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Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado
img img Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado img Capítulo 10 A refeição do Rei
10 Capítulo
Capítulo 11 O prazer img
Capítulo 12 A dor img
Capítulo 13 A portadora de más notícias img
Capítulo 14 Banho de sangue img
Capítulo 15 Tenho uma proposta img
Capítulo 16 Isso é impossível img
Capítulo 17 Me mate img
Capítulo 18 Ela já é minha img
Capítulo 19 A cadela amarga img
Capítulo 20 Maximus img
Capítulo 21 Tomara que você morra bonita img
Capítulo 22 Te chamei aqui para me servir img
Capítulo 23 Talvez eu não consiga parar img
Capítulo 24 Seja uma boa garota img
Capítulo 25 Você é minha img
Capítulo 26 O manto do Rei img
Capítulo 27 Na sala escura img
Capítulo 28 A porta para a liberdade img
Capítulo 29 Traga a garota img
Capítulo 30 Você não vai sair da minha vista img
Capítulo 31 Me deixe ir! img
Capítulo 32 Eu te desafio img
Capítulo 33 Agora ou nunca img
Capítulo 34 Ela não pode escapar de mim img
Capítulo 35 Correndo na tempestade img
Capítulo 36 Sua posse img
Capítulo 37 Punição img
Capítulo 38 Faça isso parar img
Capítulo 39 Ela não é a escolhida img
Capítulo 40 Você será uma boa garota img
Capítulo 41 Era hora de virar o jogo a meu favor img
Capítulo 42 Não acredito em coincidências img
Capítulo 43 Eu aceito sua proposta img
Capítulo 44 Nunca permitiria alheia inerência sobre meu destino img
Capítulo 45 A mulher do Rei img
Capítulo 46 Ela está planejando algo img
Capítulo 47 A Lua de Sangue img
Capítulo 48 Você tem um sorriso lindo img
Capítulo 49 Um lugar de tortura img
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Capítulo 10 A refeição do Rei

A porta se abriu, ela entrou e, imediatamente, senti tudo dentro de mim entrar em ebulição.

O cheiro avassalador dela me envolveu como uma armadilha da qual não podia escapar.

Meu gogó se moveu e cerrei os punhos enquanto me reajustava na cadeira.

Porra!

Ela era a definição viva do pecado. O tipo de mulher capaz de fazer um homem perder a cabeça, da mesma forma que minha fera estava perdendo a sua - e eu lutava com todas as forças para mantê-lo sob controle.

Ela tinha curvas nos lugares certos, seios fartos que prometiam caber perfeitamente em minhas mãos.

Devia ter cerca de um metro e meio, com longos cabelos negros que lhe caíam até a cintura.

"Sua Majestade", saudou ela com uma reverência, e o som dessa voz quase me desmanchou por dentro.

Não pude evitar imaginar como seria ouvi-la ofegante, meu nome escapando de seus lábios como uma prece.

"Meu nome é Emilia Gregor", disse ela com calma, sem nenhum traço de medo - ou, se havia, estava perfeitamente escondido.

Emilia. Apesar de todas as mulheres que haviam se apresentado, me achei querendo guardar esse nome.

"Levante a cabeça", ordenei, a voz grossa de necessidade.

Ela ergueu a cabeça lentamente, e me deparei com lindos olhos castanhos. Pela primeira vez em eras, meu coração deu uma pancada.

Era a mulher que havia acalmado minha fera - a mesma que Lucien me mostrara na tela nessa manhã.

Me permiti um momento para contemplá-la, e ela ali permaneceu, queixo erguido, mãos ao lado do corpo.

Lentamente, me levantei, percebendo o mais leve tremor de suas mãos ao se fecharem, mas ela as relaxou rápido, como quem tentava parecer forte.

"Não teme morrer esta noite?", perguntei, dando um passo em sua direção, mas ainda mantendo-me nas sombras.

"Todos morremos um dia."

Emiti um som pensativo ao dar outro passo. "Não teme a mim?"

"Devo temer?"

Pego desprevenido, parei em pleno movimento.

"Você sabe o que acontece com as mulheres que eu fodo - nenhuma vive para contar a história."

"Que medo...", sussurrou ela para si mesma, mas eu ouvi, e meus olhos se estreitaram.

Ela não soava como as outras, tentando parecer corajosas - soava como se eu fosse um leão que precisava ficar rugindo só para lembrar a todos que era um leão.

Estava zombando de mim? De mim?

"A senhora disse que só nos apresentaríamos a você esta noite e que deveríamos voltar para nossos aposentos. Se não há mais nada que eu possa fazer, gostaria de me retirar, Sua Majestade", disse ela, fazendo nova reverência e já virando-se.

Saí das sombras, agarrei sua mão, a girei e puxei para mim.

Ela colidiu com força contra meu peito e deu um suspiro ofegante, os olhos arregalados de choque, fitando meu rosto como se não acreditasse no que via.

Por um instante, algo brilhou em seus olhos - algo como medo - mas sumiu antes que eu pudesse identificá-lo.

"Sua... Sua Majestade... eu...", ela pestanejou, a língua umedecendo os lábios, e todo pensamento racional voou da minha cabeça.

Antes que pudesse me conter, a empurrei contra a parede mais próxima.

"Disse que não teme a mim?", perguntei, meus braços formando uma jaula ao seu redor, a respiração ofegante.

"Não temo", sussurrou ela, olhando-me com audácia.

"Deveria. Especialmente quando tudo o que quero agora é foder você."

Então, meus lábios se chocaram contra os dela.

******

Pomto de vista de Emilia

Por um momento, não consegui acreditar no que estava acontecendo. Esse não era o plano. O plano era irritá-lo e deixá-lo tão enojado com minha atitude que me mandasse embora e nunca mais quisesse me ver.

Não era para ele enfiar a língua goela abaixo e roubar meu primeiro beijo.

E muito menos para eu gostar.

O rei era, de longe, o homem mais bonito que eu já vira na vida. Olhos azuis que brilhavam como gelo, mas ardiam de calor, maçãs do rosto afiadas o suficiente para cortar e uma mandíbula tão forte que parecia talhada em pedra. Os lábios dele eram firmes, famintos, exigentes, e agora devoravam os meus como se eu fosse o último gole de algo por que ele morria de sede.

O corpo dele era duro, inflexível e imponente sobre o meu. Mesmo me dizendo para resistir, para lembrar por que estava ali e por que não podia me permitir isso, me vi derretendo, abrindo os lábios e deixando-o entrar.

Seu rosnado vibrou contra minha boca e senti o calor de seu peito através do tecido fino do meu vestido enquanto suas mãos agarravam minha cintura com força - não para machucar, mas para reivindicar - como se já me considerasse dele.

Não era isso que deveria acontecer.

Eu deveria ser invisível, desafiadora e não desejável.

Mas o jeito como ele me beijava... era como se eu fosse oxigênio e ele estivesse sufocado há séculos.

Então, suas mãos percorreram meu corpo, subiram até meus seios e beliscaram um dos mamilos, fazendo minha respiração falhar.

Senti algo grande e duro pressionar meu estômago e deixei escapar o gemido.

Quem diria que a morte tivesse um gosto tão delicioso?

Seus lábios se afastaram dos meus enquanto ele descia com beijos pelo meu pescoço, uma mão apertando meu seio.

A umidade cresceu entre minhas pernas, e um rosnado escapou da boca dele.

De repente, ele ficou agressivo - a mão em meu seio apertou com tanta força que doeu.

"Meu Rei..." Pedi para que parasse, mas saiu como um gemido.

Então, sem aviso, ele me levantou do chão e minhas pernas se enlaçaram por instinto em sua cintura.

O olhar em seus olhos estava tão sombrio, tão carregado de desejo, como uma fera finalmente libertada, e eu estava prestes a me tornar a refeição dele.

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