Danuza
Meu corpo ainda pulsa com a lembrança de ontem. Cada músculo dolorido, cada marca na pele, cada arranhão invisível que não cicatriza. Marlon me tomou como sempre fez, mas havia algo diferente, não era desejo, não era entrega, não era nem mesmo o jogo cruel que sempre nos manteve presos. Ontem, eu fui apenas o saco de pancadas da raiva dele
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