119 Capítulo
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Quando o amor decide que é hora de respirar antes de mergulhar nas feridas.
O silêncio ainda pesava no escritório. A carta de Eduard repousava sobre a mesa, como um espectro que parecia se recusar a desaparecer. As lágrimas de Alinna secavam devagar no peito de Caio, e ele sabia que, se deixasse, ela voltaria a abrir aquelas páginas e se afunda
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