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A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
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Capítulo 6

A porta pesada se abriu com um estrondo. O alarme de segurança soou por dois segundos antes de ser desativado violentamente.

Julian, primo de August, entrou com arrogância no hall de entrada. Um charuto grosso e malcheiroso pendia do canto de sua boca.

Atrás dele, uma dúzia de carregadores em uniformes cinzas empurravam pesadas araras de metal para dentro do apartamento. As araras estavam carregadas com vestidos de grife embalados em plástico.

Elisa estava parada bem no centro do corredor, bloqueando o caminho deles.

Julian soprou uma nuvem de fumaça diretamente no rosto dela. Ele olhou para o cabelo cortado dela e sua mala barata, e soltou uma gargalhada alta e ruidosa.

"Anda logo, queridinha", Julian zombou, gesticulando para os carregadores. "Levem essas coisas direto para o quarto principal."

Elisa esticou o braço, pressionando a palma da mão espalmada contra o peito do carregador da frente. "Parem."

Ela fuzilou Julian com o olhar. "Que diabos você pensa que está fazendo?"

Julian deu um sorriso de escárnio, batendo a cinza do charuto no chão de mármore impecável. "Estas são as roupas novas da Allena. August me disse para trazê-las. É hora da inútil esposa-troféu dar o fora e abrir espaço para a mulher de verdade."

Elisa sentiu uma centelha de nojo absoluto, mas sua frequência cardíaca nem sequer aumentou.

Julian confundiu o silêncio dela com medo. Ele deu um passo à frente e empurrou a mão em direção ao ombro dela para tirá-la do caminho.

Elisa torceu o tronco, desviando da mão dele. Ela firmou os pés, balançou o braço direito para trás e deu um tapa no rosto dele com toda a sua força.

PÁ.

O som foi tão alto quanto um tiro.

Os carregadores congelaram. O apartamento ficou em silêncio total.

Julian cambaleou para trás, o charuto caindo de sua boca. Ele agarrou sua bochecha vermelha que inchava rapidamente, com os olhos arregalados de choque.

"Sua vadia louca!", Julian gritou, com cuspe voando de seus lábios. "Vou mandar a segurança te jogar da varanda!"

Elisa, calmamente, enfiou a mão no bolso, pegou um lenço antibacteriano e limpou lentamente a mão direita.

"Até que um juiz assine os papéis do divórcio, eu sou a proprietária legal deste imóvel", disse Elisa, com a voz assustadoramente calma.

Julian avançou.

Elisa pegou o celular e apertou um número de discagem rápida. Ela colocou no viva-voz.

"New York City Charity Foundation, como podemos ajudar?", uma voz alegre atendeu.

"Aqui é a Sra. Chambers", disse Elisa em voz alta, sua voz ecoando pelos tetos altos. "Preciso agendar uma doação de bens em massa. Sim, todo o conteúdo da cobertura. Qual é a sua disponibilidade mais próxima para uma avaliação e remoção completa? Amanhã às oito da manhã? Perfeito. Vou deixar o elevador de serviço reservado para a sua equipe."

Julian parou onde estava. Seu queixo caiu. "Você está blefando."

Elisa sorriu friamente, encerrando a chamada e jogando o celular na bolsa. Ela caminhou até a ilha da cozinha e bateu os dedos no mármore liso. "Eu já assinei a autorização digital. Eles estarão aqui amanhã bem cedo para levar tudo deste lugar até só sobrarem as paredes. Até lá, você e meu querido marido podem aproveitar as últimas horas deste museu de mentiras."

Julian gritou, seu rosto ficando num tom violento de vermelho. "Pare! Você não pode fazer isso! Essas antiguidades custaram milhões! Meu primo que as comprou!"

Elisa inclinou a cabeça, seu olhar totalmente desprovido de pena. "Bens conjugais. Considere isso uma dedução de impostos para a alma podre da família."

Julian ficou parado no meio da sala de estar opulenta, tremendo de raiva, completamente impotente diante da autoridade legal dela sobre os bens conjugais. Ele olhou ao redor para as pinturas de milhões de dólares e os sofás de couro italiano feitos sob medida, um pavor nauseante o invadindo ao perceber que tudo seria levado para um depósito de caridade ao amanhecer.

Elisa jogou o lenço antibacteriano sujo na lata de lixo vazia bem ao lado do pé de Julian.

Ela pegou sua mala e passou por ele. Ela parou na porta, olhando para as araras com as roupas de Allena no corredor vazio e que ecoava.

"Aproveite as ruínas", disse Elisa.

Ela saiu e deixou a porta bater com força.

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