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Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado
img img Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado img Capítulo 8 Chegou a hora
8 Capítulo
Capítulo 11 O prazer img
Capítulo 12 A dor img
Capítulo 13 A portadora de más notícias img
Capítulo 14 Banho de sangue img
Capítulo 15 Tenho uma proposta img
Capítulo 16 Isso é impossível img
Capítulo 17 Me mate img
Capítulo 18 Ela já é minha img
Capítulo 19 A cadela amarga img
Capítulo 20 Maximus img
Capítulo 21 Tomara que você morra bonita img
Capítulo 22 Te chamei aqui para me servir img
Capítulo 23 Talvez eu não consiga parar img
Capítulo 24 Seja uma boa garota img
Capítulo 25 Você é minha img
Capítulo 26 O manto do Rei img
Capítulo 27 Na sala escura img
Capítulo 28 A porta para a liberdade img
Capítulo 29 Traga a garota img
Capítulo 30 Você não vai sair da minha vista img
Capítulo 31 Me deixe ir! img
Capítulo 32 Eu te desafio img
Capítulo 33 Agora ou nunca img
Capítulo 34 Ela não pode escapar de mim img
Capítulo 35 Correndo na tempestade img
Capítulo 36 Sua posse img
Capítulo 37 Punição img
Capítulo 38 Faça isso parar img
Capítulo 39 Ela não é a escolhida img
Capítulo 40 Você será uma boa garota img
Capítulo 41 Era hora de virar o jogo a meu favor img
Capítulo 42 Não acredito em coincidências img
Capítulo 43 Eu aceito sua proposta img
Capítulo 44 Nunca permitiria alheia inerência sobre meu destino img
Capítulo 45 A mulher do Rei img
Capítulo 46 Ela está planejando algo img
Capítulo 47 A Lua de Sangue img
Capítulo 48 Você tem um sorriso lindo img
Capítulo 49 Um lugar de tortura img
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Capítulo 8 Chegou a hora

"Sua Majestade, encontramos algo." A porta do meu escritório se abriu e Lucien entrou correndo, tablet na mão.

"Então, ontem à noite...", ele começou, deixando o tablet na minha frente.

"Uma das ômegas foi vista andando pelo corredor. Ela é bem esperta, tentando não mostrar o rosto, mas conseguimos identificá-la." Meus olhos foram para a tela, onde uma garota tentava ao máximo se misturar com as sombras.

Olhei de volta para Lucien enquanto ele continuava: "Mas o problema é que ela não fugiu, porque pedi para verificarem e ela ainda está com as outras. Por que teria saído se não estava tentando escapar?"

"Talvez tivesse percebido que não conseguiria e desistiu", eu disse, recostando-me na cadeira.

"Ou se distraiu com alguma coisa."

Ao ouvir isso, peguei o tablet de novo e olhei para o rosto da mulher, tentando me lembrar se era a mesma da noite passada, mas nada. Nada me veio à mente.

"Então está dizendo que ela é a mulher de ontem à noite?", perguntei.

"Pode ser, mas não temos certeza porque o senhor nos proibiu de colocar câmeras na zona da morte e todos sabem que ninguém pode entrar naquele corredor, então não sabemos ao certo se foi ela."

"Preciso que você tenha certeza."

"Eu sei, mas a questão é que ela foi a única encontrada vagando por lá ontem à noite. O que quer dizer que pode ser ela, e o senhor também disse que conhece o cheiro dela, não disse?", ele perguntou, e eu simplesmente acenei.

"Ótimo. Isso significa que o senhor vai conseguir identificá-la quando ela se apresentar esta noite."

"Mais alguma coisa?", perguntei, e ele ficou em silêncio por um tempo.

Eu conhecia bem esse olhar, esse em que ele lutava entre salvar a própria cabeça e simplesmente calar a boca ou falar, e sabia que ele estava prestes a dar uma sugestão absurda que eu não iria gostar.

"Não estou interessado", disse antes que ele pudesse abrir a boca.

"Como o senhor deseja, Sua Majestade", ele disse, prestes a pegar o tablet, mas eu o impedi.

"Deixe isso aqui."

"Há mais alguma coisa que gostaria que eu fizesse? Devo mandá-la para o seu escritório?", ele perguntou.

Estreitei os olhos para ele. "Não, vou vê-la esta noite. Mas..."

"Mas o quê?"

"Mantenha ela sob observação."

"Sim, meu rei", ele disse, abaixou a cabeça e saiu da sala.

Peguei o tablet lentamente e continuei observando a mulher na tela.

Ela estava quase toda coberta pela escuridão.

Deixei o tablet de cabeça para baixo sobre a mesa e voltei ao trabalho diante de mim.

Um homem morto não tem esperança, e eu era um homem morto.

******

Ponto de vista de Emilia

Passamos o dia todo sentadas nessa sala, ouvindo as instruções da senhora sobre o que fazer e o que não fazer.

"Faça tudo o que o rei mandar."

"Não olhe nos olhos dele."

"Não fale a menos que ele peça."

"Não grite."

"Não brigue."

Não sabia se todos aqueles avisos deviam nos preparar ou nos deixar morrendo de medo, mas achava que estavam fazendo isso.

Havia uma garota no canto que parecia prestes a desmaiar.

Soltei um suspiro ao colocar a comida na boca. Sim, eles nos deram comida, e boa por sinal, não querendo que morrêssemos de fome.

"Por quanto tempo isso vai continuar?", uma das garotas perguntou do nada, e a atenção de todas se voltou para ela.

"Do que você está falando?", a garota no beliche ao lado perguntou.

"De tudo isso...", ela disse, gesticulando. "Quantas mulheres vão morrer na cama do Rei? Ninguém vai impedi-lo?"

Alguém soltou uma risada, mas não havia nada de engraçado nesse som.

"Impedir o rei? Por acaso você é burra? E, além do mais, o rei não forçou ninguém a estar aqui. Quem você devia odiar são seus Alfas por te entregarem como sacrifício", disse uma garota de cabelos castanhos no beliche oposto ao meu.

"Não acredito que você está defendendo ele", disse a primeira garota, incrédula.

"Não estou defendendo, só estou falando a verdade. E você não estaria tão brava se fosse a escolhida para curá-lo, estaria?", disse a garota de cabelos castanhos.

A outra ficou calada, voltando o rosto para a parede.

O lugar ficou em silêncio e parecia que todas estavam perdidas nos próprios pensamentos.

A cada segundo que passava, ficávamos mais perto da hora de sermos chamadas para conhecer o rei.

Eu não estaria aqui se não fosse por mim, se não tivesse desperdiçado aquela chance.

Ouvimos o som de passos se aproximando e todas nos levantamos de imediato, todos os olhos voltados para a porta.

A essa altura, já conhecíamos bem o som característico daqueles saltos. Sem dúvida, era a senhora.

Meu coração batia forte enquanto os passos se aproximavam e, finalmente, a porta se abriu.

Lá estava ela, com um sorriso no rosto como se fosse a portadora de boas notícias.

"É hora, senhoritas."

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