A Hacker e o Criminoso
img img A Hacker e o Criminoso img Capítulo 9 Punição
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Capítulo 11 Medo img
Capítulo 12 Fuga img
Capítulo 13 The Robot img
Capítulo 14 Meu Domínio img
Capítulo 15 Teto de Vidro img
Capítulo 16 Novo Sistema img
Capítulo 17 Sucesso img
Capítulo 18 Campo Minado img
Capítulo 19 Retaliação img
Capítulo 20 Percalços img
Capítulo 21 Castigo img
Capítulo 22 Negócios img
Capítulo 23 Sozinhos img
Capítulo 24 A Queda img
Capítulo 25 O Pedido img
Capítulo 26 Consumado 🔥 img
Capítulo 27 O Dia Depois do Acordo img
Capítulo 28 Descobertas img
Capítulo 29 Rebelde 🔥 img
Capítulo 30 A Véspera img
Capítulo 31 O Grande Dia img
Capítulo 32 O Casamento img
Capítulo 33 O Dia Chegou img
Capítulo 34 Aprisionada img
Capítulo 35 Lua de Mel (parte 1) img
Capítulo 36 Lua de Mel (parte 2) img
Capítulo 37 Lua de Mel (parte 3) 🔥 img
Capítulo 38 Recordações img
Capítulo 39 De Volta a Mansão img
Capítulo 40 Cunhados img
Capítulo 41 Encontrada img
Capítulo 42 Preparativos img
Capítulo 43 Ação e Reação img
Capítulo 44 Lolipop 🔥 img
Capítulo 45 O Baile img
Capítulo 46 Meu Anjinho img
Capítulo 47 Conectada img
Capítulo 48 Vamos Conversar img
Capítulo 49 Novidades img
Capítulo 50 Batimentos img
Capítulo 51 Escolhas img
Capítulo 52 Medo img
Capítulo 53 Recuperação img
Capítulo 54 Castigo img
Capítulo 55 Salvador img
Capítulo 56 Despedida img
Capítulo 57 Felicidade img
Capítulo 58 Reencontro - Parte 01 img
Capítulo 59 Reencontro - Parte 02 img
Capítulo 60 Nova Vida img
Capítulo 61 Fuga img
Capítulo 62 O Fim img
Capítulo 63 Primeiro Adeus img
Capítulo 64 Segundo Adeus img
Capítulo 65 Nova Rota img
Capítulo 66 Planejamento img
Capítulo 67 Resgate img
Capítulo 68 Verdades img
Capítulo 69 Despertar img
Capítulo 70 Família img
Capítulo 71 Descobertas img
Capítulo 72 Vinganças img
Capítulo 73 Rotinas img
Capítulo 74 Primeiro Encontro img
Capítulo 75 Último Adeus img
Capítulo 76 Bônus 01 - Parte 01 img
Capítulo 77 Bônus 01 - Parte 02 img
Capítulo 78 Bônus 02 img
Capítulo 79 Bônus 03 - Parte 01 img
Capítulo 80 Bônus 03 - Parte 02 img
Capítulo 81 Bônus 03 - Parte 03 img
Capítulo 82 Prólogo ( LIVRO 02) img
Capítulo 83 LIVRO 02: QG Clube img
Capítulo 84 LIVRO 02: Primeira Noite img
Capítulo 85 LIVRO 02: Visita Indesejada img
Capítulo 86 LIVRO 02: Fim de Ano img
Capítulo 87 LIVRO 02: Traição img
Capítulo 88 LIVRO 02: Decisões img
Capítulo 89 LIVRO 02: História img
Capítulo 90 LIVRO 02: Arrependimento img
Capítulo 91 LIVRO 02: Caçada img
Capítulo 92 LIVRO 02: Exclusiva img
Capítulo 93 LIVRO 02: Pesquisas img
Capítulo 94 LIVRO 02: Obcecado img
Capítulo 95 LIVRO 02: Volta para casa img
Capítulo 96 LIVRO 02: Aparências img
Capítulo 97 LIVRO 02: Batendo de Frente img
Capítulo 98 LIVRO 02: Acerto de Contas img
Capítulo 99 LIVRO 02: Estranha Família img
Capítulo 100 LIVRO 02: Castigo img
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Capítulo 9 Punição

Anastácia Ortiz

(AVISO: ESSE EPISÓDIO CONTA COM CENAS DE ABUSO SEXUAL, É POSSÍVEL PULAR ESSE CAPITULO SEM TER PERDAS NO CONTEXTO GERAL DA ESTÓRIA. SE FOR SENSÍVEL A ESSE TIPO DE CONTEÚDO, NÃO LEIA)

Na mesma intensidade que a alegria veio, ela se foi quando ao virar a maçaneta eu percebi que ela se encontrava trancada, meus olhos se arregalaram, era óbvio que estaria trancada, como eu fui capaz de pensar que ele deixaria a porra da porta aberta, ações movidas pelo desespero sempre dão em erros terríveis, quantas vezes eu briguei com Saulo por causa da sua imprudência, e agora estou fazendo o mesmo, ultimamente eu tenho cometido erros atrás de erros.

O maldito não vinha atrás de mim para me buscar, claro que não, sádico, estava parado ao pé da cama, esperando por mim, tive medo de olhar para trás.

- Volte para cama agora! Ele ordenou calmamente, como se já tivesse previsto o que eu tentaria fazer. – Se você analisar bem querida, você deveria ser bem cordata e gentil, você me custou muito caro, deveria fazer sorrindo qualquer coisa que eu te pedisse, pois definitivamente eu paguei milhões por você, o que estou pedindo é pouco diante de tudo que me roubou, você se deita comigo sem resistência e talvez, eu mantenha você viva dentro de uma casa descente, ou posso te jogar no calabouço e te torturar por dias, meses, anos, te dando esperança de viver e ser livre e tirando ela de você dia após dia! – Ouvi o seu sorriso de forma tão perturbadora que eu senti medo mais uma vez – Acredite quando eu digo que eu sei fazer isso como ninguém.

- Senhor, eu...

- Agora Anastácia! – Como? Como ele sabia? Como ele descobriu o meu verdadeiro nome? A surpresa foi tão grande que virei olhando em sua direção quase que instantaneamente, ele sorriu. O maldito sádico estava amando ver aquilo, não moveu nenhum músculo, sentia prazer em me ver desesperada, sabendo que eu não tinha saída! – Ou você vem por bem, ou eu vou ai te buscar! Vou relembrar o quanto eu estou sendo gentil contigo, seria muito simples te amarrar e te tomar a força, estou te dando a chance de fazer isso sem grandes danos a você, mas minha paciência não durará para sempre! Eu paguei por você boneca! Eu vou ter você! De um jeito ou de outro.

Olhando para ele, esperando em pé na frente da cama, com aquela ereção monstruosa, passei o olho rápido pelo quarto procurando algo que pudesse ser usado como arma, avistei uma pistola na mesinha ao lado da poltrona que ele ocupava antes, seu olhar acompanhou o meu, tentei correr para pegar a arma, mas com menos de três passos ele alcançou a arma e apontou para mim, sorrindo, sempre sorrindo, tão sadicamente cruel, beirava a algo hipnótico esse sorriso, tanto que se não fosse a minha situação degradante, eu provavelmente teria apreciado.

- Está atrás disso? – Disse com suavidade – Então toma! – Falou apontando a arma para mim e apertando o gatilho em seguida.

- Ahhhhh – O grito foi involuntário, fechei os olhos com força, mas foi apenas um segundo de desespero, pois a raiva me inundou em seguida, pois logo vi que a arma não estava carregada, ele sorria abertamente, era notória a sua satisfação em me aterrorizar, fez isso apenas para me testar e me assustar – MALDITO! – Gritei tão naturalmente, e com tanta raiva, que me assustei com o tom da minha própria voz, não me recordo de ter se quer gritado assim outras vezes durante a minha vida.

- Eu sou muito pior do que você imagina Anastácia! – Falou enquanto se aproximava de mim, recuei o quanto pude, por que diabos tinha uma parede aqui? Quando me alcançou, com uma mão segurou meu cabelo, prendendo no punho – Você vai aprender a me obedecer por bem, ou por mal – Depois disso ele me puxou pelos cabelos, me arrastando de volta para a cama. – Eu realmente estou tentando fazer isso do modo fácil querida, vou te dar mais uma chance de colaborar, você sabe muito bem que é o melhor para você.

- Por favor!!! – É, dessa vez eu estava realmente desesperada, eu não usava essa expressão nem com o Saulo, que era o cara que eu mais amava nesse mundo, mas o cara era gigante, era impossível lutar contra ele, talvez apelando ele pudesse ter alguma misericórdia.

Quanta estupidez, é óbvio que não!

- Cala a boca! - Ele disse me jogando na cama e sentando em cima de mim, amarrou uma mordaça na minha boca, impedido que eu falasse. – Acho que estou começando a preferir você silenciosa - De onde ele tirou isso? Já estava ali antes? Depois pegando meus pulsos com força, colocou atrás das minhas costas e tencionou amarrá-las – Preciso mesmo te amarrar ou você vai colaborar? - Perguntou segurando meus pulsos, mas parando seus movimentos.

- Eeee uuuuu,hummmmm,aad - Tentei falar, mas era impossível, se era algo que eu não tinha como escapar, então ao menos que fosse da forma menos pior, era tudo tão humilhante, eu não conseguia imaginar como ser abusada dessa forma pudesse não ser o pior pesadelo de qualquer mulher.

- Vou desamarrar sua boca, e quero uma resposta verbal e clara sobre a pergunta que te fiz, e sem gritos – Ele disse já soltando minha boca da mordaça, se ele pensava que eu ia gritar, ele estava muito enganado, não sou burra, gritar não mudaria nada, e eu tinha certeza absoluta que ninguém que trabalhasse para ele viria ao meu socorro, não daria a ele mais satisfação ainda de me ver tão indefesa quanto um filhotinho de cachorro sem sua mãe.

- Eu vou colaborar! – Disse firme, tão firme e tão contrastante de como eu realmente me sentia, que foi impossível não sentir meus olhos molhados, e com uma força que eu nem sabia que possuía engoli cada lágrima que ameaçava descer, não lhe daria o prazer de me ver chorando.

- Ótimo! – Disse sorrindo e me virando de frente – É bom que saiba, que eu vou comer você toda, do jeito que eu quero, tantas vezes quanto eu quiser, e em todos os buracos que eu quiser. Você foi muito cara boneca, essa vai ser uma das formas que você vai me pagar, e acredite que estou sendo muito generoso com você, a maioria não tem a mesma sorte.– Ele afirmou, usando as mãos para abrir minhas pernas, gemendo em apreciação, de forma quase antinatural me mantive quieta, imóvel, deixando que ele fizesse aquilo que queria, eu poderia não lutar contra, mas eu não participaria daquela vergonha. Eu aguentaria aquilo, e com sorte ele me mandaria para qualquer outro lugar depois.

Com uma das mãos ele arrancou o sutiã minúsculo que eu vestia, já não vestia mais nada a partir daí, eu estava completamente exposta para seu olhar, senti ele girar meu corpo e me posicionar de quatro para ele, em seguida um sonoro tapa na bunda, que devido a força me empurrou para frente, afogando meu rosto contra o lençol, o senti apertar minha bunda com força, e de novo outro tapa, ele me puxou e me colocou novamente na posição inicial, me mantive parada, lutando contra meus demônios internos, a vontade absurda de reagir, mas a certeza do que aconteceria se eu fizesse isso me deu força para me manter imóvel.

Logo senti uma de suas mãos descerem pela minha cintura, até chegarem ao seio, para apertá-los com força, ele beliscou meu mamilo sem nenhuma gentileza, era tão humilhante ter um homem que eu não quero me tocando em lugares tão íntimos, não sou adepta a demonstrações físicas de carinho, e sexo definitivamente nunca foi algo que despertou meu interesse, agora esse maldito vinha e tomava tudo de mim como se eu fosse sua propriedade, eu devia a ele, devia, mas isso não justificava ele tomar meu corpo como pagamento.

Senti seu dedo entrando na minha intimidade, tornando todo aquele pesadelo mais real do que era possível ser, seu dedo era enorme, senti vontade de gritar, mas me recusei a ceder, eu não daria a ele esse prazer, eu aguentaria a dor, eu posso aguentar a dor, mas só o dedo dele já doía, o que me fez pensar no tamanho da dor que eu sentiria quando fosse seu membro inteiro, ele explorou ali dentro, tentando extrair alguma lubrificação do local, logo viu que não era possível, em minha mente veio claramente toda a explicação técnica de que seria impossível haver lubrificação se não havia excitação, a minha inexperiência prática não me fazia ignorando de forma teórica.

Logo, vendo que era pouco para o que queria, senti ele se afastar, com medo de retaliação me mantive parada no mesmo lugar, sem demorar muito o sinto voltar e colocar algo gelado na minha intimidade, depois voltar a explorar seus dedos dentro de mim, só que com muito mais facilidade dessa vez, e para meu alívio, sem dores, apenas o desconforto pungente da humilhação de ser subjugada sexualmente por um desgraçado como ele.

- Agora sim! Molhada como eu gosto! – Exclamou satisfeito - Relaxa boneca! Quanto mais relaxada você tiver, menos doloroso isso será.

E sem mais nenhum aviso prévio ele veio, entrando, me invadindo, forçando seu pau dentro de mim, reivindicando meu corpo igual um animal. Meus olhos arregalaram imediatamente, e o que deveria ser um grito desesperado, foi um grito mudo, era literalmente a primeira vez que eu transava com alguém, sexo nunca foi um assunto do meu interesse, já havia visto escondida, meu irmão transando várias vezes com dezenas de pessoas, e nunca tive o menor interesse, curiosidade ou vontade no ato, o que me fez acreditar piamente que eu era assexuada, então eu podia dizer que era absolutamente pior do que eu havia imaginado que seria se algum dia eu decidisse fazer isso, a dor se espalhava no meu corpo a cada centímetro que ele entrava.

- Você é muito gostosa, absurdamente apertada, porra! – Ele disse enquanto entrava, ia se forçando para dentro, enquanto eu girava os olhos de tanta dor que sentia, parecia que ele me rasgava a cada polegada que entrava, foi a muito custo que me contive para não fugir dali e enforcar aquele desgraçado.

Ele continuou forçando, até que parou em um momento, gemendo de satisfação, esperou um pouco e saiu, me fazendo suspirar inconscientemente de alívio, pensando ingenuamente que aquela tortura havia acabado, mas logo depois ele voltou de uma só vez, sem pena, sem dó, entrou com tudo de uma vez, me fazendo gritar mais alto do que eu achava que era capaz, e dessa vez não era um grito mudo, era um grito bem volumoso, berrante, voraz, essa era oficialmente a segunda vez que eu ouvia a minha voz saindo num timbre tão agudo. Senti como se tivesse me rasgado completamente ao meio, de cima a baixo, uma dor aguda e intensa, visceral.

- Tirei sua virgindade boneca! Confesso que essa foi uma grata surpresa! – Ele disse no meu ouvido, completamente dentro de mim – Você me pertence agora! Você vai me servir, vai se deitar comigo de boa vontade todas as vezes que eu te procurar, e vai aprender a me dar prazer, não importa se você é inexperiente nisso, e quando eu precisar dos seus serviços intelectuais, você vai fazer aquilo que eu preciso, esse é o seu papel nessa casa a partir de hoje, abrir as pernas para mim toda vez que eu quiser e desejar, e me banquetear com seus roubos e invasões digitais! – Ele saiu um pouco e entrou fundo novamente – Entendeu?

- Uhum – Respondi com o pouco de voz que me sobrava.

Ele sorriu em aprovação e então começou a sair e entrar em mim várias vezes, primeiro lentamente, depois cada vez mais forte, a dor foi passando durante o ato, ele tinha tido alguma consideração e não me machucou como eu sabia que ele poderia fazer, pelo menos não fisicamente, mas isso não mudava seu ato, e não mudava o fato de eu estar sendo vergonhosamente estuprada, sem ao menos poder me defender, tendo que fingir que estava de acordo com aquilo, sabendo que cada coisa que eu fizer para interromper isso me colocaria numa situação cada vez pior, por isso eu aguentei, lutando para não vomitar e não chorar diante dessa humilhação.

Ele ficou entrando e saindo de mim por um bom tempo, eu fiz o máximo que pude para suportar, mas ele parecia que não acabava nunca, eu estava como uma boneca de pano, indo para frente e para trás de acordo com a vontade dele, olhava para o lado ansiosamente, na expectativa que ele acabasse logo com aquilo. Depois do que pareceram horas ele parou e ejaculou dentro de mim tudo que ele poderia, me fazendo imediatamente pensar no fato de que eu provavelmente poderia engravidar com isso, o que me causou um leve desespero, além do que eu já sentia com tudo isso.

Fui me levantar pensando que aquilo havia acabado, quando fui surpreendida pela sua voz – Ainda não terminei com você, e eu paro apenas quando eu quiser boneca – Ele disse, definitivamente ele queria me humilhar o máximo que era possível - Posso ficar fodendo você a noite toda se eu quiser – Girou me corpo, ficando agora de frente para ele, colocou sua mão em meu pescoço e meus seios em sua boca, chupando eles com vontade, apertando a carne, e sem que eu esperasse ele entrou novamente em mim, foi assustadora a velocidade com que ele ficou ereto de novo, tentei fechar um pouco as pernas para aliviar o desconforto, mas era impossível, cada vez que eu tentava ele usava as mãos para me abrir mais ainda, e se jogava mais ainda dentro de mim.

- Suas pernas só vão fechar quando eu quiser boneca – Ele disse debochado, rindo das minhas tentativas inúteis – Pensei que já estávamos conversados sobre você colaborar – Seus movimentos continuaram, e eu estava de mãos atadas, então apenas tentei tirar minha mente dali, e pensar em outras coisas, se não tinha como tirar meu corpo dessa degradação, minha mente pelo menos podia fugir. – Lembre-se que eu paguei por isso.

Ele percebeu que eu não lutaria ou tentaria qualquer coisa, sorriu satisfeito por conseguir me subjugar, continuou com sua dança infernal em mim por alguns momentos, e quando se deu por satisfeito gozou novamente dentro de mim pelo que pareceram horas. Saindo do meu corpo ele se levantou da cama e ficou me olhando, tão logo ele saiu de cima de mim eu me curvei toda, abraçando meu próprio corpo, tentando de alguma forma inútil me proteger de outra tentativa de sexo, ou de seu olhar cruel, ou de qualquer coisa que ele pudesse fazer comigo.

- Deliciosa! – Vi quando ele vinha novamente, sua ereção voltando a crescer, quase implorei que ele não fizesse isso de novo, mas por algum milagre o celular tocou, o que o fez parar e ir buscar o aparelho, retirando o mesmo da poltrona que antes ele estava sentado e dando atenção ao que estivesse escrito por ali – Eu gostei de você mais do que eu imaginei que fosse gostar boneca! – Ele disse sorrindo, me fazendo arregalar os olhos – Mais tarde voltarei para continuar o que paramos, espero te achar cordata e mais receptiva ainda do que você foi agora – Ele piscou para mim – Nos daremos muito bem.

Ele se virou e pegou as próprias roupas do chão, vestindo apenas as calças e jogando a camisa por cima do ombro.

- Tome um banho, logo alguém trará comida para você, faz alguns dias que você não come bem, notei que emagreceu, precisa se alimentar, quero que recupere o peso que perdeu durante o tempo que esteve no depósito! – Ele passou a mão no meu rosto, como um carinho muito bizarro e continuou – Tem roupas do seu tamanho no closet, e o banheiro fica naquela porta - apontou para a porta em questão. – Tenho que sair agora para resolver alguns assuntos, mais tarde eu volto aqui para brincarmos um pouco mais, tenho certeza que se você não lutar tanto dentro da sua cabecinha, pode aproveitar tanto quanto eu! – Abaixou o rosto e lambeu a minha boca lentamente, saindo do quarto logo em seguida.

Nada me prepararia para o ódio que eu senti naquele momento, "Desfrutar como ele, como se eu quisesse desfrutar de alguma coisa com esse maldito". Sozinha e suja, humilhada, usada, me senti a pior de todas as mulheres, me condenando em como eu me senti excitada com ele quando nos vimos naquela sala escura e suja, eu não tinha para onde ir, como fugir, e para onde correr, esse maldito tirou de mim praticamente tudo, mal tinha forças para me levantar da cama, depois dele ter usado do meu corpo. E foi com muito esforço que me levantei indo direto para o banheiro, ligando o chuveiro, me sentei no chão, deixando a água quente lavar meu corpo da imundície daquele homem maldito.

"Eu vou te matar!", gritei mentalmente com tanto ódio que pensei que fosse explodir! "Espere e verá!"

            
            

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