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A Herdeira Condenada: Casando com o Bilionário
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Capítulo 6 6

O quarto de hospital dentro da mansão era mais avançado do que a maioria das UTIs.

Baluarte estava deitado na cama, conectado a uma dúzia de máquinas. Estava frágil, a pele translúcida.

Sonda, o médico da família, estava ao lado da cama, de braços cruzados. Olhou para Arcana com desprezo aberto.

- Isso é ridículo, Sr. Ampulheta - disse Sonda. - Ela é uma presidiária, não uma médica. Nem diploma ela tem.

Arcana o ignorou. Já havia hackeado os servidores privados do hospital e revisado todos os exames e varreduras realizados em Baluarte no último ano. Sabia mais sobre a condição dele do que Sonda. Caminhou até a cama.

Não olhou para os monitores. Abriu as pálpebras de Baluarte. Verificou as unhas. Pressionou os dedos contra os gânglios linfáticos no pescoço dele.

- Ele viajou para a América do Sul antes dos sintomas começarem? - perguntou Arcana.

Ampulheta franziu a testa. - Ninguém sabe sobre essa viagem. Foi extraoficial.

- Não é Parkinson - disse Arcana, virando-se para encará-los. - É envenenamento por Neurotoxina Asteca. Um derivado muito raro, de ação muito lenta. Imita a degeneração. Seus próprios exames de sangue mostraram marcadores de peptídeos anômalos, mas vocês os identificaram erroneamente.

Sonda abriu a boca, depois a fechou. Parecia chocado.

- Você pode curar? - perguntou Ampulheta. Sua voz estava tensa.

- Sim - disse Arcana. - Mas preciso de três meses. E preciso de acesso aos compostos do Protocolo Lázaro.

- Diga seu preço - disse Ampulheta imediatamente. - Cinquenta milhões? Cem milhões?

Arcana balançou a cabeça. - Não quero seu dinheiro.

Ela deu um passo em direção a Ampulheta.

- Quero um nome - disse ela. - Quero ser a Sra. Ampulheta.

O silêncio na sala foi absoluto. O único som era o bipe rítmico do monitor cardíaco.

Ampulheta a encarou. Seu rosto era ilegível. - Você quer se casar comigo?

- Quero a proteção que seu nome oferece - disse Arcana. - E o poder que ele desbloqueia. O fundo fiduciário da família Triunfo tem uma cláusula. Um herdeiro casado e com um filho ganha o controle acionário. Seu nome torna meu filho intocável e me dá a arma que preciso para destruir as pessoas que me colocaram na prisão.

Ela fez uma pausa. - É uma fusão de negócios. Três anos. Depois nos divorciamos. Não levo nada. Sem pensão. Sem bens. Apenas a segurança do nome.

- E em troca? - perguntou Ampulheta.

- Eu salvo seu avô. E mantenho as interesseiras longe de você. Sei que você odeia a cena de namoros. Serei o escudo perfeito.

Ampulheta olhou para ela. Estava calculando. Risco versus recompensa.

De repente, o monitor cardíaco disparou. Um alarme rápido e agudo encheu a sala. O corpo de Baluarte começou a convulsionar.

- Ele está tendo uma parada! - gritou Sonda, pegando as pás do desfibrilador.

- Não dê o choque! - gritou Arcana. - É uma tempestade neural! Você vai fritar o cérebro dele!

Ela empurrou Sonda para o lado. Agarrou a mão de Baluarte e pressionou o polegar com força em um aglomerado de nervos específico entre o polegar e o indicador dele. Usou a outra mão para pressionar um ponto atrás da orelha dele.

Dez segundos.

As convulsões pararam. A frequência cardíaca se estabilizou.

Arcana recuou, respirando com dificuldade.

Ampulheta olhou para o avô, depois para Arcana.

Puxou o telefone. Discou um número.

- Chame os advogados - disse Ampulheta. - Redijam um acordo pré-nupcial. Vou me casar.

Arcana soltou um suspiro que não sabia que estava segurando.

- Mais uma coisa - disse Arcana. - Vou me mudar hoje. Não posso ficar no apartamento dos Triunfo nem mais uma noite.

- Fuligem mandará um carro - disse Ampulheta, guardando o telefone.

- Não - disse Arcana. - Quero que você vá me buscar. Pessoalmente.

Ampulheta ergueu uma sobrancelha. - Abusando da sorte?

- É gestão de marca, noivo - disse Arcana. - Se vamos fazer isso, faremos com barulho.

Ampulheta olhou para ela. Um canto de sua boca se contraiu para cima.

- Tudo bem - disse ele. - Uma hora. Vou àquele buraco buscar você.

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