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Dois Chefes & Uma Escolha
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Capítulo 5 V

Encerraram a conversa e começaram enfim a degustar. Doug comentara durante o caminho até lá que tudo era muito bem fresco e que combinava perfeitamente com um almoço durante a semana, mas que as opções de café e jantares já não eram tão convidativas. O preço parecia adequado, embora ela não tivesse muitas referências de lugares em Seattle, se é que tivesse alguma. Desde que chegara na cidade, não tivera tempo de descanso e estava animada para conhecer seu novo apartamento, principalmente por não ser ela quem escolhera, mas sim a empresa.

Com o término do almoço, Hoffman consultou seu smartphone, onde tinha aparentemente recebido uma mensagem da chefe. Logo após, pagou a conta de ambos, mesmo Paige insistindo para dividir, mas ele não deu ouvidos. Quando saíram do restaurante, Seattle os entregava um céu nublado e cinzento, mas agora sem chuva, permitindo a ida sem guarda-chuva até o carro. Enquanto rodavam pelas ruas da cidade até o prédio, Doug comentou que Amon finalmente efetuaria a recepção apropriada, e que apresentaria a proposta de um projeto novo, no qual Paige teria participação. Hoffman pediu desculpas por toda aquela correria do dia. Ela apreciou o gesto, mesmo gostando de tudo que estava acontecendo.

O carro novamente estacionou no prédio, na mesma vaga de horas antes. Hoffman perguntou à Hanson se gostaria de subir alguns lances de escada para ver mais artes, ela aceitou. Cerca de dois andares depois, tomaram o elevador. Novas artes eram admiradas por Paige, daquela vez, pegaram outro elevador, portanto, ainda mais novidades.

Ao chegarem ao andar correto, podia-se ver a sala do CEO acesa e com a porta aberta, indicando que estava finalmente disponível. Os recém-chegados pediram licença e entraram, onde o homem pediu que se sentassem. Doug ainda o tratava pelo primeiro nome e ele fazia o mesmo; Paige ainda não se acostumara com a ideia. Enfim, o chefe fez a devida apresentação e perguntou sobre as primeiras impressões para a jovem, que não poupou esforços em mencionar mais uma vez seu encanto para com as artes. Paige foi certeira em admitir que tudo estava sendo mais do que o esperado, o que com certeza deixou Amon satisfeito, a elogiando por seu trabalho durante o processo seletivo, mas nada mencionou sobre o projeto da loja, o qual Paige preferia não comentar sobre, principalmente depois da revelação de Hoffman mais cedo. A última coisa de que precisava era de um motivo válido para explicar que, na verdade, a razão pela qual não conseguira trabalhar no projeto por completo era por estar cuidando de sua saúde frágil.

A cidade mais uma vez fazia uma descontração clara de sua pluviosidade. Agora não mais apenas água, mas um toque de ventos e trovões ecoava pelo lado externo do prédio. As enormes janelas do lugar davam uma abertura linda para com Seattle, tinha um acabamento com muito brilho e a constante limpeza dos vidros tornava tudo nítido. A visão privilegiava-se em poder observar o trânsito, grande parte de inúmeros carros amarelos, bem como uma quantidade generosa de pessoas andando com guarda-chuva. Assim como algumas pessoas não podiam sair de casa sem seus relógios, aquela cidade proporcionava a obrigação de não sair de mãos atadas. Em Seattle podia chover literalmente a qualquer momento, e algumas vezes durante o dia todo.

Quando chegou, Amon chamou Paige para sua sala, dispensando Doug, pedindo para adiantasse algumas coisas. O CEO fechou discretamente todas as aberturas que haviam em sua sala e trancou a porta. Paige, de costas para ele, mordeu o lábio, pois tinha ideia do que iria acontecer. Mais cedo, seu contato visual rápido com ele, ascendeu-lhe uma chama sexual. Ela não esperava que fosse ser recebida daquela forma, mas a julgar pelo porte e poder do chefe, não o culpava por interesse nela, principalmente porque se considerava uma mulher linda e decidida.

Amon se aproximou devagar dela, ainda de costas, virada para a mesa, já sem muitos papéis. Ele acariciou o rosto dela e desceu sua mão pelo pescoço dela lentamente. Hanson fechou os olhos, sentindo cada toque precioso dele. Os lábios de Amon se aproximaram do pescoço dela e deu leves beijos, carinhoso. Em seguida, sua língua quente a lambeu ainda mais lento. Paige, com seus olhos fechados, mordiscava sua boca mais uma vez, apreciando cada segundo. Gradualmente, foi sentindo aquelas mãos grandes e bem cuidadas apalpando seus seios sem muito carinho, sendo bruto. O chefe os apertava forte e continuava apertando ainda mais forte, queria arrancar a voz da mulher, mas Hanson não era fácil. Quando percebeu que precisaria fazer mais do que aquilo, Amon pegou-a com força pelo pescoço, obrigando-a virar-se em sua direção, onde finalmente pôde colocar sua língua feroz entre a dela, que não recuou por um único segundo. Paige então levou as mãos do homem até sua bunda, erguendo o vestido, deixando o caminho livre para brincadeiras. Num gesto rápido e agressivo, ele a empurrou até a mesa e começou a tirar sua roupa com pressa, liberando os seios dela. Não mediu esforços para apertar o bico do peito dela e ter o primeiro gemido daquela mulher, quase submissa. Apertou mais umas três vezes para continuar ouvindo a voz suave dele, mas foi interrompido quando ela apertou as bolas do pênis dele com uma certa agressão, tirando um som abafado dele, que sorriu safadamente para ela, puxando os cabelos dela para trás e beijando seu pescoço novamente, mas não carinhosamente. Hanson continuou apertando o órgão, até Amon segurar sua mão com força e enfiá-la por debaixo da calça social preta. Com a outra mão, ele se afundou através da calcinha dela, sentindo a região extremamente molhada e convidativa. Ele queria sentir o gosto de Paige Hanson, mas naquele momento, seu corpo vibrava demais para isso, ele precisava entrar nela, precisava foder aquela mulher imediatamente.

Amon abaixou as calças tão rápido quanto puxou a calcinha dela para baixo. Grudou-se ao corpo dela quase que de imediato. Olhou para os olhos dela e para sua boca mordiscada, antes de entender que não era aquilo que ele queria, não daquele jeito. Ele a virou-se de costas, bruscamente, a colocando de quatro, tendo uma visão perfeita da bunda carnuda e branca dela. Não resistiu e deu um tapa forte o suficiente para que sua própria mão ardesse. Sem esperar um único segundo a mais, ele se enfiou dentro dela, de uma vez só. Ela estava molhada o suficiente para que não precisasse ser gentil. Roçou seu pênis agressivamente, entrando e saindo tantas vezes que não poderia contar. Paige era razoavelmente apertada e aquilo o interessava, não havia tido uma buceta daquele jeito há um tempo. Hanson gemia a cada vez que ele ia fundo, não tendo a menor dificuldade para fazê-lo.

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