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A Herdeira Condenada: Casando com o Bilionário
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Capítulo 5 5

Os portões de ferro da propriedade Ampulheta tinham quase quatro metros de altura.

Arcana parou diante deles, sozinha. O terno branco brilhava ao sol da manhã.

Ela apertou o botão do interfone.

Uma câmera zumbiu, focando em seu rosto.

- Nome - exigiu uma voz. Era Garra, o mordomo-chefe.

- Agente X - disse Arcana calmamente. - Diga a Ampulheta que estou aqui.

Houve uma pausa. - O Sr. Ampulheta não está recebendo visitantes sem hora marcada. Por favor, vá embora, ou soltarei os cães.

O interfone desligou.

Arcana suspirou. - Do jeito difícil, então.

Ela puxou o telefone. Era um descartável que ela havia modificado na noite anterior. Encostou-se nas barras de ferro e começou a digitar.

Encontrou a rede local da propriedade. O firewall era caro, mas tinha uma falha. Não havia sido atualizado para o último patch de casa inteligente.

Arcana executou o script.

Dentro da mansão, o caos explodiu.

O sistema de irrigação nos jardins imaculados explodiu em vida, encharcando os três seguranças que patrulhavam o perímetro.

Na casa principal, a música clássica educada que tocava nos alto-falantes parou. Uma fração de segundo depois, heavy metal no volume máximo explodiu.

ACORDA! ACORDA!

Em seu escritório, Ampulheta estremeceu quando a música sacudiu as paredes.

Fuligem entrou correndo, cobrindo as orelhas. - Senhor! O sistema! Alguém sequestrou o servidor principal!

Ampulheta pegou o telefone. Uma mensagem de texto apareceu em seu número privado e não listado.

Abra o portão. Ou aumento a temperatura da sua adega em trinta graus. Adeus, Mouton Rothschild 1945.

Ampulheta caminhou até a janela. Olhou para o monitor que mostrava o portão da frente.

A mulher de terno branco estava encostada casualmente nas barras, verificando as unhas.

Era ela. A motorista. A lutadora.

Ampulheta sentiu uma sensação estranha no peito. Não era raiva. Era diversão.

- Deixe-a entrar - disse Ampulheta.

- Mas senhor...

- Deixe. Ela. Entrar.

A música parou instantaneamente. Os portões gemeram e se abriram.

Arcana guardou o telefone. Subiu a longa entrada de automóveis, os saltos estalando no pavimento.

Garra abriu a porta da frente. Parecia nervoso.

- O Sr. Ampulheta está na biblioteca - disse ele, rígido.

Arcana passou por ele. - Eu sei o caminho.

Ela não sabia, mas caminhou com confiança suficiente para que ninguém a questionasse. Encontrou as portas duplas no final do corredor e as empurrou.

Ampulheta estava junto à lareira. Era mais alto do que parecia à distância. Ombros largos. Olhos da cor de aço frio.

- Arcana - disse Ampulheta. - Piloto de corrida. Artista marcial. Hacker. Você é uma mulher de muitos talentos.

- Habilidades de sobrevivência - corrigiu Arcana.

Ampulheta deu um passo à frente. O ar entre eles estalou. - Onde está Vértice?

Arcana enfiou a mão na pasta. Tirou um tablet fino e criptografado, não o livro de medicina surrado.

- Ele está morto - mentiu Arcana. - Mas tenho tudo em que ele estava trabalhando. - Ela tocou na tela do tablet, trazendo um modelo molecular complexo. - E tudo o que ele sabia está aqui. - Ela tocou a própria têmpora.

Os olhos de Ampulheta se estreitaram. Ele estendeu a mão, fechando-a em torno do maxilar dela. Seu aperto era firme, testando.

- Está fazendo joguinhos comigo, Arcana? - perguntou ele suavemente. - Meu avô não tem tempo para jogos.

Arcana não recuou. Inclinou-se ao toque dele, desafiando-o.

- Você pode me matar - disse ela. - E seu avô morre. Ou pode ouvir meu preço.

Ampulheta a encarou. Sentiu a pulsação no pescoço dela contra o polegar. Estava estável.

Ele a soltou.

- Você tem cinco minutos - disse Ampulheta. - Convença-me.

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