41 Capítulo
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Quando o corpo está saciado, mas a alma ainda sangra
ALINNA TAVARES
Saí do lado dele sem responder. Levantei nua, sentindo cada gota escorrer entre minhas pernas, cada arrepio que ainda queimava na pele. Caminhei em silêncio até o rio. Mergulhei fundo, deixando que a água lavasse o corpo e, se pudesse, também a mente. Mas não podia. A cada onda
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