Danuza
Abaixo a cabeça e sinto o sangue latejar nas têmporas. As mãos apertam uma à outra até os nós dos dedos ficarem brancos. A violência do pensamento me atravessa como um raio e, para o meu espanto, me alimenta. É uma mistura de vergonha e êxtase, de culpa e poder. Há uma parte de mim que ainda tenta resistir, mas é fraca, impotente. A outra,
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