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Casamento Relâmpago com o Pai da Minha Melhor Amiga
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Capítulo 3 3

A cantina do campus estava barulhenta, uma mistura caótica de máquinas de café expresso sibilando e estudantes reclamando das provas intermediárias.

Elisabete sentou-se no canto, segurando um café com leite como se fosse uma boia salva-vidas. A cafeína estava fazendo suas mãos tremerem mais, mas ela precisava disso para combater a névoa em seu cérebro.

Azaleia estava sentada à sua frente, rolando o feed do Instagram com uma careta.

- Todo mundo está falando sobre como você sumiu - disse Azaleia, sem levantar os olhos. - Cláudia Regina está postando frases passivo-agressivas sobre "lealdade" e "o lixo se jogando fora sozinho".

Elisabete estremeceu. Uma gota de espuma caiu em seu polegar.

- Deixe ela falar.

- Ah, eu estou deixando - disse Azaleia sombriamente. - Estou comentando com emojis de vômito em cada postagem.

Elisabete pegou um guardanapo para limpar a mão. Ao se mover, o lenço de cashmere que ela usava escorregou levemente para o lado.

Azaleia engasgou.

O som foi tão alto que duas pessoas na mesa ao lado se viraram. Azaleia largou o celular na mesa com um baque.

- Elisabete! O que é isso no seu pescoço?

A mão de Elisabete voou para a garganta. Ela sentiu o ponto sensível logo abaixo da orelha. Um hematoma escuro, arroxeado, contra sua pele pálida.

Ela tinha visto no espelho naquela manhã. Lembrava-se do impacto brusco quando Dalton a segurou, a maneira como a cabeça dela pendeu para o lado. O hematoma devia ser daquilo, ou talvez de quando tropeçou saindo do carro. A memória estava nebulosa, obscurecida pelo álcool.

- Não é nada - gaguejou Elisabete, puxando o lenço com mais força. - Devo ter batido quando caí ontem à noite.

- Mentira - sibilou Azaleia, inclinando-se sobre a mesa. Seus olhos estavam arregalados, predatórios. - Isso não é uma queda, isso é um chupão. Um chupão de classe mundial, possessivo, do tipo "fique longe dela". Quem é ele?

O coração de Elisabete martelava contra as costelas. Ela não podia dizer Seu Pai. Ela absolutamente não podia dizer isso.

- É... complicado - disse Elisabete, olhando para o copo. - Um cara mais velho.

As sobrancelhas de Azaleia dispararam.

- Mais velho? Tipo... da idade do Afonso?

- Mais velho - sussurrou Elisabete.

Azaleia abriu a boca para gritar, mas seu telefone a interrompeu. Começou a tocar, vibrando violentamente contra a mesa de madeira.

O identificador de chamadas piscava: O Banco.

Aquele era o nome de contato dela para Dalton.

Azaleia atendeu imediatamente, a postura endireitando-se instintivamente.

- Sim, papai?

Elisabete prendeu a respiração. Podia ouvir o estrondo profundo da voz de Dalton do outro lado, embora não conseguisse distinguir as palavras. O som sozinho fez os pelos de seus braços se arrepiarem.

Azaleia franziu a testa.

- Agora? Mas temos aula em uma hora.

Ela ouviu por mais alguns segundos, depois suspirou.

- Tudo bem. Certo. Estamos indo.

Ela desligou e olhou para Elisabete, confusa.

- Ele quer a gente na loja principal no centro.

O estômago de Elisabete despencou.

- Nós duas?

- É. Ele disse que você precisa de "traje apropriado" para um jantar hoje à noite.

- Jantar? - Elisabete guinchou.

- Aparentemente. - Azaleia recolheu a bolsa. - Vamos. Não se deixa O Banco esperando.

Elas caminharam de volta para o estacionamento. O Aston Martin prateado brilhava ao sol, atraindo olhares de um grupo de rapazes da fraternidade.

Elisabete destravou o carro. Deslizou para o banco do motorista, o couro moldando-se ao seu corpo. Apertou o botão de partida, e o motor rugiu, um rosnado gutural que vibrou pelo assoalho.

- Você vai se acostumar com a vida boa, eventualmente - riu Azaleia, afivelando o cinto de segurança.

Elisabete saiu do estacionamento, entrando na estrada principal em direção à cidade. O horizonte surgia à frente, torres de vidro refletindo o sol da tarde.

Ela olhou seu reflexo no espelho retrovisor. Ajustou o lenço novamente, garantindo que a marca estivesse coberta.

Fosse um hematoma ou... outra coisa, Dalton havia deixado uma marca nela. E ele tinha feito isso em um lugar difícil de esconder.

Parecia uma marca de ferro em brasa.

De repente, a tela do painel se iluminou. Elisabete havia pareado o celular com o Bluetooth do carro mais cedo.

Uma notificação de mensagem de texto apareceu no console central, enorme e inegável.

Remetente: Afonso Guimarães

Mensagem: Pare de joguinhos. Volte para casa. Você pertence a este lugar.

Azaleia viu. Ela soltou um assobio baixo.

- Ele é obcecado - disse Azaleia, balançando a cabeça. - É realmente assustador. Ainda bem que você tem um novo "homem mais velho" para te distrair.

Elisabete apertou o volante com mais força.

- É. Ainda bem.

Ela dirigiu mais rápido, colocando distância entre ela e a universidade, entre ela e Afonso. Mas estava dirigindo direto para o homem que havia colocado um anel em seu dedo e uma marca em seu pescoço.

E ela não tinha ideia de qual era o jogo dele.

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