Marlon
Eu a encaro e me pergunto, no fundo da mente, o que há de tão doente entre nós que me mantém aqui. Ela geme o meu nome, como se implorar fosse uma forma de existir ou tentar ganhar a minha piedade. E eu, covarde que sou, continuo. Não porque quero, mas porque preciso ver até onde ela é capaz de se destruir para me ter, mas também por vingan
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