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As idas e vindas do destino
img img As idas e vindas do destino img Capítulo 3 Capitulo 3
3 Capítulo
Capítulo 6 Capitulo 6 - Sofrendo com os problemas dos outros img
Capítulo 7 O destino sempre nos surpreendendo! img
Capítulo 8 A doença img
Capítulo 9 O tratamento img
Capítulo 10 Da morte ao renascimento img
Capítulo 11 Seguindo em frente! img
Capítulo 12 Quero você de volta! img
Capítulo 13 O batizado! img
Capítulo 14 O começo do fim! img
Capítulo 15 O encontro! img
Capítulo 16 Capitulo 16 - Dúvida! img
Capítulo 17 flashback img
Capítulo 18 Indo a fundo img
Capítulo 19 Voltando ao jogo! img
Capítulo 20 A sorte esta lançada. img
Capítulo 21 O plano começa a tomar forma! img
Capítulo 22 Entendendo melhor. img
Capítulo 23 A farsa! img
Capítulo 24 A viagem! img
Capítulo 25 A fuga! img
Capítulo 26 A prisão! img
Capítulo 27 O Parto! img
Capítulo 28 Refém! img
Capítulo 29 Final feliz! img
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Capítulo 3 Capitulo 3

Quarta-feira chega e Anna vai cedo ao salão de beleza, ela faz tudo que tem direito, um verdadeiro dia de princesa. Ela até almoça por lá. Já passa das l6:00 horas quando ela chega em casa. Vai para a sala e começa a ver tv., mas não consegue parar de pensar no jantar que acontecera mais tarde. Ela está muito acelerada. Senta e se levanta várias vezes. E tem momentos que se lembra do beijo, sorri se achando uma idiota. Mas se sente feliz, como há muito tempo não se sentia.

Ela deixa o jantar adiantado e vai se arrumar, põe um vestido rosa muito confortável, coloca seu perfume preferido e uma rasteirinha. Paulo chega. Toca a campainha, ela atende já sabendo ser ele. Mas atende como atende todo mundo. Só para ele não pensar que ela está desesperada. Ela sorri de si mesma. Como era boba.

- Quem é?

- Sou eu Paulo.

Abre a porta e ele está lá. Todo sorridente, quando o vê, seu coração dispara. Paulo a beija na testa e ela se sente aquecida e envergonhada. Pensa "Sera que estamos namorando? ".

- Como você esta?

- Estou muito bem. Estava ansioso para ti ver outra vez.

- Serio? Desculpa perguntar Paulo, mas como tem muito tempo que não me envolvo com ninguém, não consigo entender o que ta rolando aqui.

- Não se preocupe, o que está acontecendo e que estamos nos conhecendo e eu estou gostando muito. Paulo a beija longa e envolventemente. Anna retribui e por ela ficaria ali, o beijando. Mas as panelas ainda estavam no fogo e ela teve que ir ver para não queimar. Ele abriu o vinho e começou a tomar um pouco antes do jantar. Conversavam muito, sobre vários assuntos. Era espantoso como eles se entendiam. A conversa entre eles nunca caia na monotonia, sempre tinham muito o que conversar. O assunto corria bem, quando ela serviu o jantar. Ele comeu e se deliciou com a sua comida, fez vários elogios.

- Nossa a quanto tempo não como uma comida tão boa, bem-feita e temperada.

- Obrigado. Você e muito gentil. O jantar terminou e eles foram para a sala, ela acanhada senta ao seu lado e liga a tv. Pergunta-lhe se quer um café, mas ele diz que não. Ele aproxima dela e tenta beijá-la, ela se afasta, e o fixa e volta a perguntar:

- Paulo vou te fazer uma pergunta e quero que você seja muito sincero comigo. O que está acontecendo entre nós? Como já te disse já tem muito tempo que não me relaciono com ninguém e se você estiver apenas querendo sexo, não e comigo que você vai achar, já não tenho idade para estar me aventurando em relacionamentos que certamente não vão dar em nada. Paulo olha bem dentro dos seus olhos e responde:

- Eu não estou só procurando sexo. Até porque sexo eu encontro em qualquer lugar, desde que minha esposa morreu, já passei por vários casos. Diferente de você eu venho procurando algo ou alguém que faça eu me sentir vivo novamente a bastante tempo. Minha esposa era uma pessoa muito especial e ela elevou muito o nível da mulher que eu procuro para ter algo sério. Já disse isso antes a você. Pensa que se quisesse só sexo, não teria tido na noite em que nos conhecemos? Não. Com você eu quero ir mais longe pode acreditar. Anna o fitou e brincou:

- Acha mesmo que teria sexo comigo na primeira noite? KKK Claro que não, eu sou difícil. Ele se aproximou dela e a beijou longamente, e quanto mais se beijavam e se abraçavam, mais os seus corpos pediam um pelo outro. Ele desabotoou seu vestido o sutiã...

Tudo lenta e carinhosamente enquanto a despia ia beijando seu corpo de cima a baixo, logo estavam nus, corpos colados. No corpo de Anna vinha à tona algumas memórias corporais que a faziam se sentir muito bem, memórias que em algum momento da vida adormeceram.

Anna sussurrava, murmurava, grania e soltava gritos de prazer que fazia aquele homem querer dar mais prazer á ela. Era como se fosse a primeira vez dela, ela nunca tivera um homem que a deixasse tão à vontade na hora do sexo. Antes de penetrá-la ele lhe vez um oral dos deuses, ela não se conteve e chegou ao clímax. E quanto ele a penetrou, ela pensou que ia desfalecer. Quanto mais ele a estocava, mais ela suplicava por ele. Ele foi acelerando as estocadas e chegaram ao clímax juntos. Eles ficaram ali, cansados, ofegantes e trêmulos por uns minutos, até suas forças se refazerem. Levantaram, foram até o banheiro e tomaram um longo banho juntos, se beijando, se tocando. Naquele momento era como se o mundo tivesse parado só para eles se amarem. Só existiam os dois. Depois do banho, depois de tudo. Ela se sentia leve e que estranho. Só pensava em sorvete! A única coisa que representava aquele momento.

- Quer sorvete?

- Vou ficar diabético! Depois de um momento doce como esse, ainda tomo sorvete?

- Não tem problema, meu sorvete e dietético ela se levantou enrolada em uma toalha e foi para a cozinha sorrindo. Já era tarde quando Paulo foi embora, Anna tinha se renovado uns 20 anos, voltara a se sentir jovem, deitou–se em sua cama e ainda sentia o perfume de Paulo, abraçou-se ao travesseiro e pegou no sono sentindo-se leve como uma pluma.

No outro dia como sempre ela se levanta, toma seu banho, mas dessa vez era diferente, ainda sentia o corpo de Paulo. Sua intimidade ainda arde. Ela se lembra da noite passada e fica arrepiada. Veste seu uniforme surrado, vai para a cozinha prepara seu desjejum, volta a se lembrar da noite anterior. Ela sorri e sai para trabalhar, quando entra no ônibus José o motorista sorri-lhe e comenta:

- Você está diferente, ta muito bonita hoje, viu passarinho verde? Ela responde:

- Verde não, de várias cores. E vai sentar-se ao lado da amiga Divina, que já percebe que algo aconteceu.

- Me conta.

- Curiosa! O que quer saber.

- Tudo.

- Hummmm! Tudo não, porque não sou dessas. Mas vou contar o necessário. Está bem, por onde eu começo? Ah sim, fizemos amor! E foi maravilhoso, sinto-me andando nas nuvens. Kkkk

- Serioooooo! Ele e bom de cama?

- Para com isso, ele não foi só uma transa como seus casos. Foi uma coisa que não sei explicar. Foi incrível!

- Você vai vê-lo de novo?

- Espero que sim... e espero ansiosamente. A manhã passou como todos os dias, Anna sempre muito compenetrada nos seus afazeres. Logo chega a hora do almoço, a sirene toca mais uma vez indicando. Anna e Divina se juntam no refeitório.

- Te ligou

- Ainda não. Vamos ver se ele liga.

- Você perguntou-lhe se vocês estavam namorando?

- Claro que não.

- Você e suas esquisitices...

- O quê? Sou adulta, se ele ligar é porque significou algo, se não ligar é porque não gostou. Não vou ficar me martirizando com isso. A noite foi ótima, seja como for, ganhamos os dois. A hora do almoço foi passando ela olhava a todo momento para o celular, não queria admitir, mas esperava mesmo que ele ligasse. A sirene toca... acabou o horário de almoço e ele não ligou... Anna se sentia péssima, mas não disse nada. A tarde acabou, O ônibus já esperava os operários para levar para casa. O caminho foi cheio de silêncio e pensamentos loucos. Anna não sabia porque ele não ligara. Estava triste e com o pensamento longe quando José disse:

- Seu ponto Anna. Ela se assustou e levantou rápido, se despediu de sua amiga e desceu do ônibus, já era quase noite quando ela chega em casa. Entra e vai tomar seu banho, no chuveiro ainda sente os beijos e os toques de Paulo. Seu corpo esquenta tanto que ela põe o chuveiro na água fria para acalmar. Veste um 'baby-doll' fino e confortável, senta-se na sala e vai assistir tv. Já são quase 21:00 Hs quando ela perde a esperança dele ligar. A tv estava ligada, mas ela não conseguia prestar atenção na programação. Ela vai se deitar e demora a pegar no sono, rola de um lado para o outro pensando na noite passada e tentando entender porque ele não ligara.

No dia seguinte, o relógio desperta as 06:00 horas, mas Anna já está acordada. Ela não dormiu bem a noite, teve vários pesadelos e ainda se sentia triste pela falta de contato de Paulo, ela pedira-lhe para não brincar com ela e agora era como um brinquedo que ela se sentia. Foi se arrumar para o trabalho e a rotina era a mesma, banho, escova os dentes, se veste, café, deixa tudo limpo e vai pegar o ônibus. José não consegue deixar de comentar:

- Cadê aquela mulher feliz de ontem? Ela responde:

- Escafedeu-se! E vai para o fundo do ônibus.

- E aí? Nada? Bom dia!

- Nada... está tudo bem. Eu sempre soube que os homens de hoje não querem nada com nada. Divina tenta consolá-la!

- Vai ver ele teve trabalho, teve que viajar. Ele não me parece ser um homem que quer apenas se divertir.

- Também pensei que não.

A manhã passa. Elas almoçam e conversam sobre várias coisas, procurando não pensar mais em Paulo. Voltam ao trabalho a tarde chega e a hora de ir embora também Anna embarca no ônibus e segue seu caminho muito calada, apenas sua amiga faz vários comentários sobre Miguel.

- Chamei o Miguel para dormir lá em casa, aí ele e um doce... fez o jantar, me serviu café matinal na cama. Estou apaixonada.

- Cuidado amiga.

- Não se preocupe! Dessa vez vai dar certo.

- Está bom. Até amanhã!.. Ha amanhã não estou escalada, até segunda.

- Eu estou, vou trabalhar até as 16 h. Divina responde com voz de desânimo.

- Até segunda.

Anna chega em casa e se depara com Paulo na sua porta. Ela olha-lhe com cara de brava. Ele vai beijá-la e ela vira o rosto.

- O que foi?

- Nada não.

- Ta brava porque eu não liguei? Perdoa-me, tive um caso meio complicado e me tomou mais tempo do que devia. Eu quis ligar, mas não houve jeito, onde eu estava não dava rede, e só pude voltar hoje. Mas pensei o tempo todo em você, na nossa noite.

- Você não tem que me dar satisfação, afinal não somos nada um do outro.

- Como assim, "não somos nada um do outro"? Você e minha namorada, pelo menos e o que pensei que nós éramos.

- Somos namorados?! Eu pensei que para você fora só uma noite como outra qualquer.

- Claro que não. Respondeu surpreso.

Ela fica envergonhada por minimizar o que havia acontecido entre eles.

- Quer entrar?

- Pensei que não ia me convidar. Diz ele sorrindo. Paulo passou a noite com ela, fizeram amor quase a noite toda, ele era muito carinhoso, tinha uma pegada que a deixava louca, se amaram quase de todas as maneiras e posições possíveis. Ele acariciava suas partes íntimas a deixando enlouquecida, eles não se cansavam, se amaram muito. Quando já estavam exaustos pegaram no sono abraçados. No dia seguinte, se levantaram, tomaram banho junto, sempre se beijando, sempre se tocando, tomaram café e saíram, caminharam, sorriram, almoçaram, eles se divertiram muito, tudo era lindo. Escurecia quando voltaram.

- Quer ir na minha casa? Eu já vim muito aqui. Agora e você que vai.

- Vou. Espera eu me arrumar?

- Espero. Ela foi tomar banho, se aprontou. Vestiu uma saia branca com uma blusa azul com decote em V, sapato branco, muito perfumada. Quando ela saiu, Paulo ficou olhando como ela era elegante, simpática, uma beleza estonteante para uma mulher madura. Eles entraram no carro e saíram. No caminho, as mãos nas pernas dele. Ele pega as mãos dela e as, beija. Paulo está encantado com ela. E ela com ele. Quando eles chegam ela fica admirada, a casa dele era enorme, muito bem mobiliada com vários empregados, ela fica envergonhada. A casa dela e tão diferente da dele.

- Meu DEUS, você mora sozinho aqui?

- Desde que a minha esposa morreu. Eu sei que é muito grande para mim sozinho, mas quero construir uma família novamente, então nunca me desfiz da casa.

- Estou constrangida, minha casa e minúscula e não e nada parecido com essa.

- Me sinto bem lá, e pequena, mas aconchegante. Ele a pegou pela mão e a levou até o seu quarto.

- Fique à vontade, vou tomar um banho, já pedi para preparem o jantar.

- Não quero que se preocupe comigo, estou bem.

- Quero que durma aqui hoje, você fica?

- Não sei, tenho que lavar meu uniforme e dar uma geral na casa, afinal não tenho empregados.

- Não se preocupe, te levo mais cedo.

- Está bem.

- Só quero ficar mais tempo com você.

Ele toma banho, entra no closet e põe somente a calça do pijama. Anna admira seu corpo torneado, ele está em forma, parece que exercita muito e se cuida, ela fica admirada com ele. Ela está sentada na cama, ele a deita e começa a beijá-la da cabeça aos pés.

- É incrível como sinto tensão por você, e só encostar que fico louco.

Diz ele enquanto a toca. Ela pergunta sobre os empregados, e ele diz para não se preocupar. A sessão de beijos continua, ela fica em brasa, nunca pensou que ainda tinha tanto tensão. Por várias vezes ela disse a amiga que estava acabada para o sexo e agora tinha tanto tensão como tinha aos 18 anos. Logo estão nus se amando, ele a coloca de costas e a penetra, ela quase perde o folego. Ele fica num jogo de vai e vem que a faz gemer. Ele beija suas costas, lhe dá umas palmadinhas que só faz deixar as coisas mais loucas. Ele vai aumentando o vai e vem e logo chegam ao clímax. Eles ficam ali, cansados, ofegantes os corpos suados, ele a beija sem parar. Assim que recuperam o folego vão tomar banho e continuam se beijando. Ela se sente plena e ele muito feliz. Eles descem para jantar.

Zulmira e a governanta da casa, e ela quem cuida de tudo, mantêm todos os empregados na linha.

- Posso mandar servir o jantar senhor?

- Com certeza. Estou faminto, comeria um boi. Zulmira está e a Anna, você vai vê-la sempre aqui de hoje em diante. Faça o que ela pedir.

- Como vai Sra. Anna. Pode deixar Sr., Zulmira manda servir o jantar. Anna e Paulo são cúmplices nos olhares. Jantam, ficam se olhando como se soubesse o que outro quer dizer. Seus olhares diziam só safadezas. Após o jantar sobem para o quarto, é quando percebe que não tinha o que vestir para dormir, Paulo lhe empresta uma camiseta que lhe caiu muito bem com a calcinha. Paulo adora... Ele a abraça por trás e eles adormecem.

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