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As idas e vindas do destino
img img As idas e vindas do destino img Capítulo 5 Ciúmes
5 Capítulo
Capítulo 6 Capitulo 6 - Sofrendo com os problemas dos outros img
Capítulo 7 O destino sempre nos surpreendendo! img
Capítulo 8 A doença img
Capítulo 9 O tratamento img
Capítulo 10 Da morte ao renascimento img
Capítulo 11 Seguindo em frente! img
Capítulo 12 Quero você de volta! img
Capítulo 13 O batizado! img
Capítulo 14 O começo do fim! img
Capítulo 15 O encontro! img
Capítulo 16 Capitulo 16 - Dúvida! img
Capítulo 17 flashback img
Capítulo 18 Indo a fundo img
Capítulo 19 Voltando ao jogo! img
Capítulo 20 A sorte esta lançada. img
Capítulo 21 O plano começa a tomar forma! img
Capítulo 22 Entendendo melhor. img
Capítulo 23 A farsa! img
Capítulo 24 A viagem! img
Capítulo 25 A fuga! img
Capítulo 26 A prisão! img
Capítulo 27 O Parto! img
Capítulo 28 Refém! img
Capítulo 29 Final feliz! img
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Capítulo 5 Ciúmes

Quando Paulo foi embora já era tarde e na cabeça dele estava tudo resolvido, mas Anna sabia que ainda teriam problemas, ela nada falara com José Carlos. Precisava ter uma ideia de como contar-lhe e não ter problemas. E foi nessa hora que se lembrou de Mércia. Essa sempre foi a favor de que ela arrumasse alguém e para sua alegria o filho escutava muito a esposa. Então ela resolveu falar com sua nora. Na intenção de que ela a ajudasse com o filho. Ela adormeceu pensando nisso, o problema era o filho mais novo, que esse ela não tinha ninguém para ajudá-la.

O dia Seguinte começou como todos ou outros, tomou banho, escovou os dentes, fez café e seguiu para empresa. No ônibus Divina já a aguardava, ansiosa para saber como foi tudo.

- Bom dia! Amiga, como foi?

- Nem te conto, desde sexta-feira que a minha vida ta o caos.

- Sabe eu não entendo você. Complica demais as coisas.

- Você não tem filhos, então não sabe como é.

- O que eu sei é que com filho ou não, ninguém tem direito de mandar na sua vida, e já ta passando da hora de você falar isso para eles.

- Posso terminar de contar?

- Pode. Aliás, deve.

- sexta-feira fui até a casa do Paulo para me desculpar, afinal fiquei muito mal com a maneira que ele saiu da minha casa. Minha filha chegando lá encontro com uma cliente dele. A Soraya sentada na sala toda dona de si.

- Mentira... Que babado heim! Eu matava.

- Que matava nada, é doida é? Bom continuando, eu logo casei um jeito de ir embora, porque fiquei muito constrangida, ele foi atrás de mim e disse que não era nada, só uma cliente. Mas sai de lá furiosa. Ele me mandou algumas mensagens, mas não respondi nenhuma.

- Fez bem amiga! O Que ele ta pensando?

- No domingo José Carlos foi lá em casa como combinado. Ele e a esposa. Passamos um dia ótimo, mas não tive coragem de falar nada. Também não sabia no que ia dar com o Paulo.

- E aí?

- Bom... Elas chegam a empresa e a conversa teve que ficar para depois. Divina resmunga, mas bate o ponto e vai trabalhar na esperança de que a hora do almoço chegue logo. No refeitório Divina procura por Anna, mas não a encontra. Ela teve um problema com a máquina em que trabalhava e teve que resolver antes de ir almoçar. Quando ela chega para almoçar já está quase na hora de voltar ao trabalho, por isso não foi possível falar com a amiga, muito menos ligar para Mércia para conversar com ela. A tarde passa normalmente. Anna não consegue tirar Paulo da cabeça. Eles iam se encontrar mais tarde é claro que ele iria cobrar dela uma posição sobre os filhos. Quando ela embarca no ônibus Divina está em cólicas para saber como ficara com Paulo. - E aí, termina!

- Calma! Onde parei mesmo? Ah! Final do domingo. Então José Carlos e Mércia foram embora e eu estava dando uma geral na casa para deixar tudo arrumado para segunda–feira já tinha terminado tudo e estava toda jogada no sofá, numa tristeza só, afinal eu acreditava que tudo tinha ido por água abaixo. Quando a campainha tocou. Era ele. Com cara de cachorro molhado.

- Foi se desculpar?

- E, ele disse que não tinha nada a ver eu ter ciúmes da Soraya, que ela não significava nada, que era comigo que ele estava. Ai já viu né, me jogou na cama e fizemos amor. Não sei quando me entrego a ele e como se no mundo só existisse nós dois.

- Amiga do céu! Olha só, to toda arrepiada. Você está apaixonada.

- Suponho que sim! E tenho que resolver tudo com meus filhos o mais rápido possível. O ônibus para e está na hora de descer.

- Tchau! Amiga! Até amanhã!

- Tchau! Fica com DEUS. Anna desce e caminha devagar até em casa com pensamento longe.

Quando Paulo chega, ela já tomou seu banho e está deitada no sofá vendo tv. Já tinha feito o lanche da noite. Ele chega e se aninha com ela no sofá. Eles ficam se beijando e se acariciando, Anna começa a sorrir e ele pergunta:

- O que foi?

- Estamos parecendo dois jovens se pegando. Quem vê, vai achar ridículo.

- Ridículo não... Ué! Só os jovens que podem namorar? Os mais velhos não tem #¿$?%!¡ não? Somos gente como todo mundo.

- Está bom... Quer água?

- Quero sim. Anna se levanta e vai buscar. Paulo olha para ela e fica meio constrangido em perguntar o que ela resolvera sobre seus filhos.

- E aí? O que você resolveu sobre dizer a seus filhos sobre nós.

- Eu vou falar com a minha nora, para ela falar com José Carlos. Ele escuta ela. O Augusto vai ser mais difícil, além de não saber onde ele está. É muito ignorante, nunca aceitou nem ouvir falar sobre meu envolvimento com alguém. Vai ser muito difícil ele aceitar, mas eu prometo que vou contar.

- Vai dar tudo certo amor, fica tranquila, eu vou esperar. Eles voltam para o sofá e logo o celular de Paulo toca. Ele atende. É Soraya chorando muito.

- Paulo, snif, snif, snif... Ele esteve aqui, o Daniel... me ameaçou de morte, não sei o que fazer. Você pode vir aqui para conversamos?

- Claro Soraya, vou aí e resolveremos tudo. Quando Paulo olha para Anna ela está branca igual a uma folha de papel, seus olhos vermelhos como pimenta. Enfim ela estava com ódio. Ele tentou consolá-la.

- Não fica assim amor é só trabalho. Quer vir comigo?

- Não, já que é trabalho e melhor você ir sozinho, mas ta difícil de engolir heim?

- Você e minha mulher e é você que eu quero. Volto amanhã à noite está bem. Te adoro. Paulo chegou no apartamento de Soraya e está veio em sua direção e o abraçou.

- Paulo ele veio aqui cheio de ira e me disse que se eu não tirasse o processo ele iria me matar. Estou com medo muito medo.

- Fica calma já vou protocolar uma medida protetiva. Ele não pode agir assim, é muita irresponsabilidade da parte dele.

- Fica aqui comigo Paulo, por favor. Estou com muito medo. É claro que Soraya estava usando isso também para ter o carinho de Paulo. Ela era maquiavélica, e os planos dela era seduzir Paulo.

Anna estava em casa espumando de raiva, ela sabia lá no íntimo o que Soraya estava querendo, afinal ela sabia ler as pessoas como ninguém, e quando a conheceu, viu que ela não era boa bisca. Ela pensou em ligar para Paulo, mas não queria parecer desesperada. Por isso achou melhor esperar ele ligar.

Já era tarde quando Paulo tentou ir embora.

- Tenho que ir embora, amanhã logo cedo vou protocolar o pedido e pedir ao juiz que intime Daniel para dar explicações sobre ter vindo aqui.

- Não vai. Fica aqui comigo, eu preciso tanto você.

- Olha Soraya eu já ti, falei que tenho namorada e gosto muito dela. E não fica bem eu passar a noite aqui, até porque ela não iria gostar. Mas pode ficar tranquila Daniel não vai voltar.

- Está bem. Mas não vou desistir fácil de você ouviu. Tenho certeza que eu sou o melhor para você. Por hoje está tudo bem.

- Boa noite! Se despediu e foi embora. Anna acordou cedo ainda se lembrando de Paulo. Ela estava realmente engasgada e não ia deixar barato. Iria falar com Paulo o que ela achava sobre esses atendimentos a domicílio tarde da noite. Ela foi tomar seu banho e fazer seu café, logo já estava indo em direção ao embarque do ônibus. La no fundo do ônibus estava sua amiga sorridente a aguardando para saber como estava tudo.

- Bom dia! Amiga, como você esta?

- Com ódio

- Credo! O que foi?

- Acredita que o Paulo estava ontem lá em casa e a tal da Soraya ligou pedindo para ele ir até à casa dela.

- Não! Folgada heim.

- E o Paulo foi! Ah que ódio. Eu sei bem o que ela quer. A manhã passou rápido e Anna esperava chegar logo a hora do almoço. Esperava que Paulo ligasse, o que não ocorreu. Isso estava deixando ela muito ansiosa. Também queria passar uma mensagem para sua nora dizendo precisar vê-la. Não demorou muito e a sirene toca anunciado o horário de almoço. Ela foi rumo ao refeitório e procurou pela amiga. Que logo veio em sua direção!

- E aí amiga, o que conta de novo?

- Nada, vou esperar ele me ligar.

- Relacionamento complicado esse seu heim? Diferente do meu que está sendo uma maravilha. Acredita que ele me mandou uma mensagem me parabenizando pelo mês de namoro? Ele e muito romântico.

- Olha, to encantado com esse cara heim. Kkkk Anna passa uma mensagem para Mércia.

"Minha querida, preciso falar com você. Podemos nos encontrar? "

Mércia responde.

"Olá! Sogrinha. Podemos sim. Onde? "

"Pode ser lá naquela confeitaria do centro. A lá carte, conhece? "

"Conheço sim. Que dia e hora? "

"Pode ser amanhã as l7:00Hs"

"Ok. Estarei lá. Beijos"

"Até lá". Anna fica pensativa e Divina a chama.

- Amigaaaa!

- Estou aqui, o que foi?

- Nada, você parece preocupada,

- E estou. Sabe? Será que vale a pena enfrentar meus filhos por esse relacionamento, ontem fiquei pensando. O Paulo corre toda vez que essa Soraya liga. Estou na dúvida.

- Claro que vale, ele gosta de você. Essa Soraya não é ninguém.

- Não sei não.

- Você e muito desconfiada. Não demorou muito e Paulo ligou.

- Aló.

- Oi! Amor, como você esta?

- Eu estou bem. Não ligou ontem. Estava muito ocupado? Disse ela revirando os olhos.

- É, estava tarde mesmo. Mas já te falei, não é nada de mais. Confie em mim.

- Eu confio, não confio é nela.

- Para com isso. Para mim só existe você. Vamos nos ver mais tarde?

- Se você quiser.

- Me espera. Anna sorri pelo canto da boca se sentindo feliz por ele dizer que só existe ela. Soraya liga para Paulo querendo saber sobre seu caso e Paulo a tranquilizou.

- Então Paulo? Como ficou com Daniel sobre ter invadido meu apartamento e me ameaçado.

- Não se preocupe mais com isso. Já protocolei o pedido de proteção, acredito que ele não vai mais te perturbar.

- Olha eu preciso falar com você, pode ser hoje à noite?

- Tenho um compromisso. É muito urgente?

- Com certeza.

- Vou ver o que posso fazer. Vê lá em Soraya, se for só embromação sua vou ficar muito bravo, já te disse e volto a dizer eu amo a minha namorada. Entre nós só pode haver negócios. Paulo desligou e ficou pensando no que Anna iria dizer. Mas não tinha outra maneira se não desmarcar. O duro e que quando ele disser que está desmarcando por Soraya ela não vai aceitar bem.

Anna embarcou crente que ia se encontrar com Paulo, no caminho pensou que ia lhe contar sobre o encontro com sua nora com intuito de que ela a ajudasse com José Carlos. Quando chegou em casa foi logo tomar um banho imaginando que logo chegaria o seu amor. O telefone toca.

- Paulo? Já está chegando?

- Amor, infelizmente não poderei ir. Houve uma reviravolta no caso de Soraya e tenho que ir ter com ela para ajustar alguns pontos. A audiência e amanhã. Não há outra alternativa, me desculpe! Anna ficou sem palavras.

- Amor? Fala alguma coisa.

- Não tenho o que falar é seu trabalho não é? Fica bem. Ela desliga o telefone visivelmente aborrecida. Paulo ficou triste com a reação de Anna, mas não tinha outro jeito. Tinha que ir ter com Soraya.

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