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Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado
img img Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado img Capítulo 3 Ela não chegará viva à minha cama
3 Capítulo
Capítulo 11 O prazer img
Capítulo 12 A dor img
Capítulo 13 A portadora de más notícias img
Capítulo 14 Banho de sangue img
Capítulo 15 Tenho uma proposta img
Capítulo 16 Isso é impossível img
Capítulo 17 Me mate img
Capítulo 18 Ela já é minha img
Capítulo 19 A cadela amarga img
Capítulo 20 Maximus img
Capítulo 21 Tomara que você morra bonita img
Capítulo 22 Te chamei aqui para me servir img
Capítulo 23 Talvez eu não consiga parar img
Capítulo 24 Seja uma boa garota img
Capítulo 25 Você é minha img
Capítulo 26 O manto do Rei img
Capítulo 27 Na sala escura img
Capítulo 28 A porta para a liberdade img
Capítulo 29 Traga a garota img
Capítulo 30 Você não vai sair da minha vista img
Capítulo 31 Me deixe ir! img
Capítulo 32 Eu te desafio img
Capítulo 33 Agora ou nunca img
Capítulo 34 Ela não pode escapar de mim img
Capítulo 35 Correndo na tempestade img
Capítulo 36 Sua posse img
Capítulo 37 Punição img
Capítulo 38 Faça isso parar img
Capítulo 39 Ela não é a escolhida img
Capítulo 40 Você será uma boa garota img
Capítulo 41 Era hora de virar o jogo a meu favor img
Capítulo 42 Não acredito em coincidências img
Capítulo 43 Eu aceito sua proposta img
Capítulo 44 Nunca permitiria alheia inerência sobre meu destino img
Capítulo 45 A mulher do Rei img
Capítulo 46 Ela está planejando algo img
Capítulo 47 A Lua de Sangue img
Capítulo 48 Você tem um sorriso lindo img
Capítulo 49 Um lugar de tortura img
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Capítulo 3 Ela não chegará viva à minha cama

Ponto de vista do Rei

Todas sabiam das consequências, mas continuavam vindo. Umas como sacrifício, outras por vontade própria.

No entanto, fosse como sacrifício ou por vontade própria, todas tiveram o mesmo destino - a morte.

Minha cama era uma sentença de morte, um lugar onde nenhuma mulher jamais foi forte o bastante para sobreviver.

Essa era a minha maldição - o meu demônio.

Eu era um monstro - o Alfa Rei mais poderoso e temido que já existiu.

Misericórdia era uma palavra que morreu no meu mundo há muito tempo, enterrada sob os gritos das mulheres que pensaram poder me curar.

Vivia com essa maldição desde que me entendi por gente.

Tentei domar essa fera - privá-la. Mas nada. Nenhuma mulher conseguiu sobreviver ou quebrar a minha maldição.

Recebi dezenas de mulheres de Alfas que buscavam favores meus, esperando que a minha cura viria da matilha deles.

Algumas virgens acharam que a pureza seria a solução, mas isso só fez a minha fera desejar se banquetear mais ainda e aguçou a sua fome pela inocência delas.

Implorei à Deusa da Lua que tirasse esse tormento de mim.

Uivei pela noite, devastei florestas, esmaguei lobos renegados com as próprias mãos - qualquer coisa para acalmar o fogo que ardia no meu sangue cada vez que tocava uma mulher.

Porém, a fera nunca se satisfez, nem com carne, nem com sangue, nem mesmo com a morte.

Meu lobo, ou... o que sobrou dele, não era como os outros - não respondia à lógica ou à lealdade, nem me protegia, mas me consumia.

Eu deixei, pois, se não deixasse... ele se voltaria contra mim também.

Fiquei parado diante da janela, encarando a lua cheia que parecia zombar de mim.

Ao som das portas do meu quarto se abrindo, saí dos meus pensamentos, mas não me virei.

"Sua Majestade." A voz do meu Beta, Lucien, chegou aos meus ouvidos.

"O que é?", perguntei, ainda de costas.

"Preparamos as mulheres para esta noite", disse ele, e não pude evitar um riso de escárnio.

Mais um cadáver para a lista.

Por que eram todas tão estúpidas? Quando perceberiam que nenhuma delas poderia me ajudar?

"Que entrem. Nós dois sabemos como isto vai terminar." Me virei lentamente para ele.

Sabendo que era uma verdade que nenhum de nós podia negar, ele se inclinou em respeito e saiu.

Fiquei ali, à espera. Já estava nu, só com uma toalha enrolada na cintura.

Minutos depois, ele voltou com uma mulher - cabelos castanhos curtos, tremendo como se tivesse sido chamada à cova do leão. E talvez tivesse.

Sem dizer mais nada, Lucien saiu e fechou a porta, o som ecoando pelo quarto como um rufar de tambor final antes da execução.

A mulher mantinha a cabeça baixa, seu coração acelerado, seu medo espesso no ar.

Era patético.

Quando avancei para a luz, a mulher ergueu a cabeça, mas a baixou rapidamente, como se tivesse cometido o maior erro da vida.

Sem perder um segundo, deixei a toalha cair, e se seguiu um suspiro.

Então, aconteceu o inevitável - os rogos, os gritos.

"Por favor! Por favor! Não quero morrer... Não consigo... por favor!" a mulher gritou.

O som irritou meus nervos, fazendo a fera dentro de mim rugir de raiva enquanto eu cerrava os punhos com força.

"Foi oferecida para mim."

A mulher caiu de joelhos, os olhos cheios de lágrimas, os ombros tremendo. "Por favor... por favor... eu não quero morrer, não quero!"

As minhas garras surgiram, a segundos de despedaçá-la.

"Lucien! Tire ela da minha frente!"

Imediatamente, a porta se abriu e Lucien entrou correndo, arrastando a mulher consigo enquanto ela continuava gritando e a suplicando.

Quando a porta se fechou novamente, os gritos ainda ecoavam do lado de fora.

O meu peito subia e descia numa fúria incontrolável, a fera me arranhando por dentro, querendo se libertar.

Quando arranquei a toalha do chão, a enrolei na cintura e encostei a cabeça à parede, respirando com dificuldade, a porta se abriu.

"Lucien, chega..."

"Posso ajudá-lo, meu Rei." Uma voz suave e sedutora chegou aos meus ouvidos.

Me virei rapidamente e me deparei com uma garota de olhos verdes e cabelos loiros, que tinha um olhar confiante nos olhos.

No entanto, já vira esse tipo de olhar demasiadas vezes e me lembrava de como acabara.

"Ouvi a outra desgraçada gritando, mas não sou como ela", a mulher sussurrou, deixando o roupão que a cobria cair ao chão. Algo dentro de mim se agitou ao vê-la completamente nua - os seios tinham o tamanho perfeito, a barriga lisa.

A visão me fez salivar e meu pau endureceu instantaneamente, a fera rugindo de fome.

A mulher deu passos lentos na minha direção, os quadris balançando sedutoramente, e parou à minha frente, as mãos acariciando meu o peito enquanto sussurrava.

"Me deixe te mostrar como é ter uma mulher a sério." Sua mão avançou para a toalha, mas a minha a travou.

"Não tem medo de morrer?", perguntei, a voz gelada, encarando os olhos dela cheios de confiança e bravura.

Ou era estúpida, ou suicida.

"Não. Não vou morrer. Sou a mulher que vai pôr fim a isto", sussurrou, beijando meu peito e me fazendo gemer.

"Me deixe", sussurrou ela, antes de finalmente puxar a minha toalha, que caiu.

O meu corpo estava em chamas e parecia que todo o sangue do meu corpo correra direto para o meu pau.

Ela continuou beijando meu peito, a mão deslizando pelo meu corpo até envolver meu pau, e depois, parou subitamente, os olhos descendo.

"Você é... você é tão grande! Como é que isto vai caber?!", ofegou, recuando rapidamente.

Antes que ela pudesse responder, os olhos se reviraram e ela desmaiou no chão.

Rosnei, afastando-me da mulher, porque de repente tudo o que via era vermelho.

"Lucien!" A minha voz ecoou quando as portas se abriram de rompante mais uma vez e Lucien entrou correndo.

"Sua Majestade?"

"Se deixar entrar mais uma mulher no meu quarto, ela não chegará viva à minha cama."

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