Eulalie estava diante de seu computador. Ela abriu a programação da Tech Summit.

Dia 1: Discurso de Abertura - Nexus AI.

Ela o circulou com o cursor do mouse.

Ela abriu o chat com Jory.

Ghost: "Mudança de planos. Não vou apenas participar. Quero estar no palco."

Jory: "Uau. Tem certeza? Isso é... uma declaração de guerra."

Ghost: "A Holloway Holdings estará lá procurando um salvador. Quero que eles vejam exatamente quem jogaram fora."

Jory: "Adorei. Vou preparar a demonstração. Bem-vinda de volta, chefe."

Eulalie caminhou até a arara de roupas. O terno Yves Saint Laurent estava pendurado ali, preto como a meia-noite.

Ela passou os dedos pela lapela de seda.

Ela não era uma mãe hoje. Não era uma esposa. Era uma arma.

Ela foi até o espelho do banheiro. Pegou uma tatuagem temporária que havia comprado - uma pequena borboleta geométrica. Aplicou-a na parte interna do pulso, bem em cima de sua pulsação.

Era um símbolo. Transformação.

Ela olhou para seus olhos. Estavam frios, límpidos. A mulher que implorava por ligações às 3 da manhã havia desaparecido.

- Vamos lá - disse ela para seu reflexo.

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