Cassiana Linhares
O vento frio da manhã ainda corta o meu rosto quando fecho a porta de casa, aperto a bolsa contra o ombro. Sempre faço o mesmo trajeto, os mesmos passos até o ponto de ônibus. Mas hoje não dou nem cinco passos e o toque insistente do meu celular me paralisa no meio do caminho. O visor ilumina meu rosto, e o nome que pisca na tel
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