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Renascido na Riqueza: Minha Vingança Ascende
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Capítulo 5

Susanna veio desfilando, seus saltos estalando ruidosamente no piso de mármore. Ela manteve a voz naquele tom doce e preocupado que chegava perfeitamente aos ouvidos dos espectadores.

"Querida, você não deveria estar aqui", disse Susanna, estendendo a mão como se fosse tocar o braço de Seraphina, mas parando antes. "É constrangedor. Ethan já seguiu em frente. Você precisa aceitar isso."

"Eu tenho um horário marcado", disse Seraphina. Ela não se levantou. Permaneceu sentada, com as mãos postas no colo, ancorando-se contra o impulso de fugir.

Ethan riu. Ele ajustou suas abotoaduras, olhando ao redor para se certificar de que as pessoas estavam assistindo à sua benevolência. "Um horário? Aqui? Seraphina, seja realista. Você não tem dinheiro nem para o café no saguão, quanto mais para um advogado daqui."

O saguão ficou em silêncio. Vários clientes abaixaram seus jornais. Os seguranças perto dos elevadores olharam, com as mãos apoiadas nos cintos.

"Por favor", sussurrou Susanna em voz alta para a recepcionista. "Ela é a ex do meu marido. Está tendo um pequeno surto. Você poderia chamar a segurança? Para a segurança dela mesma."

O segurança, um homem grande de cabelo raspado, aproximou-se de Seraphina. Ele parecia cansado. "Senhora, se não tem negócios aqui, precisa sair. Não queremos uma cena."

"Estou esperando pelo Sr. Thorne", insistiu Seraphina, sua voz firme, apesar das batidas rápidas de seu coração.

Ethan balançou a cabeça. "O Sr. Thorne não atende... gente como você. Nós estamos aqui para vê-lo. Nós temos uma consulta."

"Ela é instável", acrescentou Susanna, inclinando-se em direção ao guarda. "Ela atacou o Ethan ontem. Estamos muito preocupados com o que ela pode fazer."

As pessoas no saguão começaram a pegar seus celulares. As lentes das câmeras pareciam olhos negros encarando-a. A pressão do mundo moderno - gravar, julgar, cancelar - pesava sobre ela.

Seraphina cerrou os punhos. Sentiu-se encurralada. Presa.

"Há algum problema aqui?"

A voz cortou o barulho como um bisturi. Era profunda, ressonante e absoluta.

As portas do elevador privativo - aquelas feitas de vidro fosco - haviam se aberto.

Julian Thorne saiu.

Ele era mais alto do que parecia nas fotos. Pelo menos um metro e noventa. Ele usava um terno de três peças cinza-escuro que lhe caía tão perfeitamente que parecia uma segunda pele. Seu cabelo era escuro, penteado para trás, e seus olhos tinham a cor de aço. Ele irradiava uma aura de gelo que fez a temperatura da sala cair.

Ethan se endireitou, um reflexo de submissão a um predador superior. "Sr. Thorne! Nós estávamos apenas... lidando com uma situação. Minha ex-esposa nos seguiu até aqui para causar problemas."

Julian ignorou Ethan completamente. Nem sequer piscou em sua direção. Seu olhar pousou em Seraphina.

Ele caminhou em direção a ela. Seus movimentos eram fluidos, precisos. Ele parou a cerca de um metro de distância.

Ele estudou o rosto dela. Seus olhos percorreram desde a linha do cabelo até o queixo, analisando, dissecando. Ele viu os sapatos arranhados, o terno mal ajustado, a expressão desafiadora em seu maxilar.

"Sra. Reed?", ele perguntou.

"Sim", Seraphina se levantou. Ela se forçou a encontrar o olhar dele. Era como encarar uma geleira.

"Você está atrasada", disse Julian. Ele checou seu relógio Patek Philippe. "Cada minuto do meu tempo é cobrado. Você desperdiçou três minutos."

Ethan e Susanna ficaram de queixo caído. Susanna parecia que tinha levado um tapa. "Você... você tem um horário com ela?"

Julian virou-se para eles lentamente. Ele olhou para Ethan como se ele fosse uma mancha em uma janela impecável. "E vocês estão perturbando minha cliente."

"Cliente?", gaguejou Susanna. Seu rosto ficou vermelho. "Mas... ela é uma fraude! Está sem um tostão!"

Julian ergueu uma sobrancelha. Apenas uma. Foi um gesto de arrogância suprema. "Calúnia no saguão de um escritório de advocacia. Estratégia ousada. Eu geralmente aconselho a não entregar munição à oposição antes mesmo do depoimento começar."

"Nós queríamos contratar você!", disparou Ethan. "Podemos pagar o dobro do que ela prometeu! Ela não pode te pagar, Thorne. Ela não tem nada!"

"Eu não trabalho para pessoas que me irritam", disse Julian, secamente. "E barulhos altos me irritam."

Ele se virou de volta para Seraphina e gesticulou em direção ao elevador privativo. "Vamos?"

Seraphina pegou sua bolsa. Ela passou por um Ethan atônito. Não olhou para ele. Manteve a cabeça erguida, o pescoço altivo.

Quando ela entrou no elevador, Julian a seguiu. Ele apertou o botão para a cobertura.

As portas começaram a se fechar. Pela fresta que diminuía, Seraphina viu Susanna batendo o pé, sua máscara de doçura se quebrando por um instante.

Julian olhou para baixo, para Seraphina. O elevador começou a subir, a sensação da gravidade aumentando.

"Você tem um péssimo gosto para homens", disse ele.

Seraphina ergueu o olhar, surpresa. "Como é que é?"

"Ele está usando um terno azul-marinho com sapatos pretos", disse Julian, olhando para a frente. "Imperdoável."

Seraphina soltou um som que era meio risada, meio soluço. "Vou me lembrar disso da próxima vez."

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