Tudo aconteceu muito rápido depois que peguei meu jatinho cheguei até minha casa de campo, casa era uma forma sutil de chamar, era uma bela de uma mansão, eu não costumava ficar aqui por muito tempo, vinha apenas para realizar algumas torturas ou execuções, e por isso era a residência mais segura que eu tinha, e o fato de ser bem afastada da cidade, tornava a propriedade completamente isolada por um raio de mais de trezentos quilômetros, zerando qualquer possibilidade dela fugir, se tentasse, logo alguém a encontraria, assim que cheguei dei ordens para que ela fosse mantida num lugar bem especial, primeiro eu recuperaria meu dinheiro, depois usaria dos atributos dela, se ela fosse agradável a manteria viva até que enjoasse dela, caso não, a mataria e faria de lá sua cova.
Após me instalar fui para o subsolo, que costumo chamar de depósito, local esse onde recebo minhas vitimas, ali pratico toda a sorte de ações perversas que possa se imaginar, eu sou sádico, eu sei, mas a tortura é a única coisa que consegue aliviar minha tensão quando estou no pico da ansiedade, a única coisa que me acalma nos meus rompantes de raiva, então ali torturo pessoas, traidores, rivais, e todos que fazem por merecer, por mais terrível que isso possa parecer, era o lugar mais próximo de um lar que eu tinha, meu calabouço, geralmente quem eu trago para cá não costuma sair, são enterradas aqui mesmo. Era verdade que eu não tinha mais intenção de matá-la, pretendia mantê-la viva, mas ela teria que colaborar com isso, caso contrário eu ficaria sem escolhas.
Lembro claramente quando vi Ross entrando pela porta da sala que destinou a ela, era sem dúvida a melhor instalação que tínhamos naquele local, esperando sinceramente que ela o apreciasse quando acordasse, junto dele entrou alguns dos meus melhores capangas, Jorge a carregando no colo, ela parecia pequena, embrulhada dentro de tanto tecido, considerando que eu sou muito maior que a maioria dos homens, qualquer mulher com menos de 1.70 era considerada pequena aos meus olhos, ordenei que a colocassem sentada na cadeira e a amarrassem, eu iria cuidar dela com o maior carinho do mundo, sorri a esse pensamento.
Não demorou para que eu quisesse estar sozinho com ela, e após minhas ordens todos saíram, e como ordenado ela estava intocada, a única coisa que estava mexida era em seu braço, o que usaram para aplicar o tranquilizante, segundo Ross ela ainda dormiria por algum tempo, estava ansioso para que acordasse, por mais estúpido que isso parecesse, fiquei dentro de uma salinha que uso como "escritório" quando estou no depósito, observando-a pelas câmeras, aguardando por quase uma hora até que ela finalmente desse algum sinal de vida, e quando deu, me senti empolgado como se eu ainda tivesse míseros doze anos de idade ao ganhar um presente de natal, essa mulher me instiga muito, a vontade de ir abordá-la foi tão forte que quando vi já estava abrindo a porta da sala onde ela estava amarrada.
Tive que conter meus impulsos ao abrir a sala, mas tive o prazer de mantê-la aberta, queria que ela soubesse muito bem que as portas sempre estarão abertas, mas que ela seria incapaz de ultrapassá-las, a não ser que eu permitisse, e funcionou tão bem quanto eu pude prever, ela ficou hipnotizada, provavelmente pensando em como conseguiria sair de lá, foi interessante demais observá-la, mesmo que ela lutasse para mostrar o contrário. O mais instigante nessa menina era justamente isso, eu percebia que ela lutava, mas era apenas isso que eu conseguia ver, já torturei milhares de pessoas ao longo da minha vida no crime, e raras são as pessoas que conseguem se manter tão firmes e calmas diante da minha presença.
Apesar de seu crime ter sido algo que me irritou profundamente, quando olhei pessoalmente para ela não consegui de modo algum tortura-la fisicamente, eu já tinha ficado bem curioso quando Ross me ligou, mostrando que ela era a ladra, depois quando falei com ela pela primeira vez, minha curiosidade só aumentou. Já que não queria mata-la agora, então o justo era fazê-la pagar pelo seu erro, e foi o que fiz, a dei a oportunidade de me devolver tudo que me roubou, mas algo que estava fora do controle dela, pelo que pude notar, a deixou em uma situação mais delicada ainda, ela não tinha absolutamente nenhum dinheiro na sua conta, constatar isso me deixou ligeiramente feliz, era o motivo perfeito para que eu cobrasse o que quisesse dela, se ela tivesse me pago, pouca coisa me prenderia a ela, a não ser a vontade de descobrir o que ela esconde debaixo das roupas.
Mesmo que eu possa fazer muito mais coisas que as pessoas costumam poder fazer, prender alguém sem nenhum motivo válido é deveras patético, e levantaria diversos rumores no meio de onde vivo, rumores que poderiam me fazer frágil diante das pessoas, e uma imagem como a que eu tenho não se constrói da noite para o dia, é preciso muito tempo, e eu passei por cada fase de negação, de maldade e crueldade para começar a retroceder agora. Estou levemente arrependido por não ter resolvido isso eu mesmo, usei uma grande parcela de pessoas conhecidas para captura-la, e libertá-la sem nenhuma justificativa plausível significaria misericórdia, e é o tipo de coisa pela qual eu não posso ser conhecido.
Então sim, ela não poder me pagar foi uma coisa boa para mim, seria a desculpa perfeita para poder mantê-la em meu poder, por tempo indeterminado, até que eu cansasse e finalmente a colocasse para dormir para sempre. Seria hipocrisia dizer que ela não tinha despertado meu interesse sexual, ela tinha um rosto bonito, cabelos incrivelmente grandes, pretos e lindos. Foi interessante constatar isso soltando um coque asqueroso que ela usa para prendê-los, seus olhos são, no mínimo, perigosos, e se meu palpite estivesse certo, eu ia gostar bastante do resto.
Eu não sei o que acontece, mas essa mulher me instiga demais, por um breve momento eu pensei que ela era um hacker extremamente famoso, que parou de atuar cerca de dois anos atrás, uma frase dita num contesto muito suspeito me fez levantar essa hipótese, porém ela foi tão contundente na sua resposta que me fez acreditar que eu estava enganado, e esse é um fato interessante sobre ela, todas as coisas que fala, isso quando fala, sempre soam verdadeiras, mas ao mesmo tempo parecem falsas, é quase que como ela tivesse encontrado um meio termo, onde você nunca pudesse ter absoluta certeza, nem para um lado, nem para o outro, isso me deixou pensativo, ou ela realmente era extremamente honesta, ou era talvez a melhor mentirosa que eu havia conhecido. Julia, seu nome ficou reverberando pela minha mente, enquanto aguardava Ross trazê-la para a sala médica que mantenho na propriedade, eu mesmo cuidaria dela.
Olhei para ela deitada e comecei a trabalhar, primeiro tirei seu casaco exageradamente grande, estava louco para ver o que tinha por debaixo dele. Após tirá-lo pude ver um pouco mais do seu corpo, tinha uma camiseta de uma banda de rock por baixo, e ela também era enorme, pelo menos três vezes maior que o seu tamanho. O que essa mulher tinha contra roupas do seu tamanho? Tirei a camiseta notando que a mesma estava autografada pelo cantor da banda, tinha uma dedicatória a Anastácia, - Mentirosa – Era óbvio que ela mentiria sobre seu nome, viraram a casa dela e não acharam nada que indicasse como ela se chamava, talvez sabendo disso ela ocultou seu nome e me fez acreditar que era Júlia, só existe uma forma de tirar a dúvida, e eu teria certeza assim que abordasse isso com ela. - Anastácia - repeti adorando a forma que seu nome soava em minha boca.
Debaixo daquela camiseta ela usava uma blusa que finalmente parecia ser do seu tamanho, uma regatinha cinza, essa blusa deixava a mostra seus contornos femininos, ela tinha seios relativamente grandes, coloquei minhas mãos neles para calcular seu tamanho, elas ficaram cheias, considerando que eu tinha mãos enormes, achei perfeito o tamanho deles. Toda aquela roupa larga escondia isso, foi uma surpresa prazerosa, eu estava certo nas minhas proposições, agora eu garantiria que eles estivessem sempre à mostra, tirei sua regata e por baixo havia um top tampando os seios, foi inevitável rir, ela realmente gostava de usar um monte de roupas para se esconder, tirei o top deixando seus seios desnudos, e tenho que confessar, a desgraçada era linda, suspirei ligeiramente encantado com aquela visão.
Tentado toquei novamente seus seios, desnudos agora, apertei e mexi neles até me sentir satisfeito, passei as mãos pela sua barriga, ela tinha uma cintura bem marcada, tão fininha que dava uma vontade absurda de segurar ali com ela de quatro pra mim, seu umbigo era profundo, sua pele era muito macia, parecia veludo, era tão gostoso de passar a mão. Fui tomado pela vontade de conhecer mais a fundo, talvez ela realmente valesse tanto dinheiro. Estendi as mãos pelo cós da calça também gigante que ela usava, desamarrando o nó que mantinha aquilo preso no seu corpo, tomando uma nota mental de nunca mais deixá-la usar roupas tão grandes assim. Comecei a puxar sua calça para baixo e nesse momento ela começou a falar algumas coisas sem sentido, estava bem grogue ainda, talvez seu senso de autopreservação a faziam tentar acordar.
Fui até a mesinha com as seringas e apliquei uma dose do tranquilizante em seu braço, isso me daria pelo menos mais quatro horas com ela apagada, aguardei pacientemente ela se aquietar, e quando apagou novamente voltei a minha atenção para sua calça, puxei para baixo, qual não era a surpresa ao ver mais um peça desnecessária por ali, pelo menos dessa vez era uma peça justa, dessas que as garotas usam por debaixo dos vestidos, era preta, e já começava a mostrar o contorno do seu corpo. Salivei igual um animal no cio. Não pude deixar de me sentir excitado ao ver isso, ansioso peguei a calça e puxei para baixo. - Mas que porra de tara essa mulher tem em usar tanta roupa? - Ainda havia um short curto por debaixo daquilo, mas ao prestar mais atenção notei que era uma calcinha, simplesmente enorme, tão enorme que a primeira vista parecia um short, minhas meninas usam shorts desse tamanho na rua.
Fiz outra anotação mental para ensinar a ela qual tipo de calcinha uma mulher deve usar, se eu não estivesse tão animado teria brochado imediatamente ao ver aquilo. Coloquei as mãos no cós da sua calcinha-short e puxei para baixo, e ai sim, ali estava ela, completamente nua, a visão de seu corpo desnudo causou uma onda elétrica no meu tão poderosa, que minha vontade foi de tomar ela naquele instante, olhei seu rosto sereno e tive a certeza de como ela ia resolver seus assuntos comigo. - É desse modo que você vai me pagar tudo que me roubou, com seu corpo, nem se eu somasse todas as putas que já comi em toda minha vida, daria tudo que me tirou em menos de um mês, então essa vai ser sua sentença. – Sussurrei em seu ouvido. Nada mais que justo eu cobrar o preço que eu quero por algo que ela mesma me causou.
Incapaz de me conter, toquei a ponta do seu dedão e fui passeando com meus dedos, primeiro levemente pela canela, subindo pelo joelho, coxas, quadril, toquei com suavidade em sua pélvis depois subi para a barriga, contornei seus seios, seu pescoço e me afastei, olhei novamente seu corpo, tanta roupa escondendo algo tão bonito, eu fiquei realmente encantado, tenho que confessar que seu corpo é lindo, os quadris eram largos, as coxas grossas, sua cintura tão fininha, os seios volumosos e empinados, com biquinhos tão pontudos. A vontade de toma-la ali mesmo quase me subjugou, mas eu a queria acordada, então a muito custo me contive, toquei em mim mesmo até chegar à satisfação, a fim de que eu conseguisse manter meu autocontrole.
Após finalizar a virei de bruços na maca, e tive total visão de seu traseiro, e porra, ele enorme e redondo, quando notei minhas mãos já estavam apertando toda a região, só conseguia pensar em me enterrar ali dentro, anal com ela com certeza seria uma delícia. Apalpei seu corpo por mais algum tempo até que me sentisse satisfeito. Puxei a maca até a sala médica que ficava ao lado da minha sala especial. Vesti nela um roupão desses de hospital, para que fosse possível que os médicos que trabalham para mim entrassem para fazer exames nela e saber suas condições, como minha intenção agora era de tomá-la por um tempo longo, não era louco de me enfiar ali sem saber de suas condições de saúde, então devido a isso deixei tudo preparado para que fossem feitos todos os exames necessários para que eu pudesse me jogar no meu mais novo brinquedinho sem medo de ser feliz. Fui até a porta da sala apertei um bipe e os chamei.
Em questão de minutos entraram meus dois médicos particulares, Daniel e Lucas, para examiná-la, então fizeram uma bateria de exames, comprovando que ela não tinha qualquer tipo de doença, além de verificar que não estava grávida, atiçando minha curiosidade ao me afirmar que eu teria uma surpresa em breve com ela. Colocaram um implante anticoncepcional com validade de seis meses para que evitasse uma possível gravidez, pelo que avaliaram ela era completamente saudável, seria fácil engravidá-la, e isso não estava meus planos, pelo menos não ainda. Já estou em tempo de produzir meus herdeiros, mas ainda não chegou a hora para tal.
Novamente ela começou a acordar, então eu apliquei outro tranquilizante, sendo incapaz de me controlar se continuasse tocando seu corpo fantástico, liguei para minha governanta pedindo que ela escolhesse uma lingerie bem bonita e viesse vesti-la, queria ela bem sexy, com uma lingerie espetacular como aquele coro tentador merecia, adoro mulheres bem vestidas, e com roupas intimas bonitas e sensuais, e a partir de hoje ela usaria apenas coisas que me agradassem. Não demorou para que Elisa chegasse com a roupa e começasse a vesti-la, enquanto eu me mantinha afastado, apenas observando. Ela estava muito sexy com aquilo, se fosse mais esperta deixaria qualquer homem aos seus pés, eu realmente não conseguia entender o motivo de tanta roupa para esconder algo tão delicioso.
Satisfeito com a roupa escolhida me afastei um pouco para observar, retornei e soltei novamente aquele coque gigante que ela usava acima da cabeça, seus cabelos ondulados e pretos caíram como uma cascata em suas costas, ao vê-los soltos fiquei imaginando o como seria bom puxá-los enquanto a tomava por trás. Seus cabelos eram enormes, do jeito que eu gosto, isso foi me deixando cada vez mais empolgado, ela era completamente perfeita aos meus olhos, fazia exatamente o meu tipo, em todas as formas possíveis, todo o seu corpo se alinhava exatamente com o que eu achava ideal, seu rosto, seus cabelos, absolutamente tudo, como se ela tivesse sido feita para mim, e novamente aquela empolgação quase infantil me assolou, tive que me controlar para não me antecipar.
Satisfeito com o resultado a peguei no colo para levá-la ao quarto. A deitei na cama e me sentei na poltrona que havia no canto do quarto, apoiei minha arma na mesa, olhando para a arma tive a impressão de que ela poderia tentar usá-la contra mim, o que teria lá sua lógica, então de modo intuitivo retirei as balas para evitar qualquer possível acidente, a única coisa que eu queria naquele quarto, não tinha absolutamente nada a ver com armas. Ansioso, tentei trabalhar um pouco por ali enquanto aguardava novamente ela acordar.